13/02/2012 atualizado às 1:11
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Sim, somos gays

São jovens que não abrem mão de ser quem são. E de amar às claras. Sem máscaras. Querem dar a cara, com ou sem o apoio dos pais. São a nova geração gay. Clique para visitar o canal Life & Style.

Bernardo Mendonça e Chistiana Martins (texto), Jorge Simão (fotografias)
7:07 Quinta feira, 25 de fevereiro de 2010
Sim, somos gays

Apenas Maria e Manuel, casal de classe média, de 42 e 43 anos, aceitaram dar a cara pela homossexualidade da sua filha Alice. Uma adolescente extremamente bonita, feminina, a milhas de distância do estereótipo da lésbica arrapazada. Há dois anos Alice confessou à mãe que era homossexual. Tinha 14 anos e não aguentou guardar para si o segredo. Os pais apoiaram-na. Ainda pensaram que poderiam ser dúvidas de adolescente, mas com o tempo, a filha fê-los ver que estavam errados. (ver depoimento).

Alice ainda não ganhou coragem para assumir a sua identidade sexual aos amigos, colegas ou à restante família. Tem receio das consequências, das reacções. Por isso é a única adolescente nesta reportagem que não dá a cara e o seu verdadeiro nome não é Alice. No entanto, foi ela mesma quem contactou o Expresso, decidida a partilhar a sua história e que pediu aos pais que partilhassem o seu testemunho.

Chegam os três pontualmente ao café combinado em Lisboa. Parecem serenos. Cúmplices. Em paz. Quem fala primeiro é o pai. Olhos nos olhos: "É estranho. Esta é a primeira vez que estou a falar em frente à minha filha sobre a sua sexualidade. A mesma questão se poria se estivéssemos a falar das minhas outras duas filhas. O que difere é que a orientação sexual da Alice gera uma tal reacção de rejeição e ignorância por parte da sociedade que nos obriga a dar esta entrevista. Preferia que não fosse necessária". Alice permanece em silêncio.

Aceitação natural

A mãe recorda como a tentou acalmar quando a filha lhe revelou que gostava de raparigas. "Disse-lhe que estaríamos sempre com ela. Incondicionalmente. Os pais desejam sempre para os filhos a maior felicidade, não é? E estava na altura de nós demonstrarmos isso mesmo. A nossa aceitação foi natural. Talvez tenha ajudado o facto de não sermos preconceituosos. Se ainda não assumimos aos outros elementos da família é porque a nossa filha não se sente preparada". O pai olha para a filha e confessa a sua maior preocupação: "Sinto que pode ser mais difícil para ela ser feliz, que pode encontrar mais entraves na sua vida só pelo facto de gostar de pessoas do mesmo sexo. Mas estaremos aqui para a amparar e aconselhar". A mãe remata o assunto: "É puro egoísmo sermos nós a designar o futuro dos nossos filhos. O importante é apoiá-los nas suas escolhas, respeitá-los, aceitá-los com as suas vontades e desejos. Quanto a mim, a única coisa que me faz distinguir as pessoas é se têm um bom ou mau carácter. Se são bons ou maus cidadãos. Se defendem as causas que acreditam. O resto? São apenas características. Tal como o facto de a Alice ter o cabelo e os olhos castanhos, ser inteligente ou responsável".

Foi por acharem exactamente o mesmo, e se sentirem incomodados com o silêncio e o preconceito da sociedade sobre este tema, que o casal Margarida e Paulo, de 51 e 50 anos, decidiu formar a Associação de Mães e Pais Pela Liberdade de Orientação Sexual (AMPLOS) cinco anos após terem descoberto que uma das filhas - Catarina, 22 anos - tinha uma orientação homossexual. "Os pais têm que decidir se querem estar do lado do preconceito contra os filhos ou do lado dos filhos contra o preconceito. Nós esperamos que passe a ser vergonha a homofobia e não a homossexualidade". A socióloga e o professor universitário assumem que passaram numa primeira fase por um processo de adaptação à notícia: "Tal como os nossos filhos, também passamos pela nossa saída do armário, o nosso coming out (processo de revelação da orientação sexual). Porque este não é apenas um assunto dos filhos. Tivemos que revelar aos nossos amigos, familiares, que a nossa filha tinha uma namorada. E fizemo-lo paulatinamente e com o cuidado de ter a sua concordância nessa revelação. Porque o nosso amor por ela é incondicional".

