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Submarinos: Contra-almirante tinha liberdade para ajudar consórcio

O chefe de Estado Maior da Armada na altura dos contratos dos submarinos revelou que o contra-almirante referido na investigação estava reformado e era livre de apoiar o consórcio alemão.

11:13 Sexta feira, 2 de abril de 2010
O contra-almirante terá recebido um milhão de euros com a assinatura do contrato entre Portugal e o consórcio alemão
O contra-almirante terá recebido um milhão de euros com a assinatura do contrato entre Portugal e o consórcio alemão
DR
Vidal de Abreu, chefe de Estado Maior da Armada (CEMA) aquando da celebração do contrato dos submarinos , adiantou hoje que o contra-almirante citado na investigação alemã estava reformado e "tinha toda a liberdade" de estar ligado profissionalmente ao consórcio.  
 
Em declarações à agência Lusa, o almirante Vidal de Abreu, que antes de ser chefe do ramo foi o representante da Marinha nos grupos de trabalho que acompanharam o processo dos submarinos, caracterizou o contra-almirante Rogério d'Oliveira, que alegadamente recebeu um milhão de euros após a assinatura do contrato entre Portugal e o consórcio alemão, como "uma pessoa com competências firmadas na área da construção naval" e que, por estar na reforma, tinha "liberdade" para exercer uma "atividade comercial ou de assessoria".  
 
"Se foi feita por ele ou por alguém qualquer tentativa de ilegalidade, no sentido de convencer políticos ou outras pessoas a tomar qualquer decisão, isso acho que deve ser investigado. O que não é legal deve ser investigado, até para deixar as suspeitas completamente claras", ressalvou, notando, contudo, que o próprio Rogério d'Oliveira (que hoje terá perto de oitenta anos) "não escondia a relação" com os alemães.  

Nada era condenável 


"Vi-o muitas vezes a acompanhar representantes do consórcio em Portugal
e a falar com eles e a introduzi-los, a apresentá-los. Era uma coisa perfeitamente às claras e ele esteve inclusivamente presente em algumas reuniões no Ministério da Defesa", adiantou o antigo CEMA.  
 
"Pela forma aberta como tudo se passava, a consciência que tenho é que era tudo mais que legal e não era condenável sobre ponto de vista nenhum", reforçou.  
 
Segundo Vidal de Abreu, a ligação deste militar na reforma a esta empresa "é uma prática perfeitamente comum".  
 
"A Airbus tem representantes em Portugal, a Boeing tem representantes em Portugal, para todos esses equipamentos que os construtores pretendem colocar ou vender arranjam pessoas bem colocadas e de categoria para os representarem", disse.  

Engenheiro naval "brilhante" 


Neste sentido, também o ex-CEMA Vieira Matias disse conhecer o contra-almirante Rogério d'Oliveira e apontou-o como "um engenheiro de construção naval brilhante, autor do projeto das corvetas portuguesas, que até foram copiadas pelos estaleiros espanhóis".  
 
"É um oficial de Marinha reformado, um cidadão com total liberdade de atuação. Se presta algum serviço a empresas, não vejo por que é que não o há de fazer (...). Está reformado há vinte anos, não vejo o que se possa dizer, se presta serviços remunerados a essa empresa", sustentou.  
 
Vieira Matias referiu ainda que o antigo professor da Escola Naval e ex-presidente da Academia de Marinha não tinha em 2004, ano da assinatura do contrato, "nenhuma capacidade de decisão na Marinha" e "não pertencia às Forças Armadas no ativo".  

Poder de decisão relativo


Já Vidal de Abreu, como chefe do ramo na concretização do contrato e elemento ligado a todo processo, sublinhou que todos os representantes da Marinha tinham um "poder de decisão que não era totalmente autónomo" e que tudo era "escrutinado em termos de cadeia de comando, o que torna as coisas muito mais improváveis" relativamente a um eventual caso de corrupção ou favorecimento.  
 
"Por tudo o que uma pessoa vai vendo, e com a idade que eu tenho já vi, uma pessoa não pode garantir que há coisas que não são possíveis. Aquilo que posso dizer é que, pelo conjunto de pessoas que estavam a trabalhar neste processo, da parte da Marinha, considero altissimamente improvável que tenha havido alguém a receber qualquer coisa para decidir num sentido ou noutro. Estas coisas estavam extremamente escrutinadas", acentuou.  
 
