23/05/2012 atualizado às 18:56
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Mutilação genital feminina: como reconhecê-la?

Direção-Geral da Saúde cria linhas de conduta sobre mutilação genital feminina para orientação dos profissionais de saúde. A prevenção é o objetivo principal, muito embora não se saiba bem o que se passa em Portugal.

16:14 Segunda feira, 6 de fevereiro de 2012

Identificar e prevenir casos de mutilação genital feminina é o objetivo de um documento apresentado hoje pela Direção-Geral da Saúde, contendo um conjunto de orientações dirigidas aos profissionais de saúde.

A iniciativa surge no âmbito o Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, que hoje se assinala, e pretende colmatar o grande desconhecimento detetado no primeiro estudo realizado em Portugal sobre o assunto.

No inquérito realizado, em 2004, pela Associação para o Planeamento da Família (APF) aos profissionais de saúde, 44% dos inquiridos disseram que "talvez" reconhecessem uma mutilação dos órgãos genitais femininos, prática corrente em três dezenas de países, sobretudo africanos.

O documento, que a partir de agora servirá de referência, foi dado a conhecer na conferência "Diga não à excisão", promovida pela comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e que decorreu no Hospital Garcia de Orta, em Almada.

Embora em Portugal se desconheçam números e não existam dados oficiais que permitam afirmar se a prática é efetuada no país - na nossa legislação é um crime punido com pena de prisão - Yasmine Gonçalves, da APF, considera que a divulgação das linhas de conduta é um passo essencial para garantir a prevenção: "Tornará possível identificar e referenciar meninas e jovens em risco", além de esclarecer tudo o que está em causa quando se fala em mutilação genital.

Além deste documento, os hospitais e centros de saúde receberão, também, folhetos para divulgação de linhas telefónicas de apoio e sítios onde encontrar mais informação sobre o assunto.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 140 milhões de raparigas e mulheres em todo o mundo foram submetidas a mutilação genital, uma prática com raízes culturais, religiosas e sociais.

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Mutilação genital feminina
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 18:31 | Segunda feira, 6 de fevereiro
Não há duvida nenhuma que práticas destas neste século, só vêm confirmar que em termos inteletuais, os seres humanos ainda não saíram da toca das árvores, ou no mínimo ainda têm dificuldade de caminhar de pé. Como ode ser possível tantos séculos depois sobre a Terra ainda se tenha evoluído tão pouco.

http://www.choralnet.org/...

http://www.wimp.com/thisi... http://www.wimp.com/thisi...
 
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BispodeBraga (seguir utilizador), 1 ponto , 15:02 | Quinta feira, 9 de fevereiro
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 15:24 | Quinta feira, 9 de fevereiro
    Re: Mutilação genital feminina    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 18:24 | Quinta feira, 9 de fevereiro
    Re: Mutilação genital feminina    Ver comentário
ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 18:54 | Quinta feira, 9 de fevereiro
    Re: Mutilação genital feminina    Ver comentário
ckage (seguir utilizador), 1 ponto , 12:06 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Mutilação genital feminina    Ver comentário
Papa Misto (seguir utilizador), 1 ponto , 11:47 | Segunda feira, 13 de fevereiro
Só a educação pode acabar com a MGF
carlos-carlos (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 19:04 | Segunda feira, 6 de fevereiro
Embora muitos países praticantes da MGF, tenham a lei a proibir essa prática, o certo é que a tradição e a religião gosta de tal prática.

A tradição:
Para que as pessoas mais velhas não vejam as mais novas terem prazeres que elas nunca tiveram;

A religião:
Para as crianças sofrerem e sentirem nesse sofrimento, um certo ódio pelo sexo e quando tiverem relações sexuais, que elas sejam sofridas e não de prazer.

O homem é o lobo do homem...

Só a educação pode acabar com a MGF, tal como com muitas outras tradições, hábitos, e práticas religiosas que conduzem o homem ao sofrimento e não à felicidade.

As religiões (e normalmente as mais importantes), de um modo geral, não gostam de pessoas alegres e felizes...

 
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    Re: Só a educação pode acabar com a MGF    Ver comentário
BispodeBraga (seguir utilizador), 1 ponto , 15:01 | Quinta feira, 9 de fevereiro
    Re: Só a educação pode acabar com a MGF    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 20:02 | Quinta feira, 9 de fevereiro
    Re: Só a educação pode acabar com a MGF    Ver comentário
Papa Misto (seguir utilizador), 1 ponto , 11:52 | Segunda feira, 13 de fevereiro
    Re: Só a educação pode acabar com a MGF    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 22:51 | Segunda feira, 13 de fevereiro
Correcção...
M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 16:55 | Segunda feira, 6 de fevereiro
A mutilação genital feminina não encontra suporte em nenhuma doutrina religiosa ou livro sagrado.