De acordo com estes fundadores, a AMPLOS (http://amplosbo.wordpress.com) é basicamente "uma vontade" criada em Junho deste ano. Uma vontade de juntar pais e mães que um dia souberam que um dos seus filhos é gay, lésbica, bissexual ou transgénero. Conscientes de que uma reacção positiva a essa revelação "é fundamental no processo da construção da personalidade dos filhos". O balanço da iniciativa é, segundo eles, bastante positivo. "Estamos neste momento em contacto com 35 pais e mães. Às reuniões da AMPLOS têm vindo cerca de 15, que partilharam os seus medos, as suas preocupações e as suas histórias de amor pelos filhos". Estes encontros decorrem periodicamente entre Lisboa e Porto, contando com maior participação por parte das mães do que dos pais". Para que não haja equívocos, Margarida remata: "Não queremos estar em vez dos nossos filhos protegendo-os da discriminação de que são alvo - isso seria menorizá-los, mas estar ao seu lado nesse movimento longo que tem juntado muitas organizações civis contra a agressão homofóbica, contra o estigma. E digo mais: Somos pelos valores mais fortes da família: Amor aos filhos, à verdade e à liberdade".

Pensamentos suicidas

O assunto é demasiado sério e a consciencialização da sua cada vez maior dimensão já está a empurrar os investigadores portugueses a debruçarem-se sobre o tema. Inédita em Portugal, a dissertação de Patrícia Rodrigues foi defendida no ISPA (Instituto Superior de Psicologia Aplicada) há cerca de duas semanas e aprovada com 18 valores. Em causa está justamente o estudo das "ideações suicidas e da homofobia internalizada" nos jovens portugueses. Traduzindo: os pensamentos suicidas que assaltam estes jovens e, simultaneamente, os sentimentos de rejeição que sentem em relação aos gays. Sendo, ou não, eles próprios também homossexuais.

A pesquisa abrangeu um universo de 389 pessoas, que responderam a três tipos de inquéritos através da Internet e a idade média dos participantes foi de 19 anos. Do total, 36% autodefiniram-se como gays, 21,9% como lésbicas, 25,2% como bissexuais e 17% como heterossexuais. Assim, 61,4% dos inquiridos assumiram-se como homossexuais. Uma verdadeira surpresa para a investigadora, segundo explicou ao Expresso, alertando para o facto de, à partida, quem respondeu poder ter um interesse pessoal no assunto. De registar ainda que, destes, 44,2% disseram ter sido já vítimas de discriminação, ou seja, quase metade dos participantes!

E se o assunto se banaliza em quantidade, o mesmo não se pode dizer da pressão social sobre quem se assume como homossexual. Quando inquiridos sobre "quem sabe da sua sexualidade?", os jovens revelaram que falam da sua orientação sexual a apenas alguns amigos e à família, "mas só a parte, como a irmãos ou somente um dos pais, preferencialmente a mãe".

O mais importante, contudo, é que a pesquisa revelou que "os jovens que se autodefiniram como gays apresentam níveis mais elevados de homofobia internalizada". Dito de outra forma: rejeitam-se a eles próprios e aos outros homossexuais. Já os pensamentos suicidas foram mais relevantes junto dos bissexuais. "Parece que os jovens que não assumem abertamente a sua sexualidade têm mais ideação suicida que os jovens que assumem", afirma Patrícia Rodrigues. A explicação deste comportamento poderá estar no facto de que "os jovens que se percepcionam como bissexuais, acomodam dois tipos de sentimentos, o de uma heterossexualidade, que é valorizada socialmente, e o de isolamento próprio de uma eventual identidade homossexual. É entre este turbilhão de sentimentos, potenciado também pela fase da adolescência, que podem surgir pensamentos suicidas, de confusão e não pertença a nenhum destes 'dois mundos'". E finaliza: "A adolescência é o período durante o qual a pessoa procura uma resposta, através das suas relações, de experiências sociais e sexuais, através daquilo que aprende acerca do que é aceitável para a sua consciência".