 
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***  

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Submarinos
ANO1933 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 11:38 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
Ora aqui está um caso paradigmático de julgamentos feitos na praça pública.
Acusa-se uma pessoa de ter recebido comissões indevidas, quando o que a empresa alemã pagou se referia a prestação de serviços.
Será que é a mesma coisa ?
Entretanto, já tem o ferrete de CORRUPTO !
 
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martalgarve (seguir utilizador), 1 ponto , 10:19 | Sábado, 3 de abril de 2010
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clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 13:01 | Sábado, 3 de abril de 2010
    Re: Submarinos    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:16 | Sábado, 3 de abril de 2010
Poupem-me!!!
lord byron (seguir utilizador), 2 pontos , 11:51 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
O homem estava reformado há mais de 18anos!!!
É perfeitamente normal tanto cá como no estrangeiro os militares depois de terminarem a carreira serem consultores em vários projectos. Dale Dye um dos maiores consultores militares de Hollywood foi militar no Vietname. Hoje é não só consultor, como um actor que pode ser visto em papeis secundário de varios filmes de guerra nomeadamente o Saving Private Ryan. Não me consta que o homem trabalhe de borla hoje em dia, só por ter sido um dia militar.
 
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    Re: Poupem-me!!!    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 12:37 | Sábado, 3 de abril de 2010
    Re: Poupem-me!!!    Ver comentário
lord byron (seguir utilizador), 2 pontos , 12:41 | Sábado, 3 de abril de 2010
    Re: Poupem-me!!!    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 12:47 | Sábado, 3 de abril de 2010
Para muitos
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:09 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
A memória é curta e como não conseguem limpar a sujeira em que se meteram querem acusar tudo e todos.
A cor de rosa cada vez mais mete nojo?
Esta democracia serve somente os interesses dos tubarões, e o povo anda adormecido, deus queira que ele não acorde porque senão vai haver muita desgraça?
 
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Corrupção! Ela existe!
userEX113852 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:31 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
É normal que os fabricantes de qualquer coisa, tenham representantes noutros países e que esses representantes sejam remunerados pelos serviços prestados.

O que não é aceitável é que esses fabricantes tenham representantes encapotados, ou seja, pessoas influentes dentro de organismos, com capacidades de direcionar uma compra a favor dos seus representados.

Isto ocorre na saúde, nas obras, públicas, nas autarquias, já vimos muito disto em compras de equipamentos militares em muitos países.

Não é crime e é até louvável que o representante de uma marca defenda e se esforce para vender o que representa.

Crime, e chama-se corrupção, é alguém no interior duma instituição, supostamente independente ter poder de influenciar decisores ou participar na decisão contra recebimento de luvas ou outras contrapartidas em benefício próprio.

Sabemos que muitas vezes há comissões de escolha, mas nessas comissões há um que decide, os outros são meros figurantes que dizem sempre amém ao chefe.

Há uma certeza absoluta: Se fosse possível acabar com a corrupção em Portugal, não haveria défice, nem dívida pública.

Há muita gente que conhece e é prejudicada por casos de corrupção. Ninguém tem no entanto a ousadia de denunciá-los, porque uma coisa seria certa, o feitiço virar-se-ia sempre contra o feiticeiro.
Miguel Baía
 
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Submarinos
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:38 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
O colega de painel Nunes da Silva acaba de repôr a verdade, neste caso dos submarinos.
Alías, dois chefes da Armada, no Jornal de Notícias, também se referem em termos bastante claros a este caso, não deixando de criticar a posição, por exemplo de Almeida Santos de 2004 e a de agora.
A isto, chama-se CATAVENTOS !
Esperam ainda que o Governo tenha "SENTIDO DE ESTADO" !
Por fim, a compra dos submarinos foi iniciada nos tempos de António Guterres.
Ricardo Rodrigues, em nome do PS, ao contrário do que afirmara há dias, afirma poder vir a pedir uma comissão
de inquérito.
Muito bem.
E, então, porque é que se opõe à Comissão de Inquérito ao negócio PT/TVI ?
Não são dois pesos e duas medidas ?
 
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    Re: Submarinos    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 12:39 | Sábado, 3 de abril de 2010
    Re: Submarinos    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:25 | Sábado, 3 de abril de 2010
    Re: Submarinos    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 16:48 | Sábado, 3 de abril de 2010
Pois isto de manter a imparcialidade...
lord byron (seguir utilizador), 2 pontos , 13:13 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
São estes caprylm56 que tornam muito difícil manter equidistância … ele do alto das suas opiniões sobre tudo e conhecimentos sobre nada decreta: Sócrates é corrupto os outros são impolutos!
Não perco tempo com este tipo de coisas pelo motivo que sujam só de pensar em lhe tocar.
Quanto ao Nunes Silva, e tudo o que escreveu citando iliba ou condena porque???
 
