12/02/2012 atualizado às 18:37
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Matemáticos espanhóis e franceses criticam exames do 9.º ano

Trop facile, muy fácil. É assim que reagem os responsáveis pelas Sociedades de Matemática de França e Espanha a quem o Expresso pediu um parecer sobre a prova do 9.º ano.

Joana Pereira Bastos e Isabel Leiria
9:41 Quarta feira, 1 de julho de 2009
(clique na imagem para ver o documento em formato PDF)

O exercício está ao nível do 6º e não do 9º ano, diz a Sociedade Portuguesa de Matemática. “Muito fácil”, acham os franceses

No exame nacional de Matemática do 9.º ano há questões que podem ser facilmente resolvidas por alunos de 12 anos, exercícios que contêm a resposta e conteúdos essenciais que não são testados.

Se pensa que esta análise à prova deste ano é feita pela Sociedade Portuguesa de Matemática, sempre muito crítica dos testes concebidos pelos serviços do Ministério da Educação, desengane-se.

O comentário é da Associação Francesa de Professores de Matemática do Ensino Público (APMEP), que aceitou o desafio do Expresso de olhar para o enunciado e ajudar a tirar as teimas relativamente à polémica em torno do suposto facilitismo nos exames em Portugal.

Para a APMEP, não há dúvida de que a vida dos alunos portugueses está um pouco mais facilitada do que a dos colegas franceses da mesma idade, sujeitos a testes com menos perguntas de escolha múltipla e exercícios bastante mais abstractos, onde não faltam, ao contrário das provas nacionais, cálculos de álgebra e funções. Mas, em termos globais, o nível de dificuldade nos dois países não é assim tão diferente. Há algumas questões semelhantes e até matérias que em França só são aprendidas um ano mais tarde.

Daniel Duverney, membro da Sociedade Francesa de Matemática (SMF), tem idêntica opinião. "O nível é, efectivamente, baixo. Como é actualmente em França", critica, apontando duas características da prova que considera "chocantes": o facto de serem dadas aos alunos as fórmulas de resolução dos problemas e a não-penalização dos erros nas questões de escolha múltipla.

A verdade é que a questão do facilitismo na educação atravessa fronteiras. "O tema é importante e complexo em Espanha, onde também estamos a discutir ideias e a procurar soluções para melhorar a situação", diz Raquel Mallavibarrena, presidente da Comissão de Educação da Real Sociedade de Matemática Espanhola.

(clique na imagem para ver o documento em formato PDF)

O exercício é elementar. Mas em França também se pede aos alunos a leitura de gráficos igualmente simples, diz a APMEP

Relativamente ao exame do 9.º ano, a especialista considera que o grau de dificuldade é equivalente ao das provas apresentadas aos alunos espanhóis da mesma idade. A questão, admite, é que não é fácil evitar o nivelamento por baixo devido "à indisciplina, ao número excessivo de alunos por turma e aos constrangimentos sociais e familiares".

As críticas relativamente a uma degradação da qualidade do ensino repetem-se no Reino Unido, onde está também instalada a controvérsia em torno dos exames. A prova de Física deste ano, por exemplo, foi considerada ridiculamente fácil por vários especialistas, que lamentaram que não fosse exigido aos estudantes um único raciocínio mais elaborado.

Mas o problema não é de fácil solução. "O que fazer quando nos apercebemos que a maioria dos alunos não consegue dominar os conhecimentos que se tinham definido como essenciais?", questiona Daniel Duverney. Não é sustentável que uma sociedade aceite uma taxa de insucesso de 50% ou mais no exame final da escolaridade obrigatória, defende.

Por isso, as provas são concebidas para que a percentagem de aprovações seja satisfatória. Em relação ao exame português, o membro da SFM aponta seis questões que considera "muito fáceis" para os alunos que têm um nível razoável em Matemática. "Mas esses exercícios estão certamente adaptados ao nível de uma grande parte dos alunos de 15 anos, os que têm dificuldades na disciplina".