Importa a maturidade e não a idade

"Quando se trata de assumir a sua orientação sexual e de a partilhar, não há idades mínimas. Os pais devem sempre levar muito a sério o que os filhos falam", explica Pedro Frazão, psicólogo e psicoterapeuta, especializado no acompanhamento de adolescentes homossexuais. Com a sociedade portuguesa a aparecer cada vez mais aberta e capaz de aceitar as diferenças, há muitos pais, contudo, que preferem pensar que a homossexualidade é apenas uma fase transitória, característica da adolescência. "No fundo, pode tratar-se apenas da negação dos pais, que foram formatados para pensar que os seus filhos serão heterossexuais e, por isso, eles próprios têm de aprender a reconstruir as suas identidades enquanto pais de filhos homossexuais", afirma Pedro Frazão.

O que o psicólogo rejeita é que se possa estar a viver em Portugal uma moda, um período em que afirmar uma sexualidade alternativa até se torna um motivo de aceitação. Até porque a orientação sexual não é uma escolha. "Há pessoas que são mais precoces, sobretudo os homens, com casos de certeza da sua sexualidade desde a infância. As mulheres têm uma sexualidade mais complexa e flutuante, muitas vezes só se assumem depois de adultas. Os percursos não são lineares", explica Frazão. O médico explica ainda que a adolescência é altura em que "se forma a identidade sexual, a questão emerge e se consolida e é, sobretudo, quando se dão as primeiras experiências afectivas e sexuais". Segundo explica, hoje o coming out acontece em média aos 15 anos, bastante mais cedo que nos anos 80 em que a maioria dos homossexuais só se assumia a partir dos 21 anos. E que consequências pode ter essa saída do armário numa idade mais precoce? "Depende. A revelação deve ser feita com cuidado e gradualmente a pessoas da família, a amigos de confiança até as pessoas sentirem que existe um contexto que lhes é favorável e acolhedor a essa nova informação. Para evitar discriminação e violência homofóbica, que muitas vezes surgem no contexto escolar. Mas a partir do momento em que a revelação é feita, gera-se um sentimento libertador, uma sensação de confiança e honestidade perante os outros que é saudável". E conclui: "Os jovens devem poder partilhar a sua sexualidade, com os pais e com a sociedade, a partir do momento em que sintam necessidade. Afinal, se o fazem é porque precisam de ser aceites".

Dar a cara contra o preconceito

"Olá! O meu nome é João Valério, tenho 21 anos e gosto de homens". É com uma atitude confiante, descontraída e algo desafiadora que este rapaz se apresenta frente a uma turma de adolescentes da Escola EB 2/3 do Agrupamento Bairro Padre Cruz, em Telheiras, Lisboa.

Está ali na qualidade de dirigente da rede Ex-aequo, uma associação nacional de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros (LGBT) e simpatizantes que trabalham na defesa dos direitos da juventude LGBT de Norte a Sul de Portugal. A turma a quem ele se dirige é constituída por adolescentes entre os 16 e os 19 anos que estudam para concluir um curso profissional de acompanhamento de crianças, correspondente ao 9º ano de escolaridade.

Uma rapariga esconde-se na gola do casaco num riso nervoso. O colega do lado morde os lábios para não se escancarar a rir também. Mas a maioria dos alunos mal reage. Estão atentos, espantados, curiosos. Ao lado de João, está Manuel Abrantes, 27 anos, doutorando em Sociologia Económica no ISEG, também ele voluntário da rede ex-aequo. Aproveita o quase silêncio da assistência para agarrar num giz e pedir aos alunos para o ajudarem a preencher o quadro de ardósia com sinónimos de homossexual. "Vale tudo. Todos os nomes que conhecerem para o homem e para a mulher", avisa.