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Aqui está uma que...
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 23:23 | Sábado, 3 de abril de 2010
... não sendo submarino também se afunda.

Como nem hipoteticamente diz respeito ao Sócrates, o silêncio é quase total:

«Impostos
Golfe da Portucale só paga 100 euros de imposto anual
Por Graça Rosendo
A Portucale, que está a construir um mega-empreendimento turístico em terrenos que pertenciam à Companhia das Lezírias, tem alvará de loteamento desses terrenos desde 1997 mas pagou sempre contribuição autárquica e imposto municipal sobre imóveis (IMI) como se não tivesse»

Fonte: Sol online

 
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Quem não deve não teme!
Mensagero (seguir utilizador), 1 ponto , 11:36 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
Parece tudo muito normal, no entanto, e uma vez que o nome do interessado é notícia, deveria este colocar-se à disposição da investigação, em nota pública, esclarecendo se teve ou não influência numa qualquer decisão técnica, com vista à obtenção de eventuais lucros. Naturalmente que essa análise será, tecnicamente difícil de avaliar, uma vez que cada técnico terá a sua própria opinião. A menos que se tratasse de erro grosseiro, o que não acredito.
 
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Memória curta?(1 de 5)
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 11:57 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
Têm atribuído a paternidade da compra de submarinos a Portas.
Porque a memória será curta ou há muita ignorância ou intencionalidade, convém relembrar o que se legislou e quem legislou. O que verão nos anexos seguintes.
Constata-se:
2ª Lei de Programação Militar (1993): 1º Ministro Cavaco Silva, PR Mário Soares –lá consta manutenção de capacidade submarina.
Revisão dessa Lei (1997) (votada em Plenário da AR presidido por Almeida Santos com aprovação final em Plenário presidido por Alegre) –lá consta manutenção de capacidade submarina.
Resolução do Conselho de Ministros (1998) presidido por Guterres, sendo ministros Sócrates e Cravinho)- decidido adquirir até 4 submarinos
 
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Memória curta? (2 de 5)
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 11:58 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
Resolução do Conselho de Ministros (1998) presidido por Guterres, sendo ministros Sócrates e Cravinho)-4 submarinos:
  N.o 25 — 30-1-1998 DIÁRIO DA REPÚBLICA — I SÉRIE-B 381
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
Resolução do Conselho de Ministros n.o 14/98
1 — A importância da manutenção da capacidade submarina para o sistema de forças nacional foi reconhecida na Lei n.o 67/93, de 31 de Agosto — 2.a lei de programação militar —, e na respectiva revisão— Lei n.o 17/97, de 7 de Junho —, através da inscrição de um programa visando aquele objectivo.
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,
Nos termos da alínea g) do artigo 199.o da Constituição, o Conselho de Ministros resolveu:
1 — Aprovar o programa em anexo à presente resolução, da qual faz parte integrante, que disciplina o processo relativo à aquisição de submarinos novos ou usados destinados à Marinha Portuguesa.
2 — A presente resolução entra em vigor no dia imediato ao da da sua publicação.
Presidência do Conselho de Ministros, 8 de Janeiro de 1998. — O Primeiro-Ministro, António Manuel de
Oliveira Guterres.
PROGRAMA RELATIVO À AQUISIÇÃO DE SUBMARINOS:
......................
Artigo 2.o
Objectivo da operação
..................
2 — Em condições definidas pelo Ministro da Defesa Nacional, a aquisição pode contemplar quatro unidades.
....................................

 
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    Re: Memória curta? (2 de 5)    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:27 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
    Re: Memória curta? (2 de 5)    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 12:46 | Sábado, 3 de abril de 2010
Memoória curta? (3 de 5)
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 11:59 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
A Lei de Programação Militar é lei da Assembleia da República.
Portas concluiu o que estava em marcha, reduzindo de 4 para 2 unidades.