(clique na imagem para ver o documento em formato PDF)

A SPM diz que a pergunta 6 está ao nível do 3º ano. Os alunos franceses fazem exercícios parecidos, mas não têm as soluções

Em França, a própria legislação dos exames fixa a priori uma taxa ideal de sucesso de 85% e 80% nas provas do básico e secundário, explica. O mesmo acontece em outros países, incluindo Portugal, ainda que de forma mais ou menos assumida, assegura o especialista francês. Os governos preocupam-se mais em controlar as taxas de sucesso, as reprovações e os fluxos de alunos dentro do sistema do que com o nível de formação. Até porque "os chumbos saem caro".

Em Portugal, o Ministério da Educação garante que não existem metas de sucesso previamente estabelecidas para os exames e rejeita qualquer intervenção do poder político no processo. Quanto ao grau de dificuldade das provas, o Gabinete de Avaliação Educacional esclarece que este é definido de forma a que "os alunos com as competências básicas requeridas sejam aprovados".

A questão é saber se esse nível de exigência é suficiente para formar cientistas, engenheiros e técnicos de qualidade. Salientando que a formação de base é a mais importante na Matemática, devido ao carácter piramidal da disciplina, Daniel Duverney deixa o alerta: "É provável que não".



Frases

"É compreensível que a Sociedade Portuguesa de Matemática esteja chocada porque o nível é baixo"

Daniel Duverney, membro da Société Mathématique de France

"Uma das grandes áreas que ensinamos em França no mesmo ano parece faltar (no exame): cálculo algébrico e funções"

Pascal Pombourcq, Presidente da Association des Professeurs de Mathématiques de L'Enseignement Public

"Os conteúdos correspondem basicamente ao que um aluno espanhol aprende"

Raquel Mallavibarrena, Presidente da Comissão de Educação da Real Sociedad Matemática Española



Melhoria espectacular
Matemáticos espanhóis e franceses criticam exames do 9.º ano













Nunca em toda a história dos exames do secundário a média a Matemática foi positiva. Até 2008, quando não só ultrapassou a barreira dos 10 valores como atirou a disciplina para o topo das classificações, entre as provas com mais inscritos. Tanto a Associação de Professores de Matemática como a Sociedade Portuguesa de Matemática fizeram questão de salientar que a subida das notas não reflectia uma melhoria das aprendizagens dos alunos. Os resultados têm vindo sempre a subir desde 2006. Os chumbos à disciplina, que chegaram a atingir um em cada três estudantes, são agora residuais.

 

Texto publicado na edição do Expresso de 27 de Junho de 2009

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a marca Sócrates
B l u e S k y (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 9:57 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
Em teoria, estamos ao melhor nível da europa.
Na prática, não sabemos fazer contas...
...daí as constantes derrapagens do país.
 
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Cruzadas (seguir utilizador), 1 ponto , 17:43 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
O sistema educativo...
MUNDO CLEPTOMANÍACO (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 10:50 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
O sistema educativo em Portugal, após o golpe de estado de 25 de Abril de 1974, foi de facilitismo. A geração que transitou da ditadura salazarista para a actual pseudo democracia, tirou cursos superiores administrativamente ou seja: exames via "fax", e hoje são os senhores doutores e os senhores engenheiros que nos (des) governam.
Neste ano de três eleições, então o facilitismo vem mesmo a calhar. Para se ganhar eleições não se olha a meios para atingir os fins. Qualquer dia o aluno com o 9º ano sabe menos que o aluno da velha guarda que só tirou a 4ª classe ( Ensino Primário).
Os velhos cursos tecnico/profissionais foram abolidos e o resultado é que os alunos que ficam pelo 9º ou 12º nada sabem fazer. Parece-me que já acordaram e regressaram aos sistema de ensino tecnico-profissional. Mas temos um problema: é que não há indústria transformadora nesta terra para empregar estes técnicos. Viramos um pais africano que tudo consome e nada produz. E se calhar é por isso que cada vez temos mais africanos. Às vezes até me dá a sensação que estou em África...
 