Nem foram precisos cinco minutos para que o quadro da sala se enchesse com insultos homofóbicos: Maricas, fufa, paneleiro, bicha, boiola, virado, panuca, sapatona, camionista, lambe-carpetes, entre outros. "Como podem ver estas palavras não são propriamente elogios. Não se dizem aos amigos, nem a quem gostamos. E se eu vos disser que uma em cada dez pessoas é homossexual? Já viram a quantidade de homossexuais que provavelmente conhecem, sem o saberem? Serão colegas, irmãos, tios, primos, vizinhos. E talvez não o saibam porque essas pessoas têm medo de ser discriminadas...", alerta Manuel. João completa-o: "Há pessoas que se suicidam porque são gozadas e insultadas na escola com expressões como estas. Isso é bullying homofóbico, ou seja, maltratar física ou verbalmente uma pessoa baseado na sua orientação sexual. O que é grave, errado, preconceituoso. Não há mal nenhum nas pessoas que gostam de outras do mesmo sexo".

Actualmente existem cerca de 30 voluntários em Portugal que, tal como João e Manuel, vão às escolas a convite dos alunos, professores e associações (APAV, SOS Racismo) para partilharem informação sobre temas da homossexualidade, bissexualidade e transgenerismo. Um projecto que integra o Projecto Educação LGBT, apoiado pela Fundação Europeia da Juventude do Conselho da Europa. "O retorno é sempre muito positivo. Com estas acções quebra-se o estereótipo e normaliza-se a questão. Porque regra geral, os miúdos têm ideias demasiado desfiguradas, deturpadas e estereotipadas do que é ser-se gay, lésbica ou transgénero", explica Rita Paulos, porta-voz da rede ex-aequo (www.ex-aequo.web.pt), fundada em 2003, e que conta actualmente com oito grupos de jovens voluntários em Aveiro, Braga, Coimbra, Évora, Faro, Lisboa, Porto e Viseu.

Publicado na Revista Única do Expresso de 13 de Fevereiro 2010

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O que acontece é que também há muita Egodistonia
Entrelinhas (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 8:28 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
O que acontece é que também há muita Egodistonia
  Egodistonia acontece quando os aspectos do pensamento, os impulsos, atitudes, comportamentos e sentimentos contrariam e perturbam a própria pessoa, como por exemplo num caso em que a pessoa é homossexual mas discorda desta sua característica.
Neste caso, a actividade mental está em oposição ao ego. Há um conflito entre o ego e os impulsos e exigências do id e do superego.
 
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Parabéns
Chips (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 9:52 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
Parabéns aos jornalistas. Gostei do texto. É sereno e ajuda-nos (espero eu!) a perceber que somos todos normais, independentemente dos nossos gostos sexuais. Tomara que todos pensassem assim...
 
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Irresponsabilidade
Miranda07 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 9:57 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
Esta "notícia" tem algo de muito estranho. E o que eu acho é o seguinte: que "literatura" tão descaradamente apologética, tão irresponsavelmente auto-justificativa, tão vergonhosamente feita de estratégias de marketing disfarçadas de "ciência" é demasiadamente vergonhosa, é demasiadamente escandalosa para nisso ocupar o meu tempo. Assim, não! Assim nunca iremos lá! E o assim, para mim, chama-se fazer dos outros parvos! Rejeito este tipo de informação como sendo anti-ético, irresponsável e apenas feito de lugares-comuns. Um pouco mais de decência, por favor! Cuspir assim sobre a gente não dá; não vale. A homossexualidade, ou a tendência à mesma, é um problema que necessita de ser afrontado. Mas divulgar uma tese só porque teve 18 numa qualquer escola de psicologia em Portugal é o mesmo que dizer nada; é o mesmo que fazer dos leitores uma cambada de estúpidos; é, de facto, uma indecência. E depois esses grupos que vão às Escolas? Lindo serviço! De facto, é para isso que pagamos impostos: para grupos de "voluntários" se permitam fazer a apologia de estilos de vida que estão longe de ser um bom para a sociedade, que estão a léguas de trazer felicidade a quem os escolhe. E quanto ao factor genético: deixem o tema para os cientistas e investigadores que realmente o são; e deixem de fazer dos nossos adolescentes e jovens meras cobaias! Estou desolado com esta "notícia", com este acto de vender o que não se tem e o que não se deve. Assim, quanto a mim, nunca iremos "lá"!
 
