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"Vou persegui-lo toda a vida"

Mãe de aluno abusado não se conforma com a sentença contra professor pedófilo. Reintegração de condenados cria insegurança.

Joana Pereira Bastos (www.expresso.pt)
9:30 Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
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Ana Rita enviou centenas de e-mails para alertar outros pais sobre o professor pedófilo que abusou do filho
Ana Rita enviou centenas de e-mails para alertar outros pais sobre o professor pedófilo que abusou do filho
José Ventura

Quando, em 2005, descobriu que o filho de oito anos tinha sido abusado sexualmente por um professor do externato que frequentava, o mundo de Ana Rita desabou. A partir de então, passou cada dia dos três anos seguintes à espera do momento em que iria olhar fixamente o abusador e ver a sua reacção quando o juiz o mandasse para a prisão. Mas isso nunca aconteceu.

O professor estagiário, que acompanhava os alunos na sala de estudo, foi condenado em Dezembro de 2008 a dois anos e meio de pena suspensa pelo abuso sexual de Pedro (nome fictício) e de outras cinco crianças do mesmo colégio. Saiu em liberdade e poderá voltar a dar aulas a menores já em 2011, quando acabar o período de interdição decretado pelo tribunal.

No dia da sentença, Ana Rita perdeu toda a confiança na justiça. Mas ganhou uma certeza: "Hei-de descobrir sempre a escola onde estiver a dar aulas para poder alertar os pais. Vou persegui-lo toda a minha vida". Mal saiu do julgamento, começou a cumprir a promessa que fizera. Sentou-se ao computador e num e-mail escreveu em maiúsculas o nome do docente. "Pode vir a ser o professor dos vossos filhos. Protejam-nos porque agora já sabem o perigo que ele representa! Eu não tive essa oportunidade". E enviou para todas as pessoas que conhecia.

Rapidamente a mensagem de correio electrónico correu o país. Entre as centenas de respostas que recebeu, houve quem se disponibilizasse para espancar o homem e quem desabafasse, na primeira pessoa, abusos sexuais sofridos na infância. E houve ainda muitos pais que lhe escreveram para contar como também eles passaram pelo mesmo.

A verdade é que o caso de Ana Rita e do seu filho está longe de ser o único. Nos últimos anos têm sido noticiadas várias histórias de docentes acusados de abusos sexuais de menores. Mas muitas vezes a condenação não é acompanhada por uma pena acessória de proibição de dar aulas, nem faz com que o Ministério da Educação (ME) determine o afastamento definitivo do professor. A sucessão de notícias tem gerado insegurança junto de pais, que não compreendem como é que as autoridades o permitem.

Ainda assim, a tutela garante que a legislação em vigor permite prevenir que um pedófilo condenado continue a leccionar, já que "qualquer candidatura (ao ensino público) exige a entrega do registo criminal". O problema é que o cadastro nem sempre tem servido de impedimento.

Foi o que aconteceu no caso de um professor de Música de Gondomar, condenado em Fevereiro a dois anos de pena suspensa por abuso sexual de criança, acto sexual com adolescente e três crimes de posse de fotografias ilícitas. Escassos quatro meses depois da sentença, o docente foi contratado pela autarquia para dar actividades de enriquecimento curricular (AEC) numa escola do 1º ciclo em Rio Tinto. "Esteve a dar aulas até ao final do mês passado, quando desistiu por iniciativa própria. Deve ter encontrado uma colocação mais bem paga noutra escola, o que é muito frequente no caso dos professores das AEC", afirma Aurora Vieira, directora do agrupamento.

Cadastro estava em branco

A contratação foi feita pela Câmara de Gondomar, que garante que o docente apresentou "todos os documentos, incluindo o Registo Criminal". Mas o cadastro estava em branco. Isso mesmo permitia a lei da identificação criminal, ao estabelecer que "os registos requeridos para fins de emprego devem conter apenas as decisões que decretem a demissão da função pública, proíbam o exercício de profissão ou interditem esse exercício". Nada mais. Ou seja, a não ser que o juiz decretasse a pena acessória de proibição de leccionar, o cadastro permanecia imaculado.

