Mais de duas décadas após a queda do Muro de Berlim, a capital alemã não esquece os 28 anos de separação. Imagens do repórter fotográfico do Expresso Rui Duarte Silva evidenciam a simbologia inerente a uma cidade cheia de memórias e de história.
O Muro de Berlim, um dos maiores símbolos da Guerra Fria e de um mundo dividido, caiu há 22 anos.
Os primeiros sinais da grande mudança que estava prestes a acontecer surgiram na manhã do dia 9 de novembro de 1989. O porta-voz do Partido Comunista em Berlim Oriental, Gunther Schabowsky, anunciava que os habitantes da RDA (República Democrática Alemã) poderiam viajar para o outro lado do muro.
Multidões de alemães reuniram-se junto ao muro, atravessando-o. Durante dias, os próprios habitantes de Berlim destruíram parte das paredes, posteriormente removidas por equipamentos adequados.
A queda do Muro de Berlim, construído há 50 anos, é considerada o momento simbólico do fim da Guerra Fria, uma sombra que pairava sobre o mundo desde o fim da II Grande Guerra.
Quando Mikhail Gorbachev assumiu a liderança do Partido Comunista na União Soviética, em março de 1985, deu início a uma série de reformas políticas e económicas (perestroika), muitas vezes consideradas a causa principal do fim da Guerra Fria.
As imagens de Rui Duarte Silva, repórter fotográfico do Expresso, tiradas mais de duas décadas depois da queda do Muro de Berlim, mostram uma cidade atual com a lembrança viva do seu passado, patente em diversas representações espalhadas pelos cantos da capital alemã.
Celebremos, sem hesitações, a queda deste lamentável e execrável muro mas não sejamos hipócritas ao ponto de pensar que este era O MURO, porque o nosso mundo está cheio de muros por todo o lado.
São os muros da indiferença e os do preconceito, são os muros da xenofobia e os do racismo, são os muros da intolerância religiosa e os do nacionalismo exacerbado, são os muros da discriminação misógina e os muros da discriminação homofóbica.
O que mais temos no nosso mundo são muros e, curiosamente, muitos dos que exaltam a queda deste muro em particular, são os primeiros a defender com ânimo e vigor a manutenção dos muros da discriminação e do preconceito.
Há muitos muros e a maior parte deles não são feitos de pedra ou de cimento...
Para ver muros de pedra ou de cimento basta abrir os olhos. Mas, para ver os muros da discriminação é preciso abrir muito mais do que os olhos!
existe nos dias de hoje um muro mais vergonhoso que este:o muro que os sionistas construíram na palestina para que o exterminio palesteniano seja mais fácil!!
se este era um muro que dividia um povo,um país e um sistema politico,o muro israelita é um autentico campo de concentração só comparado a AUSCHWITZ
Portugal tem uma queda de democracia à trinta e quatro anos e os politicos continuam a viver às custas de quem trabalha isto é dos contribuintes, e ainda ficam com reformas vitalicias.
É Portugal no seu melhor, é a merda, o LIXO de um país à beira e ao gosto de quem vive à custa dos outros, dos SOBERBOS.
Não vos quero deixar preplexos com a minha opnião mas eu neste dia eu chorei de tristeza... Chorei de desgosto, a minha União Soviética colapsou... Mas agora são voçês que vão chorar quando as fábricas começaram a fugir para a Roménia, quando os Ucranianos, moldavos e bulgaros fugiram para cá para roubarem ovosso ouro e as vossas mulheres. Mas agora é que voçês vão chorar a potes, lágrimas, a dor vai consumir os vossos lares...
Podem crer, eu chorei porque acreditava na idiologia scialista maxista. E vocês acreditam em quê? No nada...
Acreditem vocês cantaram naquele dia, deitaram foguetes e dançaram o vira mas agora vão chorar.
Até vamos ser expulsos da zona euro e da comunidade europeia. E não é que à um ditado leninista que "novos soisbrilharam".
Ouççam a lagrigam da Amália