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ckage (seguir utilizador), 3 pontos , 10:37 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:33 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 18:25 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 21:26 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Necessidade    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 0:05 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:36 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Necessidade    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 13:16 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:11 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
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heidern (seguir utilizador), 1 ponto , 14:46 | Segunda feira, 1 de março de 2010
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:23 | Segunda feira, 1 de março de 2010
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heidern (seguir utilizador), 1 ponto , 16:44 | Segunda feira, 1 de março de 2010
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:41 | Segunda feira, 1 de março de 2010
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All that Jazz (seguir utilizador), 1 ponto , 19:35 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 11:29 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:43 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 19:54 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 21:15 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Não és nada arrogante! Ó Vendedordeverdades ZERO7    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 13:45 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    E se fosses trabalhar, o Zurrona?    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:29 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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Chips (seguir utilizador), 1 ponto , 10:03 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:50 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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kika 1900 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:42 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Irresponsabilidade    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:57 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Irresponsabilidade    Ver comentário
kika 1900 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:10 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Irresponsabilidade    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:40 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
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kika 1900 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:27 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Irresponsabilidade    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:06 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
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AnaD (seguir utilizador), 1 ponto , 13:24 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Irresponsabilidade    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 18:01 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
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ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 0:08 | Domingo, 28 de fevereiro de 2010
    Re: Irresponsabilidade    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 8:16 | Domingo, 28 de fevereiro de 2010
Acho muito bem!
joa de arievilo (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 23:02 | Quinta feira, 25 de fevereiro de 2010
Se eu fosse mulher era lésbica de certeza! Nem compreendo como uma mulher pode gostar de um homem! As mulheres a duas a três, de qualquer jeito é o que há de melhor no mundo!
 
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Não Há fotogaleria...
xadrez (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 23:40 | Quinta feira, 25 de fevereiro de 2010
Corrijam lá isso, mas ponham lá duas mulheres, se faz favor, está bem?
 
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"uma em cada dez pessoas é homossexual"-diz ele...
Manuel Pio (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 1:05 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
Mas há quem diga que Kinsey não estava correcto:
http://www.slate.com/id/2...

Os estudos mais recentes da Laumann University of Chicago, de Simon Le Vay e de Dan Hamer apontam para uma incidência entre 1 e 3,9% de homossexuais entre os homens, pelo que li.

Parece-me que andam a vender "banha da cobra" pelas escolas portuguesas.
 
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    Quer dizer que...    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 10:49 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 12:34 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 12:47 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 12:50 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re:    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 11:35 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    A banha que tu queres vender nas escolas é outra!    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 11:39 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 12:37 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 14:19 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 14:55 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Esou emocionado    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 15:27 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 16:18 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 16:39 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 18:03 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 20:08 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 22:17 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 22:51 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 18:23 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    No outro já não dá...colo aqui o q lá escrevi    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 19:30 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Faça o favor de ser Feliz, eu já fui e ainda sou    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 19:32 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 21:14 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 21:45 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 22:14 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 22:26 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
José Feliz (seguir utilizador), 1 ponto , 22:47 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Para J.Feliz, que soube deste post por email.    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 6:06 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Para o Pio que insiste e não percebe    Ver comentário
José Feliz (seguir utilizador), 1 ponto , 9:27 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Para J.Feliz, que soube deste post por email.    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 6:09 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Para o Pio que insiste e não percebe    Ver comentário
José Feliz (seguir utilizador), 1 ponto , 9:29 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Re: Para J.Feliz, que soube deste post por email.    Ver comentário
José Feliz (seguir utilizador), 1 ponto , 9:40 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 20:19 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 20:20 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 20:22 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 20:25 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
José Feliz (seguir utilizador), 1 ponto , 22:06 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 20:26 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    J.Feliz,você ñ s controla,pelo q vai responder-m    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 20:30 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Quem está emocionado sou eu ...    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 22:00 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Quem está emocionado sou eu ...    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 22:40 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Quem está emocionado sou eu ...    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 13:32 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Quem está emocionado sou eu ...    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 13:51 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Muito pelo contrário...    Ver comentário
José Feliz (seguir utilizador), 1 ponto , 21:48 | Segunda feira, 1 de março de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 18:49 | Terça feira, 2 de março de 2010
    Re: Re:    Ver comentário
José Feliz (seguir utilizador), 1 ponto , 19:42 | Terça feira, 2 de março de 2010
    Re:    Ver comentário
Manuel Pio (seguir utilizador), 1 ponto , 22:01 | Terça feira, 2 de março de 2010
Não há pachorra
leitordecomentarios (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 12:08 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
Já não há pachorra para esta "problemática gay" ... na TV, nos Jornais, nas revistas, na rádio, na net, ... nos comentários do Expresso... todos os dias a toda a hora .... ... parece uma campanha a vender um produto. Os gays são gays e ponto final. Não devem ser descriminados por isso.

