12/02/2012 atualizado às 8:54
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SMMP reafirma que há "pressões"

Num comunicado, o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público congratula-se com "a manifestação pública de confiança do procurador-geral da República nos magistrados e polícias responsáveis pela investigação".

21:17 Terça feira, 31 de março de 2009

O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) congratulou-se hoje com a garantia do procurador-geral da República de que eventuais pressões sobre magistrados do processo Freeport estão a ser averiguadas,  reiterando que há "pressões". 

A direcção do SMMP, presidido por João Palma, congratula-se também com as indicações de Pinto Monteiro de que tais alegadas pressões "não atingem" os titulares do inquérito ao "caso Freeport", nem os "impedem de exercerem a sua missão com completa e total serenidade, autonomia e segurança". 

"A direcção do SMMP manifesta à Procuradoria a sua confiança que as averiguações já iniciadas conduzirão, na sede própria, ao cabal esclarecimento de todos os factos", adianta um comunicado enviado à Agência Lusa. 

O SMMP diz ainda regozijar-se "pela manifestação pública dessa intransigência dos colegas titulares do inquérito, face às pressões sobre eles exercidas, e manifesta-lhes, mais uma vez, a sua total solidariedade e apoio na condução isenta da investigação, extensiva aos investigadores do órgãos de polícia criminal envolvidos". 

Congratula-se ainda com "a manifestação pública de confiança do procurador-geral da República nos magistrados e polícias responsáveis pela investigação", na "reafirmação da forte determinação do Ministério Público em ver realizadas todas as diligências de investigação que a equipa de investigadores considerar pertinentes ao esclarecimento de todos os factos".   

Hoje, o procurador-geral da República (PGR) negou a existência de "pressões e intimidação" sobre os magistrados do "caso Freeport", garantindo que "fracassarão" quaisquer manobras para criar suspeição e desacreditar a investigação. 

Em comunicado, Pinto Monteiro afirma que, "como os magistrados titulares do processo expressa e pessoalmente reconheceram, não existe qualquer pressão ou intimidação que os atinja ou impeça de exercerem a sua missão com completa e total serenidade, autonomia e segurança". 

O PGR assegura que, no "caso Freeport", "a investigação prossegue com a inquirição de todas as pessoas que os magistrados considerarem necessárias, com a análise de todos os fluxos e contas bancárias com relevância, bem como com o exame da documentação atinente, nacional e estrangeira". 

Os magistrados titulares do processo, adianta Pinto Monteiro, "estão a proceder à investigação com completa autonomia, sem quaisquer interferências, sem pressões, sem prazos fixados, sem directivas ou determinações, directa ou indirectamente transmitidas, obedecendo somente aos princípios legais em vigor". 

Pinto Monteiro adverte que "fracassarão todas e quaisquer manobras destinadas a criar suspeições e a desacreditar a investigação, bem como as tentativas de enfraquecer a posição do MP como titular do exercício da acção penal ou a enfraquecer a hierarquia" do MP. 

Esta nota do PGR surge na sequência de uma posição do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), cujo novo presidente, João Palma, reiterou sábado a denúncia pública de pressões sobre os magistrados envolvidos na investigação do "caso Freeport". 

O processo relativo ao centro comercial Freeport de Alcochete está relacionado com alegadas suspeitas de corrupção no licenciamento daquele espaço, em 2002, quando o actual primeiro-ministro, José Sócrates, era ministro do Ambiente.

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É tudo muito estranho!
libertino (seguir utilizador), 1 ponto , 22:08 | Terça feira, 31 de março de 2009
É tudo muito estranho!!!
 
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Justiça é cega
Toni 2 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:13 | Terça feira, 31 de março de 2009
Num País onde não há Justiça,também não pode haver culpados. Não pode haver segredo,porque a Justiça é cega.
Seja qual for o veredicto não passará disso mesmo. Com uma Justiça assim quem poderá acreditar na culpa ou na inocência deste ou doutro caso? À Justiça tal como à Mulher de César não basta sê-lo é preciso parecê-lo. Em Portugal nem uma coisa nem outra. Quando a sentença é discutida na Praça Pública com as rádios, televisões e jornais cada um a escolher o seu veredicto conforme a opção politica,algo vai mal no Reino de Sua Magestade.
 
