A ministra da Saúde anunciou o registo do primeiro caso de gripe A (H1N1) confirmado em Portugal. A mulher de 30 anos que contraiu o vírus já não apresenta risco de contágio. (Veja o vídeo no fim do texto)
A ministra da Saúde afirmou hoje que a confirmação de um caso de gripe A (H1N1) em Portugal não representa uma "preocupação acrescida", garantindo que não existe "qualquer risco de transmissão a terceiros".
Em conferência de imprensa, Ana Jorge confirmou que o único caso de gripe A (H1N1) que estava sob investigação em Portugal se confirma, assegurando que a paciente em causa não apresenta sintomas gripais há vários dias, nem representa "qualquer risco de transmissão da infecção a terceiros" e que já teve "alta clínica".
Os familiares e o grupo que a acompanharam numa viagem ao México foram identificados e estão a ser acompanhados pelas autoridades de Saúde, mas segundo Ana Jorge não registaram quaisquer sintomas até ao momento.
A governante avançou ainda que todas as restantes análises realizadas até momento no Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) deram resultados negativos para o vírus H1N1 do tipo A. "Não existe actualmente qualquer caso sob investigação laboratorial" em Portugal.
Ana Jorge sublinhou ainda que as medidas activadas no país demonstraram serem as "mais adequadas" e que, mesmo perante uma doente que já não apresentava sintomas, não foi negligenciado qualquer procedimento.
A confirmação deste caso não justifica, assim, a alteração das medidas tomadas até agora por causa da gripe A (H1N1), provocada por um novo vírus que está a espalhar-se pelo mundo a partir do México.
"O actual nível pandémico da Organização Mundial da Saúde, o nível cinco, significa que existem um ou mais pequenos surtos no mundo com transmissão de pessoa a pessoa, mas em Portugal não existe evidência de transmissão entre pessoas", disse.
No entanto, acrescentou, essa situação não significa um "atenuar" das medidas de prevenção já tomadas.
Antecedentes
A suspeita surgiu a 30 de Abril, dia em que o Ministério da Saúde anunciou que uma mulher se encontrava em observação num hospital de Lisboa. Nesse dia, em conferência de imprensa, o secretário de Estado da Saúde Manuel Pizarro disse que a paciente, a ser sujeita a análises, apresentava, contudo, uma "situação clínica bastante favorável".
No encontro com a comunicação social a 1 de Maio, a ministra da Saúde esclareceu que a mulher, de 30 anos, observada no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, se encontrava em casa. O teste que realizou pelo Instituto Ricardo Jorge, em Lisboa, deu positivo para o vírus da gripe tipo A não sazonal pelo que a colheita seguiu para os laboratórios certificados da Organização Mundial de Saúde em Londres.
"A senhora apresentava um quadro compatível com o das pessoas infectadas pelo vírus e, como tinha vindo de uma zona infectada, o México, está em casa, com indicação para o cumprimento das regras anti contágio: o uso de uma máscara e a lavagem frequente das mãos", esclareceu então a ministra.
"Todas as pessoas com quem ela contactou depois de regressar estão sinalizadas", assegurou ainda a governante, para quem "o domicílio é o melhor lugar para a senhora estar, pois permite ter uma noção correcta das pessoas com quem convive".
É preciso ter cuidado com as manipulações das massas que por razões óbvias é pelos vistos feita a nível global.
Esta minha intervenção visa chamar a atenção para situações que têm acontecido nos últimos dias, a saber:
Desde que se declarou a pandemia da gripe suína que a cotação das farmacêuticas nos principais mercados internacionais têm registado crescimentos fora do normal para esta época em que impera a crise de confiança, especialmente no mercado de capitais.
Regista-se um fluxo elevado de capitais para a compra do papel das farmacêuticas havendo alguns analistas que chegam inclusivamente a chamara a estas aquisições “o colchão que nos fazia falta”.
Em termos médios a valorização das 10 maiores farmacêuticas mundiais registada nas últimas 4 sessões foi de 2% e o potencial de valorização situa-se nos dois dígitos havendo 3 farmacêuticas cujo potencial de valorização é superior a 20% (Cephalon, Novartis e Celgene).
Com isto quero dizer que podemos estar perante uma manobra das farmacêuticas que ao generalizarem esta corrente de pânico promovem o fabrico e venda dos seus produtos, medicamentos, vacinas. Hoje já ninguém fala da gripe das aves que por esse mundo foram provocou 46 vitimas confirmadas… só na China, que tem mil e seiscentos milhões de habitantes, morreram 24 pessoas e no meio daquele histerismo global muitos antibióticos e retro virais foram vendidos … até eu, por pressão da minha mulher, tive que comprar o famoso tamiflu.
Estou muito sossegado, porque vejo do lado das autoridades competentes duas coisas. Uma demostra que estão atentos, como acontece em todo o Mundo e a outra, que tudo está a ser feito para passar a mensagem através da Comunicação Social. Na verdade vivemos na Aldeia Global para o bem e para o mal e é espantoso a reacção concertada a nível Mundial única maneira rápida de erradicar a doença. É o que se chama cortar o mal pela raíz. Tenho a certeza que o problema será resolvido brevemente. Era também tudo o que a economia não necessitava neste momento. Hoje com os conhecimentos que a Humanidade adquiriu é mais fácil travar as epidemias tanto da saude como da economia. Todas as gerações têm a sua epidemia para mim esta é a terceira, ou melhor a quarta. Para que fiquem a saber:- A Ditadura, a guerra, esta crise financeira e economica e agora a gripe Suina. Bem para os que não sabem no tempo da Ditadura também havia crise economica, mas era só para os mais pobres, por isso eu digo para uns três para outros quatro. Se vencemos as outras também venceremos estas.
Não bastava a crise do capitalismo nacional e internacional, senão agora a crise do virismo.
Capitalismo, virismo, vitalismo, socratismo,... o que é que estes "agentes patogénicos" têm em comum?
A nossa ministra na ânsia de desdramatizar a situação utiliza termos fortes. Determinados. Absolutos.
Bem ao jeito da maioria, em tempos também ela absoluta, entre os pouco maioritários votantes.
Será um tique?
Um tique não é certamente.
É uma estratégia de imagem e comunicação rigorosa e cumprida à risca. Profissional.
O PSD podia aprender qualquercoizita com isto.
Em relação à gripe propriamente dita, esperemos que os vírus leiam os comunicados das nossas autoridades e não se metam com o nosso ministério. Que é do PS.
Porque já se sabe... quem se mete...
Aqui está um muito bom exemplo de como o mundo está muito melhor...
Perante esta nova ameaça o mundo em geral, sem dinstinção de raças, credos, sexo e condição financeira, actuou numa acção concertada, contrariando os paladinos da desgraça!
Se calhar os que nós elegemos para governar as nossas nações não são assim tão inresponsáveis como se pinta.
Parabéns ao actual ministério da saúde bem como os precedentes por este excelente trabalho!
Assim, não existe caso nenhum em Portugal. Este caso foi inventado pelo governo.
É triste como brincam com estas coisas, só para esconderem os numeros da verdadeira vergonha, mas politica, portuguesa.
Não comprei Tamiflu, era o que faltava. Em alternativa, optei por andar enrolado com uma farmacêutica. A senhora não me falta com nada. Nem é preciso receita, ela sabe-a toda. Qualquer pequeno sintoma ela ataca-me logo. Agora vou ter dificuldade em morrer. Morrer, só de amores. Se fores homem faz como eu, não falta aí farmacêuticas com medicamentos a mais e amor a menos.