Este domingo acordei com a notícia de que, uma vez mais, um ícone da música internacional tinha desaparecido, desta vez Whitney Houston. Até acabar a crónica nesta madrugada ainda não existiam mais informações sobre a cantora/atriz, que no final dos anos 80 e 90, foi considerada uma das maiores cantoras pop e R&B em todo o Mundo.
Confesso, fui fã dela na minha infância e tenra adolescência e dançava ao som do "I Wanna Dance With Somebody", mais tarde nas matinés do LIDO e nas festas do liceu. Das últimas vezes que a vi dava uma entrevista a Oprah Winfrey, e falava abertamente sobre o seu problema com as drogas e o casamento conflituoso com Bobby Brown, ex-marido desde 2007.
Daí até ter voltado a ver a imagem dela nos tablóides, de aspeto descuidado, longe dos tempos áureos de diva, junto com a ligação ao consumo de estupefacientes, entre eles "crack", cocaína e heroína foi um salto quântico.
Na noite de sábado, dia 10 de Fevereiro, com 48 anos, à semelhança da máxima do "live fast and die young" foi encontrada, já sem vida, pelo guarda-costas, no seu quarto, no hotel Beverly Hilton, em Los Angeles. em véspera de mais uma edição dos Grammy, onde iria participar.
Ao longo da sua carreira ganhou seis Grammy, dois Emmy, 30 Billboard Music e 22 American Music Awards, vendeu em todo o Mundo mais de 200 milhões de álbuns.
Também recordada por muitos como atriz, contracenou com Kevin Costner no filme, "O guarda-costas", em 1992 (1993 em Portugal), do qual também foi responsável por toda a banda sonora, de onde saiu o tema romântico "I will always love you" entre outros. No filme, apesar de algumas semelhanças com a sua vida de super estrela, o fim romântico que viveu foi bastante diferente do dramático que lhe estava reservado na vida real.
Afogamento na banheira, depois da ingestão de comprimidos, ou overdose são as duas hipóteses que se colocam, sobre as causas da sua morte, mas não são mais que isso, e a avaliar pelos antecedentes da cantora, certamente não deverão estar muito longe da realidade, mas esperam-se novidades
Independentemente de se gostar ou não do estilo musical que Whitney representava, é triste ver partir mais uma mulher com talento (ainda há tão pouco faleceu Amy Winehouse), uma voz poderosa, que encantou e continuará a encantar milhões em todo o Mundo, independentemente de ter cometido uma gaffe no seu único concerto dado em Portugal, ao ter dado as boas noites a Espanha.
Para boas recordações ficam uns momentos para a recordar, e a esperança que finalmente possa descansar a alma atribulada em paz.
A Vida de Saltos Altos no Facebook
A Vida de Saltos Altos também está presente no Facebook. Na página desta popular rede social qualquer um pode ser fã deste blogue. Clique para visitar.
A Vida de Saltos Altos no Twitter
A Vida de Saltos Altos é presença assídua no Twitter, onde estão todos os posts deste blogue. Junte-se às pessoas que aí nos seguem. Clique para visitar.