A lei foi alterada em Setembro, impondo que as condenações por abuso sexual de crianças constem do registo criminal pedido por quem se candidata a funções que impliquem o contacto com menores, Mas, na prática, isso não pode impedir a contratação. Terá de ser sempre o tribunal (ou o ME, no âmbito de um processo disciplinar interno) a decidir que a pessoa está impedida de exercer a profissão, o que acontece raramente, explica Licínio Lopes, especialista em Direito Administrativo. "A inibição do exercício da profissão é uma limitação do direito constitucional de acesso ao emprego, pelo que os tribunais têm muita cautela em aplicar essas penas", explica.

O argumento não convence os pais. "Uma pessoa condenada por abuso sexual de crianças não deve poder voltar a dar aulas porque o comportamento do pedófilo é compulsivo e tem tendência a repetir-se", defende Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais. Também o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores sustenta que o ME deve afastar em definitivo um professor condenado por pedofilia. Mário Nogueira ressalva, no entanto, que nem a expulsão do ensino determinada por um processo disciplinar garante que o docente não volta a dar aulas, já que "não há nenhuma articulação entre o ensino público e privado". "Podia ir para um colégio ou ser contratado por uma autarquia. Não há nenhum controlo", garante. Por isso, defende que seja criada uma lista onde constem os nomes dos professores condenados por estes crimes, acessível também aos directores de colégios, desde que devidamente enquadrada do ponto de vista legal.

Mas os juristas discordam. O presidente do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados, Pinto de Abreu, diz que não podem existir "condenações eternas". Licínio Lopes corrobora: "Não se pode partir do princípio de que as pessoas são irrecuperáveis. Isso põe em causa o princípio da reabilitação que é a base do Direito".


Alguns casos

Gondomar

Professor de Música no agrupamento de escolas de Rio Tinto foi condenado em Fevereiro a dois anos de pena suspensa por um crime de abuso sexual de criança, um crime de acto sexual com adolescente e três crimes de fotografias ilícitas. Meses depois de ter sido condenado, foi contratado pela Câmara de Gondomar para leccionar na primária. Iniciou este ano lectivo, mas desistiu, por iniciativa própria, no final de Outubro.

Braga

Professora da escola básica do 2º e 3º ciclos André Soares foi condenada em Julho a uma pena suspensa de dois anos e seis meses por um crime de abuso sexual de menor. Não foi impedida pelo tribunal de voltar a leccionar.

Famalicão

Professor na EB2/3 Júlio Brandão e membro da comissão local de protecção de crianças e jovens em risco, Luís Paulo foi detido em Junho pela PJ por suspeitas de abuso sexual de um adolescente. No seu computador foi encontrada pornografia infantil. Aguarda julgamento em liberdade, estando proibido de contactar menores. O Ministério da Educação suspendeu-o preventivamente.

Lisboa

Professor na Escola Voz do Operário foi condenado em 2003 a quatro anos e nove meses de prisão por nove crimes de abuso sexual de crianças entre os 9 e os 11 anos.


Números
361

é o número de condenações por abuso sexual de crianças decididas no ano passado nos tribunais de 1ª instância

236

é o número de inquéritos abertos em 2008 só no DIAP de Lisboa por crimes sexuais contra menores

5

anos sem dar aulas é o tempo máximo que um tribunal pode impor a um professor condenado por pedofilia como pena acessória

Frases

"Se há uma situação provada de abuso sexual, manda o bom senso que o professor seja afastado em definitivo do ensino. Mas não há nenhum controlo"

Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores

"Sou contra um afastamento definitivo do professor porque isso equivale a uma condenação perpétua. É como pôr uma cruz sobre aquela pessoa para o resto da vida"

Carlos Pinto de Abreu, presidente da distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados

"O pedófilo tem uma compulsão que, sem tratamento, é incontrolável. A probabilidade de reincidir é muito alta e o contacto diário com crianças potencia a oportunidade de voltar a abusar"

Mauro Paulino, psicólogo, autor do livro "Abusadores Sexuais de Crianças: A Verdade Escondida" 

Texto publicado na edição do Expresso de 14 de Novembro de 2009

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19 Nov 2009 Taxa de reincidência dos pedófilos chega aos 80%
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Mário Nogueira está equivocado
B l u e S k y (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 16:23 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Um Professor condenado num caso de pedófilia, deve ser imediatamente irradiado do ensino. Nunca mais deve exercer a profissão. É, quanto a mim a melhor forma de prevenir a pedófilia no ensino.
 Como funciona a comunidade no Expresso Responder
Enquanto não acontecer o mesmo ao filho(a) de
J Saints (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 14:41 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009


um politico nada vai mudar e continuamos a perder tempo com legislação sobre casamento / adopções por homossexuais .

