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Portugal cresce no terceiro trimestre

Entre Julho e Setembro, a economia nacional cresceu 0,9% face ao trimestre anterior, uma das maiores taxas da zona euro. (Veja vídeo SIC no final do texto)

10:07 Sexta feira, 13 de novembro de 2009
As importações e exportações registaram uma quebra menos acentuada no trimestre
As importações e exportações registaram uma quebra menos acentuada no trimestre
João Carlos Santos

A economia portuguesa cresceu 0,9% no terceiro trimestre deste ano, acelerando de uma subida de 0,3% no segundo trimestre, em cadeia, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgados.  
 
Comparando com o período homólogo de 2008, o INE mostra que a economia nacional contraiu-se no terceiro trimestre 2,4%, melhorando face à queda de 3,7% que tinha registado no segundo trimestre deste ano.  
 
A contribuir para o resultado esteve a "redução menos acentuada do investimento"e a menor quebra das importações e exportações.

O produto interno bruto português reforça, assim, a tendência de recuperação, sinalizando o início da saída da crise, ao crescer pelo segundo trimestre consecutivo.

PIB português acima da média


A taxa de crescimento portuguesa é a segunda mais alta entre os membros da Zona Euro, de acordo com os dados do Eurostat .  A economia nacional cresceu 0,9%, contra uma média da zona euro de 0,4%. O PIB austríaco aumentou igualmente 0,9%. Já a Eslováquia foi o único país que registou um crescimento superior (1,6%) ao de Portugal.

De acordo com o Eurostat, o organismo oficial de estatísticas da União Europeia, toda a União Europeia saiu da recessão técnica uma vez que o Produto Interno Bruto (PIB) da Europa a 27 cresceu 0,2% no mesmo período, quando comparado com o trimestre anterior, em que as taxas de crescimento
foram negativas em 0,2%, para a zona euro, e negativas em 0,3% para o conjunto dos 27 países que constituem a União Europeia. 
 
Olhando para o mesmo período de 2008, as contas hoje divulgadas pelo Eurostat mostram que o PIB diminuiu 4,1% na zona euro e 4,3% na UE a 27, depois de se ter contraído 4,8 e 4,9%, respectivamente, de Abril a Junho
 

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VAMOS ACABAR COM AS MENTIRAS
odisseia na terra (seguir utilizador), 4 pontos (Interessante), 16:53 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009


Acho que era importante deixar de enganar os portugueses.
Estes dados são puros exercícios teóricos que só servem para uns quantos gajos se entreterem e justificarem os seus ordenados. São exercícios demasiado profundos, teóricos que escapam á compreensão da imensa maioria das pessoas. A consequência pratica dos mesmos é uma ilusão sem qualquer manifestação na vida real dos cidadãos. Na semana passada o EUROSTAT pronunciou-se sobre a economia portuguesa apoiando a sua análise em dados, estes sim com reais consequências na vida das pessoas, e pouco ou nenhum destaque mereceu nos media nacionais. Entraram a 200 e saíram a 500 km/hora! Falou-se então do crescimento ou melhor do não crescimento da riqueza nacional, o peso da divida publica, o fenómeno de desorçamentação, o deficit publico… as noticias então dadas pelo Comissário Solbes foram bastante penosas para os meninos inconscientes que nos governam … as consequências praticas da palestra recebida representarão a continuação da diminuição na qualidade das prestações sociais do Estado, aumentos na função publica quase nulos, os pobres ficarem ainda mais pobres, e a classe media acentuar a sua lógica de permanente vida em economia de subsistência e, agora o PIOR…muito provavelmente AUMENTO DE IMPOSTOS para controlar não só deficit publico como também para pagar o peso crescente da divida publica que daqui a dois anos representa quase 90% do PIB.
 
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DOENÇA
Figgs (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 11:37 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
Passa-se que há um doente em estado gravissimo, que, de um ano para o outro, " a febre subiu 2,9 %. Pontualmente a " febre até baixou " qualquer coisita 0,9 %. Vamos então dizer o quê sobre o doente ?
 
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    Re: DOENÇA    Ver comentário
possivel (seguir utilizador), 1 ponto , 11:51 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
Balelas
denden (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 12:46 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
Agora lá vem o INE também um Instituto do Estado que já ninguém acredita na isenção pois Sòcrates e o PS controlam tudo e todos, nomeio de um processo, mais um q que envolve seriamente o PM lança dados cá para fora de que há sinais de forte recuperação. Deixem-me rir. EU sou empresária e todos os dias vejo a coisa piorar , para mim e para muitas empresas com quem trabalho. Vão mentir para os otários (como chamou Sousa Tavares) que ainda acreditam numa palavra que seja de José Sócrates ou seus subservientes ministros. Só otários podem acreditar e continuar a pagar impostos aqui em portugal. Eu já criei a minha empresa em Espanha, e espero mesmo não pagar mais um tostão para esta bandalheira que se chama ESTADO português , 2assaltado" por gentalha que se apoderou do PIB para satisfazer os seus interesses pessoais.
 