Para baterem em Portas, resolveram muitos, com total ignorância técnica, dizerem que não precisávamos de submarinos. Alguns desdizendo o que tinham decidido quando no poder, como Almeida Santos e Cravinho.
    E outros, como ouvi ontem, num frente a frente da SIC Notícias, com M. José Nogueira Pinto a dizer que como éramos parceiros da NATO, a NATO nos defenderia. Não saberá que a NATO é um pacto de defesa mútua? Que os outros nos ajudarão se formos atacados tal como nós teremos de ajudar qualquer outro que seja atacado? Que por isso todos têm obrigação de ter meios militares para tal? Que Portugal tem fronteira marítima superior à terrestre? Que tem 2 arquipélagos? Que a maioria do nosso abastecimento é feito via marítima? Que ao largo da nossa costa passa toda a navegação aliada entre o Norte da Europa, África, Mediterrâneo, Médio e Extremo Oriente?
                António José de Matos Nunes da Silva

 
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Memória curta? (4 de 5)
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 12:01 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
Anexo 1:
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Lei n.o 17/97 de 7 de Junho
Revisão da 2.a lei de programação militar (Lei n.o 67/93, de 31 de Agosto
..........................
Aprovada em 13 de Março de 1997.
O Presidente da Assembleia da República, em exercício,
Manuel Alegre de Melo Duarte.
Promulgada em 22 de Maio de 1997.
Publique-se.
O Presidente da República, JORGE SAMPAIO.
Referendada em 27 de Maio de 1997.
O Primeiro-Ministro, em exercício, António Manuel de Carvalho Ferreira Vitorino.
Anexo:
......................
Manutenção da capacidade submarina
....................................................

Anexo 2:
DIÁRIO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA:
VII LEGISLATURA 2.ª SESSÃO LEGISLATIVA (1996—1997)
REUNIÃO PLENÁRIA DE 13 DE MARÇO DE 1997
Presidente: Ex.mo Sr. António de Almeida Santos
Vamos proceder à votação final global da proposta de lei n.º 69/VII — Revisão da 2.ª Lei de Programação Militar (Lei n.º 67/93, de 31 de Agosto).
Submetida à votação, foi aprovada, com votos a favor do PS e do CDS-PP, votos contra de Os Verdes e abstenções do PSD e do PCP.
....................................

 
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Memória curta? (5 de 5)
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 12:02 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
Anexo 3:
Lei 67/93 (DR I Séria-A 31-8-1993)
2ª Lei de programação militar
A Assembleia da República decreta...............................
Aprovada em 2 de Julho de 1993
O Presidente da Assembleia da República, António Moreira Barbosa de Melo.
Promulgada em 28 de Julho de 1993.
Publique-se.
O Presidente da República, Mário Soares.
Referendada em 3 de Agosto de 1993.
Pelo Primeiro-Ministro, Joaquim Fernando Nogueira, Ministro da Presidência.
Programas para o período de 1993-1997:
....................................
Manutenção da capacidade submarina
............................................

 
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    Re: Memória curta? (5 de 5)    Ver comentário
clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 12:44 | Sábado, 3 de abril de 2010
    Re: Memória curta? (5 de 5)    Ver comentário
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 15:22 | Sábado, 3 de abril de 2010
Jeitinho Português
HerriAlex (seguir utilizador), 1 ponto , 14:19 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
Boas Férias para a malta do Expresso... parece que não está ninguém em casa. Bom regresso!

Valha a verdade que este Povo até tem sido, em diferentes épocas da História, extraordinariamente inovador, seja nos factos, seja nas ideias.
Também, não fica mal reconhecer que o ADN mais ou menos estandardizado por estes 14 milhões da Diáspora, desliza com frequência para a displicência com que os Ricardo(s) assentados & sentados na Assembleia da Republica tratam os problemas da Ética e dos Euros que saltitam entre os nossos bolsos (PS) e os bolsos dos nossos compinchas (PPD/PSD/CDS/PP).
Que os submarinos alemães foram negociados para terem lastro bastante é ponto assente; que isto de 100 milhões a mais na factura seja problema político ?!
Oh! Ricardo… com franqueza Ricardo, nem na Atlântida profunda.
 
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Submarino mania
Runaldinho (seguir utilizador), 1 ponto , 14:39 | Sexta feira, 2 de abril de 2010
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  Submarinos: Contra-almirante tinha liberdade para ajudar consórcio 14 comentários

Para aqueles que estão tão preocupados com o tema, "submarinos" e a forma como este está a ser abordado pela Comunicação Social em contraponto com o processo "Face Oculta", aqui deixo sugestões caso andem distraídos!!!!
 
 
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    Re: Submarino mania    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 0:04 | Sábado, 3 de abril de 2010
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