Quem o reafirma é a insuspeita APF(Associação para o Planeamento Familiar).

De resto qualquer investigação histórica minimamemte honesta o pode confirmar.

Trata-se de uma prática ancestral de raíz étnica e cultural muito anterior ao surgimento do Islão ao qual, injustamente, muitas pessoas mal informadas insistem em associá-la.

A MGF é crime em Portugal mas também na Noruega,Bélgica,Dinamarca,França,Burkina Faso,Egipto,Senegal,Guiné Conacri,Guiné Bissau,Togo,entre outros.A MGF é punida pela lei portuguesa(artº 144 do Código Penal) mesmo quando realizada fora do território nacional.
 
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    Re: Correcção...    Ver comentário
papa quase tudo (seguir utilizador), 1 ponto , 17:33 | Segunda feira, 6 de fevereiro
    Re: Correcção...    Ver comentário
M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 18:04 | Segunda feira, 6 de fevereiro
    Indignação e distração da treta!    Ver comentário
turrican (seguir utilizador), 1 ponto , 18:17 | Segunda feira, 6 de fevereiro
    Re: Indignação e distração da treta!    Ver comentário
M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 20:04 | Segunda feira, 6 de fevereiro
    Re: Indignação e distração da treta!    Ver comentário
alfamig (seguir utilizador), 1 ponto , 13:36 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Correcção...    Ver comentário
papadk (seguir utilizador), 1 ponto , 18:24 | Segunda feira, 6 de fevereiro
    Re: Correcção...    Ver comentário
M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 18:38 | Segunda feira, 6 de fevereiro
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papadk (seguir utilizador), 1 ponto , 19:10 | Segunda feira, 6 de fevereiro
    Re: Correcção...    Ver comentário
M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 19:30 | Segunda feira, 6 de fevereiro
    Você prefere defender a sua religião    Ver comentário
turrican (seguir utilizador), 1 ponto , 20:37 | Segunda feira, 6 de fevereiro
    Re: Você prefere defender a sua religião    Ver comentário
M.Farid (seguir utilizador), 1 ponto , 9:08 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Correcção...    Ver comentário
coroa enxuta (seguir utilizador), 1 ponto , 9:04 | Terça feira, 7 de fevereiro
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mimp (seguir utilizador), 1 ponto , 9:31 | Quarta feira, 8 de fevereiro
    Re: Correcção...    Ver comentário
mimp (seguir utilizador), 1 ponto , 9:34 | Quarta feira, 8 de fevereiro
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papa quase tudo (seguir utilizador), 1 ponto , 22:34 | Segunda feira, 6 de fevereiro
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DuarteSilva.S (seguir utilizador), 1 ponto , 10:39 | Terça feira, 7 de fevereiro
Erradicação Da Mutilação Genital Feminina
Nira (seguir utilizador), 1 ponto , 9:09 | Terça feira, 7 de fevereiro
https://www.facebook.com/groups/195384233840768/?notif_t=group_r2j#!/groups/19538423384076 8/

Ajudem a divulgar! So' o conhecimento e consequente a educaçao, podem acabar com este flagelo!
Juntem-se ao grupo!
 
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    Re: Erradicação Da Mutilação Genital Feminina    Ver comentário
Nira (seguir utilizador), 1 ponto , 9:12 | Terça feira, 7 de fevereiro
Mutilacao genital masculina
mavic (seguir utilizador), 1 ponto , 3:10 | Quinta feira, 9 de fevereiro
Para quando a criminalizacao deste hediondo crime, que se nao me engano comecou com o jeova a ordenar a Abrao que imolasse o filho.
 
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Uma notícia sem qualquer tipo de interesse!
ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 15:21 | Quinta feira, 9 de fevereiro
Senão vejamos:
1- Em Portugal, tal prática não existe...
2- Como alguém disse aqui e muito bem, estas práticas têm origem em culturas tribais com milénios.
3 - Independentemente de serem detectados casos em Portugal (pode acontecer em emigrantes), o que vamos fazer??Chamar cá o chefe da tribo para ser condenado??
As Senhoras da APF faziam um melhor serviço ao país se começassem a sensibilizar as jovens potenciais mães para não abortarem.
Não há pior mutilação genital e uterina do que a provocada por um aborto!
TENHAM VERGONHA!!!
 
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