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Conta-se por aí
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 1 ponto , 22:30 | Terça feira, 31 de março de 2009
Parece que um Juíz português encontrou, aqui há uns tempos atrás, um antigo colega de Universidade.

Depois de trocarem umas impressões sobre a vida de cada um, a conversa foi a parar às actividades empresariais do colega.

Contou então ao juíz que, tendo a sua empresa apresentado uma proposta a um Ministério do actual Governo, a mesma foi aprovada, tendo sido comunicada a sua aprovação, em reunião entre os empresários e o Secretário de Estado de (cala-te boca).

Pois, parece que as palavras do Secretário de Estado foram mais ou menos estas: A vossa proposta foi aprovada mas vocês vão-ma reformular apresentando-a com mais 50 mil euros. Depois, quando receberem o pagamento, eu indicar-vos-ei a conta bancária onde irão depositar 40 mil.

É este o estado do Estado Português!

Os senhores jornalistas que investiguem porque, por alguma razão tem a Comunicação Social a fama de ser o 4º Poder. Esperemos que não seja só a fama e que tenham também o proveito.
 
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    Cuidado, sr. P:P.    Ver comentário
user178221 (seguir utilizador), 2 pontos , 0:34 | Quinta feira, 2 de abril de 2009
    Re: Cuidado, sr. Nuno Costa    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 1 ponto , 20:53 | Quinta feira, 2 de abril de 2009
    Re:"sh*t stirrer" ou mais um "anonimo"!    Ver comentário
Hom'Essa (seguir utilizador), 1 ponto , 1:57 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
    Ou não... ou não!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 1 ponto , 2:15 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
    Re: O delírio ou tesstemunha ?    Ver comentário
Liberto Dias (seguir utilizador), 1 ponto , 7:03 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
    Re: O delírio ou tesstemunha ?    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 1 ponto , 12:58 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
    Re: Conta-se por aí    Ver comentário
Kavai (seguir utilizador), 1 ponto , 14:50 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
    Re: Conta-se por aí    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 1 ponto , 15:50 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
Ser cidadão é ter obrigações
Toni 2 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:47 | Terça feira, 31 de março de 2009
Cumprir e fazer cumprir a Lei não é obrigação exclusiva daqueles que trabalham nas,Policias e Tribunais. Todo o cidadão que por algum motivo sabe de algum ilícito é sua obrigação denunciá-lo em vez de vir para a Imprensa lançar confusão. Só com cidadãos conciêntes das suas obrigações poderemos construir um País melhor. Criticar e não denunciar é não cumprir uma obrigação de cidadania.
 
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    Criticar e não denunciar    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 1 ponto , 23:11 | Terça feira, 31 de março de 2009
    Corajoso ou ...    Ver comentário
Liberto Dias (seguir utilizador), 1 ponto , 7:17 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
    Ou... nem uma coisa, nem outra!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 1 ponto , 14:44 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
    Re: Ou... nem uma coisa, nem outra!    Ver comentário
jmjl (seguir utilizador), 1 ponto , 16:29 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
    Re: Ou... nem uma coisa, nem outra!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 1 ponto , 22:02 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
    Re: Ou... nem uma coisa, nem outra!    Ver comentário
jmjl (seguir utilizador), 1 ponto , 22:43 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
Assim vai a Justiça em Portugal...
Pedro Lemos (seguir utilizador), 1 ponto , 9:04 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
O comunicado do PGR sabe a pouco.Como não acreditamos que o SMMP é uma organização de difamadores e irresponsáveis, forçoso é concluir que algo de muito estranho e embaraçoso se passa no âmbito da investigação criminal em Portugal. Os mais altos responsáveis passam o tempo a posar para a fotografia e a fazer declarações públicas (alguns até em comentadores radiofónicos e televisivos se converteram...), mas vai-se a ver... não fazem o seu trabalho que é o de fazer andar em tempo útil os processos judiciais. A Justiça está em estado de coma. De tal modo que até o ex secretário geral do PS Jorge Coelho se atreve a declarar que o Estado está desagregar-se. O assunto é muito mais sério do que se pensa! A questão é saber se haverá alguém capaz de pôr cobro à falência do órgão essencial do Estado que são os Tribunais! E só ao PM, ao ministro da Justiça e ao PGR cabe fazer a demonstração de que não temos razão!
 