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    Re: Balelas (Nem demagogo consegue ser)    Ver comentário
PIANINHO (seguir utilizador), 1 ponto , 15:18 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
    Re: Balelas (Nem demagogo consegue ser)    Ver comentário
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:01 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
    Re: Balelas (Nem demagoga consegue ser)    Ver comentário
PIANINHO (seguir utilizador), 1 ponto , 19:55 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
Economia naciomal
ANO1933 (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 13:29 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
Sem dúvida, que as notícias do INE são boas.
Mas ouvido alguns economistas, afirmam que é conveniente não embandeirarmos em arco.
Está-se a criar demasiado optimismo, a começar por José Sócrates e acabar em Teixeira dos Santos.
Será que um crescimento de 0.9% justifica tanta euforia?
E, ao que tudo indica, isso deve-se em grande parte ao consumo interno, o que não é nada salutar!
Só falta recuperarem a declaração de Manuel Pinho:
A crise terminou !
 
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    Re: Economia naciomal    Ver comentário
jpafonso (seguir utilizador), 1 ponto , 0:16 | Sábado, 14 de novembro de 2009
O importante
cjours (seguir utilizador), 2 pontos , 11:24 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
O importante foi a entrevista que a senhora Ministra da Educação deu ontem àquela besunta da Judite.
Extraordinária prestação da entrevistada - apesar da 'entrevistadora' que mostra com demasiada regularidade e evidência a sua pouca inteligência.
Uma excelente prestação da senhora Ministra.
Uma excelente aposta do Governo.
Finalmente vamos ter paz na Educação. Os sindicatos não estão preparados para lutar contra esta senhora! Não têm as armas nem os argumentos!
 
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    Re: O importante    Ver comentário
José N. (seguir utilizador), 1 ponto , 12:01 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
Ora aqui está uma notícia ...
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 13:30 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009

.... que deveria deixar muito satisfeitos todos os portugueses, com e sem partido.

Ainda é pouco, ... é!

Mas já é alguma coisa e sobretudo inverte-se a tendência para descida!

Cumpts
 
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Se fosse mais um a descida...
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:38 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
... caíam os abutres às centenas, porque até parece que não querem que isto vá para a frente!!!
 
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Nem tudo é mau......
Bairrada Vigilante (seguir utilizador), 1 ponto , 11:11 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
...., comparando com as médias europeias.

Claro que precisamos de muito mais mas, no momento, penso que temos todos de "fazer força" para que, no futuro, ainda possamos melhorar estes indicadores em termos comparativos.

Dispensamos os já esperados comentários dos "fanáticos" da partidarite que, seguramente, dirão:

- O PS e o Governo que é excelente, que o mérito é todo deles e que, se o PSD estivesse no Governo teríamos concerteza decrescido face à já conhecida falta de habilidade para estas coisas da MFL;

- Por outro lado, om PSD, assegurará que é pouco e que, se estivesse no Governo, cresceríamos muito mais, já ninguém mais nos apanhava em termos europeus;

- Os outros dirão sempre mal;

No fundo, os louros a quem os merece, principalmente aos nossos trabalhadores e empresários, esses sim os grandes RESPONSÁVEIS....
 
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    Re: Nem tudo é mau......    Ver comentário
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:52 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
    Re: Nem tudo é mau......    Ver comentário
Bairrada Vigilante (seguir utilizador), 1 ponto , 15:59 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
    Re: Nem tudo é mau......    Ver comentário
userEX113852 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:04 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
Este resultado se for fiável é
Goodwaves (seguir utilizador), 1 ponto , 15:39 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
um bom indicador, uma vez que inverte uma tendência, só isso. Porque em termos absolutos é um desastre. Lembrem-se que estamos quase 5% abaixo dos números de 2008, um ano que já foi de crise violenta a partir do segundo trimestre.

Aliás já nem me lembro da última vez em que não estivemos em crise. Acho foi ainda durante o governo de Cavaco. Não por seu mérito, que reconheço teve algum, mas porque nunca mais como então a CEE despejou literalmente dinheiro a rodos na nossa economia. E embora a maior parte tivesse sido desviada e mal aplicada, acabou por ter impacto na nossa economia. Dando-nos essa falsa impressão que estávamos no bom caminho. Não estávamos, não estamos, e infelizmente não prevejo que venhamos a estar na próxima geração!
 
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O quê???? 0,9 % ?????
Ninfeta70 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:31 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
Vou já comprar um carro novo.....
 