A sociedade civil tem de EXIGIR uma alteração radical nas penas e na forma como tratar estes criminosos após condenação .

PS. não esqueçamos que a taxa de reeincidência é 80 % ...
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    Perder tempo?    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 16:53 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
    Re: Perder tempo?    Ver comentário
J Saints (seguir utilizador), 1 ponto , 17:18 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
    Re: Perder tempo?    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 20:39 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Sugestão
cjours (seguir utilizador), 2 pontos , 18:06 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Pois, isto só lá vai no dia em que haja um gajo que limpe o sarampo ao abusador; limpe o sarampo ao juiz - que o deve ter solto de outro abuso anterior com 1 anos de cadeia; limpe o sarampo ao Ministro da Justiça; limpe o sarampo ao responsável do Ministério da Educação (devia haver testes psicotécnicos, avaliações por psicólogos, etc, sempre que alguém vai dar aulas no ensino público) etc, etc.
Isto parece tolice, mas é que eu conheço o caso de um Policia, violador, condenado e sabem qual foi o comportamento da Policia e do Estado? A Policia nem psicólogos tinha. Um gajo ia para policia e nem passava por um psicólogo (isto foi há 8 anos) e o Estado disse que como ele não estava fardado não se responsabilizava. E depois a trampa de jornalistas que temos, perde anos a falar do Freeport ... e da avaliação dos professores...
Sabem o que esse meu amigo fez ao policia? Como a mulher não concordou em lhe limpar o sarampo, ele arranjou maneira de lhe partirem uns ossitos lá na cadeia... e não é que partiram????????????
E vai de lá sair com 12 anitos de entalanço...

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Tristes vítimas de uma triste justiça
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 19:06 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Neste país, uma vítima é vítima 2 vezes : uma do criminoso, outra das leis.

As leis não servem e não há coragem de as mudar.

Facto curioso: tanto justiceiro aqui a comentar que se fosse com os seus filhos faziam e aconteciam, etc&tal. Os infelizes que foram abusados teriam todos progenitores menos violentos?
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juízos
honest_abe (seguir utilizador), 1 ponto , 10:02 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Não tenho filhos. Se tivesse, talvez fosse mais longe do que esta Senhora...não sei e espero nunca vir a descobrir.
Julgo que seja algo sobre o qu
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Castração química obrigatória para pedófilos!
José Telhado (seguir utilizador), 1 ponto , 11:10 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Ajude a divulgar esta ideia para uma petição à AR.
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.....
rribeiro (seguir utilizador), 1 ponto , 14:49 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
ao Sr. Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores

"Sou contra um afastamento definitivo do professor porque isso equivale a uma condenação perpétua. É como pôr uma cruz sobre aquela pessoa para o resto da vida" - isto é adoravel no pais das maravilhas, mas como todos sabemos que nao vivemos ai mas sim num pais real .... acho mt bem que se afaste definitivamente estes fdp, hoje mesmo no expresso numa outra noticia relacionada com esta diz que estamos numa taxa de reincidencia no valor de 80% a 90%, por isso vamos salvar os que roubam e ate salvar mt outros agora este fdp dos pedofilos merecem ser perceguidos para o resto da vida nem que seja desta forma como a mae deste rapaz.
tenho uma filha de 16 meses e digo que se algum dia acontecer isto a minha filha(s)(o)(os) nao vou ficar por aqui!
"Com ferros matas ... com ferros morres"
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    Re: ..... Sr rribeiro:    Ver comentário
Xanocas1111 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:07 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
    Re: ..... Sr rribeiro:    Ver comentário
rribeiro (seguir utilizador), 1 ponto , 16:11 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
    Re: ..... Sr rribeiro:    Ver comentário
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 1 ponto , 19:36 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
    Re: ..... Sr rribeiro:    Ver comentário
AM(Lx) (seguir utilizador), 1 ponto , 11:49 | Sexta-feira, 20 de Nov de 2009
    Re: .....    Ver comentário
Mensagero (seguir utilizador), 1 ponto , 21:30 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
    Re: .....    Ver comentário
tionando (seguir utilizador), 1 ponto , 1:13 | Sexta-feira, 20 de Nov de 2009
Umas achegas
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 16:16 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Se um professor é condenado por pedofilia ou abuso sexual de crianças ou adolesccentes, não deve voltar a ensinar. Nunca mais.
Está mais que provado que ao contrário de muita outra crminalidade, o pedóflo é incurável, ou seja, dêem-lhe oportunidade e volta a fazer.

