A ministra da Justiça garantiu hoje que a proposta do novo mapa judiciário não é uma "agressão contra o poder local, os cidadãos ou a cidadania" nem uma imposição da troika.
"Esta reforma, que prima pela simplicidade, pela agilização e pela racionalidade, não é uma imposição da troika", disse a ministra Paula Teixeira da Cruz, que falava na cerimónia de abertura do ano judicial, em Lisboa.
Segundo a ministra, "mercê de um aturado trabalho com a troika, o Ministério da Justiça conseguiu alterar substancialmente as medidas que constavam do Memorando relacionadas com a reforma do processo civil e a estrutura dos tribunais".