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Não deitem foguetes
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 18:36 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
O 3º trimestre reflecte o efeito do subsídio de férias. Que este ano serviu para amortecer dívidas além de compras extra (de quem as pôde fazer).
    Não comparem com 2º trimestre.
              António José de matos Nunes da Silva
 
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Melhorar a economia
Nunes da Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 19:01 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
O facto de o subsídio de férias ter animado um pouco a economia através da procura interna, veio confirmar aquilo que eu e outros vimos defendendo: melhorar o poder de compra. Abandonando por ora a política de contenção salarial, baixando impostos em especial IRS, aliviando asfixia de pensionistas. Para a economia ganhar balanço positivo.
    Mas não chega.
Foi a adesão ao euro com a criação do BCE que impuseram o “dogma” de um défice máximo de 3% para o Orçamento do Estado. 3,1 ou 3,05 já não servem!
    Para o atingirem acharam mais fácil perseguir e continuar perseguindo os pensionistas e quem trabalha para o bem público.
    Mas gastam biliões em obras sem as quais vivíamos e viveríamos. E querem gastar mais, muito mais.
    Porquê? Para mostrarem que fazem algo e para receberem fundos de Bruxelas.
    Mas Bruxelas só dá uma percentagem. Cerca de 30%. O resto, o grosso do custo, temos nós de arranjar. Com impostos, com empréstimos bancários que é preciso pagar e com juros.
    A princípio os encargos foram comportáveis. Mas como as obras se multiplicam, o País afoga-se em dívidas e o défice do OE é miragem. Aquilo que devia ser ajuda acaba por nos enterrar.
    Há pois que convencer Bruxelas que, nesta fase, para sairmos do poço, precisamos dos mesmos fundos mas com uma percentagem de sua comparticipação bem superior, rondando os 100%. A aplicar em menos projectos mas de alta previsão de rentabilidade.
                António José de Matos Nunes da Silva
 
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    Re: Melhorar a economia    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 22:34 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
O PIB não é tudo
CondestavelXXI (seguir utilizador), 1 ponto , 22:22 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
Esperemos que não seja uma miragem mas uma verdadeira luz ao fundo do túnel. Mesmo assim ainda há muita crise para sofrer e muito cinto para apertar. Só se pode falar verdadeiramente em retoma quando o desemprego deixar de aumentar.
 
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MUITO CRESCE PORTUGAL...
ANPICAPA (seguir utilizador), 1 ponto , 22:28 | Sexta feira, 13 de novembro de 2009
Estes continuos crescimento de Portugal, não dá para entender! Cresce para onde? Em altura, largura ou comprimento? Se for em altura, não há problema, porque temos espaço suficiente. Em largura, só se for para o mar, e mesmo esse nem pode por causa de UE. nem Zapatero, por mais amigo que seja do nosso primeiro ministro. Em comprimento, só se for para o Norte de Africa. Para aí também não pode ser porque quase africanados estamos nós!
O crescimento que noto e quase todos notam e anotam, é o desemprego, as falências, corrupção, pobreza, lucros fabulosos da banca, ( dizem que estamos em crise)compadrio, justiça em movimento lento, defice monstruoso, obras faraónicas, etc. etc. Isto é que entra pelos olhos dentro de todos aqueles que sem sufisma nem interesses, veem. Tudo isto para a grandeza de Portugal!
 
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MENDONÇA JÚNIOR, Coronel de Cavalaria
sinahd (seguir utilizador), 1 ponto , 12:22 | Sábado, 14 de novembro de 2009
O índice demográfico de Portugal revela que a população de Portugal está sofrendo um preocupante desequilíbrio com um progressivo aumento do envelhecimento em relação aos nascimentos.

São de aplaudir todas as medidas no sentido de os aumentar.

Quanto ao envelhecimento se nada se fizer nesse sentido o “circulo vicioso” manter-se-á.

Refiro-me à EUTANÁSIA – em grego o “eu” significa “bem” e “thanatos” significa “morte” – isto é, «o conjunto dos métodos que procuram uma morte sem sofrimento com o fim de encurtar uma longa agonia ou doença muito dolorosa com desfecho fatal».

Em Portugal há milhares, muitos e muitos – visitem-se os hospitais, as residências da terceira idade e as dos amigos acamados nas suas casas – que com o seu desaparecimento concorrerão, em grande parte, para o equilíbrio da sobrevivência do nosso País de acordo com os seus recursos humanos e da natureza.

Porem há que ter cuidado “se hoje somos poucos amanhã poderemos ser menos”.

Fico esperando os comentários concordantes que também os há. Mas numa certa expectativa pois que… Nul n’est prophète en son pays.

Eu estou no “google” em MENDONÇA JÚNIOR.
 
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