Espero que o meu comentário passe desta vez ...
 
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    Re: Não há pachorra    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 12:30 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Não há pachorra    Ver comentário
leitordecomentarios (seguir utilizador), 1 ponto , 0:02 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    i didn't get it.    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 0:13 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Não há pachorra    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 0:41 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
fotogaleria onde?
alexhp (seguir utilizador), 1 ponto , 22:40 | Quinta feira, 25 de fevereiro de 2010
Não vejo nada..
 
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A
xadrez (seguir utilizador), 1 ponto , 23:35 | Quinta feira, 25 de fevereiro de 2010
versão feminina do desvio à norma, vá lá, ainda aceito; a masculina, não dá para entender, pronto, não compreendo, ok? Talvez por ser do sexo masculino e só ter olhos para elas, vá lá.
 
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    Re: A    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 11:07 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: A    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 11:43 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: A    Ver comentário
xadrez (seguir utilizador), 1 ponto , 8:03 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: A    Ver comentário
xadrez (seguir utilizador), 1 ponto , 8:04 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
Façam o pino
Outubro1560 (seguir utilizador), 1 ponto , 5:04 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
Não vale a pena reprimir o que existe.
De resto, nem acho que as xenofobias dos portugueses se bastem realmente à orientação sexual.
É como se os homossexuais fossem o bode espiatório possível de todas as outras diferenças inexplicáveis, inclassificáveis. Impossíveis de catalogar.
 
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AMPLOS e EX-AEQUO
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 14:45 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
Desconhecia a existência, talvez por ser recente, da AMPLOS. Conhecia a versão norte-americana. É pena que os ventos que atravessam o Atântico sejam caprichosos e que iniciativas como esta, se a influência devem à sua congénere, sejam transportadas por brisas vagarosas.
É uma iniciativa louvável e admirável que, por enquanto, parece que só alguém que passou solitariamente pela sua identificação e assunção consegue compreender. A partir de agora, haverá, certamente, muitos jovens que não passarão por esse processo desamaprados, sozinhos e às escondidas.
De louvar será, também, o trabalho do grupo ex-aequo nas escolas, pois apesar de estas se terem aberto à comunidade nos últimos anos e terem campanhas de inserção das minorias na sociedade portuguesa, a minoria LGBT, tanto quanto sei, encontrava-se excluída.
Só com o esforço de pais, professores e todos aqueles que se encontram envolvidos no processo educativo, conseguiremos evoluir enquanto seres humanos no que a este aspecto da nossa vida diz respeito.
No momento em que a orientação sexual tiver a mesma importância e relevo social que a cor dos cabelos e dos olhos, acabará a violência e o ódio.
O desconhecido gera o medo e a incompreensão. Através de movimentações como estas, a escuridão será vencida!

 
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Mariquices
MisterXis (seguir utilizador), 1 ponto , 15:39 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
Há aqui comentários bem razoáveis, porque emitem uma opinião e é isso que se espera duma opinião. Mas há quem reaja com evidente violência a algumas opiniões, o que já é esquisito e inaceitável. Uns podem manifestar-se e outros não? Todos temos que aceitar os comportamentos de alguns, mas os "alguns" não têm de concordar com os "todos"? Que raio vem a ser isto?