Sei que esta tese viola o princípio de não haver penas perpétuas (mesmo que seja a privação de ensinar), e quebra o princípio de que todo o cidadão é recuperável, mas as crianças são demasiado importantes...

Se um pedófilo abusasse sexualmente (com penetração e afins) um filho meu de 8 anos, acho que quem o matasse prestava um serviço público.

No entanto, li de uma caso de abuso em que o pedófilo sentava as crianças ao colo enquanto se masturbava e afins. Aqui, aceito que ele viva, e cumpra o tempo de cadeia que a sociedade considerar adequado, mas não devia poder ser professor JAMAIS.

Enquanto professor, uma das minhas preocupações de sempre (muito antes desta moda de persseguir os pedófilos) foi nunca ficar com um aluno ou mesmo dois na sala de aula em qualquer circunstância. penso aliás que um professor, hoje em dia, em que uma acusação, memo que mentirosa, mesmo que não provada ou ddescabelada dá cabo da vida, devia ter máximo de cuidado a este nível. Não basta a um profesor ser sério, é preciso que isso seja patente em todos os momentos.

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    Re: Umas achegas    Ver comentário
J Saints (seguir utilizador), 1 ponto , 17:00 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Lei inadequada deve ser alterada
JJFF (seguir utilizador), 1 ponto , 16:26 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Não se pode partir do princípio de que as pessoas são irrecuperáveis, mas também é necessário fazer-se algo para garantir essa recuperação. Nestes casos ficar à espera de uma recuperação é colocar em perigo muitas crianças, o que não me parece aceitável. Portanto, a lei deve permitir a liberdade de que cometeu um crime desta natureza só quando estiver substancialmente garantido que o sujeito perdeu a propensão para o crime.
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Justiça seja feita
caprylm56 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:50 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Cortem-lhe a gaita, não chateia mais.
Gostava de saber caso fosse filho de alguem importante não tinha outros contornos de justiça?
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PEDOFOLIA
pastor51 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:52 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
a pedofilia tem de ser combatida,e não podemos fechar os olhos a tudo o que se passa por este Pais,
eu estou de acordo que se crie uma lista dos pedofilos (não me interessa que esse pedofilo fica condenado toda a vida)de quem ele ou ela abusou tambem fica marcado para toda a vida,e ai o sr.Mario Nogueira não me vai dizer o contrario,por isso que se crie uma lista com todos os nomes de professoresou auxiliares pedofilos e que os diréctores dos Liceus colégios ou outras instituições tenham libre acésso antes de admitir uma pessoa nos serviços educativos ou outros !!!
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Teve sorte
sousaalmeida (seguir utilizador), 1 ponto , 18:31 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Como não acredito na justiça deste País, se tivesse tido o azar de alguem ter praticado uma barbaridade destas num filho meu, já não fazia parte dos vivos de certeza absoluta.
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    Re: Teve sorte    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 20:02 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
PARA PEDÓFILO A LEI TEM QUE SER MUDADA.PENA DE MOR
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 19:47 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
PARA OS PEDÓFILOS;A LEI TEM QUE SER MUDADA.PENA DE CUM.MORTE...KANTIFLAS
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SE MENINO FOSSE FILHO DO JUÍZ;QUE JULGOU ESTE SEL
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 19:57 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
Se o menino violado por este selvagem;fosse filho do juíz julgador;aplicaria a mesma pena.?.É só.me repondam.cump.kaniflas
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Se a moda pega, o Juiz...
Tito D'alva (seguir utilizador), 1 ponto , 20:31 | Quinta-feira, 19 de Nov de 2009
ainda acaba por condenar a Senhora Ana Rita, a pena efectiva de prisão, por encomodar um "homem de trabalho", como parece ser esse professor...
E depois fala-se que os assassinatos estão em alta...
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