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OPORTUNISTAS!!!!!!!!
franciscos (seguir utilizador), 1 ponto , 9:57 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
mas o que isso do sindicato dos magistrados??? ate agora ninguem sabia da existencia de um sindicato de magistrados???? agora aparece um dirigento do sindicato a querer priotagonismo e a lançar suspeiçoes sem concretizar. Que acuse, fulano e fulano e sicrano fizeram pressoes e pronto.
Ate agora por onde andaram os magistrados, o caso tem 5 anos ??? onde estavam eles caladinhos entretidos co o caso da fruta e da carolina, isso sim sao coisas que lhes interessa para desviar a atençao. Em vez de andarem a gastar milhares de euros para satisfazer grupos futebolisticos e tentarem acusar o pintop da costa deveriam era ter-se virado para estes assuntos bem mais graves e lesivos do interesse do pais.

Se alguem nao tem qualquer tipo de razao de se queixar sao os Magistrados ou o sindicato dos magistrados.
 
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TVI CASTELHANA
franciscos (seguir utilizador), 1 ponto , 10:07 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
A conspiraçao tem o seu epicentro na tvi, ora a tvi tem capitais espanhois e nao me parece que isso esteja dissociado da tentativa da tvi em denegrir ao maximo o PM e consequentemente Portugal. Tem-se assistido nos ultimos tempos por parte da tvi a um ataque sem razao de ser por tao violento , tentando criar o caos no pais que facilmente aconteceria com a crise que existe a nivel mundial.
Os castelhanos e nao eh brincadeira nenhuma sao por natureza imperialistas, veja-se o que esta a acontecer na catalunha onde existe ja um distancionamento cada vez maior de madrid, e esta atuaçao da tvi eh muito suspeita.
Nao tem o objetivo de informar tem o objetivo de denegrir atingingo Portugal.
Claro que falta autoridade e a democracia tem destas coisas, parece que estamos a precisar dum HUGO CHAVEZ E DAS FORÇAS ARMADAS BOLIVARIANAS???? PARA POR TAMBEM A COMUNICAÇAO SOCIAL NA ORDEM.
 
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    Re: bagaceira em excesso    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 14:42 | Domingo, 5 de abril de 2009
    Re: TVI CASTELHANA    Ver comentário
doctorcj (seguir utilizador), 1 ponto , 15:54 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
"SMM Reafirma Pressões"
alrane (seguir utilizador), 1 ponto , 15:59 | Quarta feira, 1 de abril de 2009
Vamos por partes, a ver se conseguimos perceber, o que
parece uma "trapalhada", com a evidente intenção de
confundir:

Primeiro, vem um responsável pelo SMMP,fazer declaracões públicas, de que os magistrados do MP, estão a receber pressões no caso "Freeport".
Não esclareceu em que sentido essas pressões eram feitas, nem quem as fazia, ficou-se pelas insinuações,
exactamente, como os inventores de "histórias", de que
todos estamos fartos.

Depois, vem o procurador fazer o comunicado que se segue:

"Em comunicado, Pinto Monteiro afirma que, como os magistrados titulares do processo expressa e pessoalmente reconheceram, não existe qualquer pressão ou intimidação que os atinja ou impeça de exercerem a sua missão com completa e total serenidade, autonomia e segurança".
 
Afinal, em que é que ficamos?

Era tempo dos "contadores de histórias" serem chamadas a justificar aquilo que dizem, não sentirem que podem enxovalhar quem lhes apetecer e ficarem impunes.
 
Há fortes razões para acreditarmos que José Sócrates
foi envolvido na dita"campanha negra" pelas seguintes
razões:

1- Porque a oposição compreende que, lealmente, não
        conseguirá retirar-lhe a mairia absoluta.

2-Porque José Sócrates mexeu em alguns previlégios,
      poderes instalados e corporativistas, fazendo das
      pessoas atingidas "fiéis inimigos de estimação".
      Se alguém tivesse dúvidas, bastaria vermos de onde
      partem as insinuações, o diz que disse.

 
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    Re:    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 1 ponto , 19:41 | Quinta feira, 2 de abril de 2009
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