Mariquices!
 
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    Grunhices    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 19:20 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
Pois...
CidadaoAtento. (seguir utilizador), 1 ponto , 16:20 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
Não se compreende porque opiniões que não sejam a favor, sejam condenáveis. Porquê obrigar alguns a aceitar algo que consideram inaceitável? São contra a homossexualidade...E para quem tanto fala de liberdades, porque não se pode ter uma opinião desfavorável em relação a este assunto? Perseguição? Perseguição é a ideia que se tenta passar, para atingirem os seus objectivos. Não trabalham para isso de um forma natural, lançou-se a ideia de que se criou um clima de terror, que na realidade não existe. Querem que a instituição familia seja esquecida do dia para a noite? Jamais. E a verdade, por mais que custe, é que ainda existem pessoas dipostas a defender a familia. E não podem ser criticadas por isso. Da mesma maneira que alguns não querem ser criticados pelas suas opções. Isto de só porque os outros são e têm então nós tambem temos que ir atrás, não pode ser tão linear. Somos um pais de costumes, que se estão a perder com o tempo, e certos assuntos têm que ser discutidos de uma forma séria, ou então não se discutem, e meia dúzia decidem por milhões. Logo, não percebo qual a razão para tanta queixa. Diria até que as coisas não podiam estar a correr melhor para os que defendem a liberdade na opção sexual. Eu, irei constituir familia e criar os meus filhos. Educa-los de maneira a que eles façam o mesmo.
Toda esta discussão espelha bem a "Républica das Bananas", a que chegou Portugal. Não se pretende ofender ninguem, apenas expressar uma opinião.
 
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    Pois não.    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 21:07 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Pois não.    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 22:10 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Pois não.    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 22:13 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Desculpe    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 23:45 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
    Re: Desculpe    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 1:17 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Desculpe    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 13:07 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Desculpe    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 13:40 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Desculpe    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 13:29 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Pois não.    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 1:09 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Pois não.    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 13:36 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Pois não.    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 14:13 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
    Re: Pois não.    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 14:16 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
E matemáticamente..o que é um gay ?..
Fernando Torres (seguir utilizador), 1 ponto , 16:24 | Sexta feira, 26 de fevereiro de 2010
É um cueficiente..
 
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    Re: E geometricamente..o que é um homófobo ?..    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 1:23 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
Mas será que há gente que pensa? oO
SJSC (seguir utilizador), 1 ponto , 0:03 | Sábado, 27 de fevereiro de 2010
Ora, sou e com muito orgulho um dos que contribuiu para que esta noticia estivesse nesta revista. Li praticamente todos os comentários, o que alguns deles só me dão vontade de rir e outros concordo plenamente. Mas pronto lá está, o agora? ai os meus filhos não podem lidar com essa gente, ainda viram tambem? VIRAM? LOL a homossexualidade não é algo que nós escolhemos ^^ mais cedo ou mais tarde, sentimos. felizes aqueles que nao o são :D e se os heteros não têm vergonha, porque é que nós haveriamos de ter?

Li tanta coisa que já me esqueci mais que metade LOL é o que dá ignorar a ignorancia xD No entendo ponho algumas questões: "Será o que voss@ filh@ não é gay/lésbica? Será?" pensem nisso. Ou então: "E se o nosso presidente daqui a uns anos fosse gay/lésbica?" Expliquem-me qual é o mal? E mais: Tanta discussão agora para no futuro as pessoas olharem e rirem disto, porque quer os heteros preconceitusos queiram ou não, e sinceramente é-me indiferente, isto será e vai ser visto como uma coisa normal. porque quer queiram quer não, os grupos que tanto dizem serem desnecessários e que vão às escolas "recrutar" pessoas (LOL) estão a conseguir mudar a mentalidade das pessoas e não a sua personalidade/gostos. e está MAIS QUE PROVADO que amizades/relacionamentos profissionais/etc etc etc nao muda ninguém ^^ E FELIZMENTE ainda existe gente DECENTE neste mundo que aceita normalmente os amigos. Porque pronto " nao se deve julgar um livro pela capa"
 
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