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forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 10:53 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
MUNDO CLEPTOMANÍACO (seguir utilizador), 1 ponto , 14:23 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 14:34 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 14:51 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
MUNDO CLEPTOMANÍACO (seguir utilizador), 1 ponto , 15:05 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 16:15 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
Péricles Pinto (seguir utilizador), 1 ponto , 14:35 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 15:07 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
userEX165047 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:47 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 9:59 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
userEX165047 (seguir utilizador), 1 ponto , 10:35 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 2 pontos , 11:26 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
userEX165047 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:38 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: O sistema educativo...    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 13:49 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Cursos profissionais...    Ver comentário
Maria Mar (seguir utilizador), 1 ponto , 14:23 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
Só o que não se sabe é difícil!
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:50 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
Precisa-se um sistema de ensino não politizado, nem dito ou assumido como tal, a fim de que não se passem casos como estes. E que os espanhóis e franceses venham para cá criticar os exames que se fazem em Portugal, parece uma questão absurda. Temoe no nosso País pessoas bem capazes de atinarem com os facilitismos ou excessos de dificuldade. Tudo o que seja matéria dada nas escolas, em cada grau de ensino é pasível de aparecer nas provas. E só é fácil aquilo que sabemos... o que implica também que quando não se aprende tudo é difícil!
 
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    Re: Só o que não se sabe é difícil!    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 13:16 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: Só o que não se sabe é difícil!    Ver comentário
Cruzadas (seguir utilizador), 1 ponto , 17:46 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: Só o que não se sabe é difícil!    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 18:18 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: Só o que não se sabe é difícil!    Ver comentário
Cruzadas (seguir utilizador), 1 ponto , 1:07 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: Só o que não se sabe é difícil!    Ver comentário
GESITE (seguir utilizador), 1 ponto , 9:45 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: Só o que não se sabe é difícil!    Ver comentário
userEX165047 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:44 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
Agora já acreditam...
mgalrinho (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 13:09 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
Espero que com isto não fiquem dúvidas a ninguém! A SPM não critica só por criticar, e basta olhar para uma prova destas para se perceber isso. Há que mudar este estado de coisas. É urgente que os exames saiam da responsabilidade do Ministério da Educação e passem a ser feitos por outras entidades, independentes!
 
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    Re: Agora já acreditam...    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 13:21 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: Agora já acreditam...    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 13:24 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: Agora já acreditam...    Ver comentário
mgalrinho (seguir utilizador), 1 ponto , 0:44 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: Agora já acreditam...    Ver comentário
AM(Lx) (seguir utilizador), 1 ponto , 16:35 | Sexta feira, 3 de julho de 2009
    Re: Agora já acreditam...    Ver comentário
mgalrinho (seguir utilizador), 1 ponto , 17:42 | Sexta feira, 3 de julho de 2009
    Re: Agora já acreditam...    Ver comentário
Maria Mar (seguir utilizador), 1 ponto , 12:15 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
Titulo interessante
Icezero (seguir utilizador), 1 ponto , 10:06 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
Pelo que percebi, os especialistas crticam os exames portugueses pois dizem que se assemelham ao nivel de dificuldade exigido nos seus paises, que é obviamente para estes bastante fraco. No entanto este titulo é um pouco enganador... mas enfim, o expresso esta-se a converter no 24h.

De facto concordo, que os exames e o proprio ensino em geral deveria ser mais exigente, no entanto também acho que para existir essa exigencia muitas coisas têm que mudar... a começar com alguns professores que precisam de ir pra reforma, os professores a serem avaliados pelo seu desempenho, turmas de menor dimensão, escolas bem equipadas ao nivel de infra-estruturas, material educativo ( e não me refiro so a computadores) e auxiliares á acção educativa como psicologos e afins, mais cursos de caracter profissional que preparem os estudantes para poder desempenhar essas profissôes assim que terminem esse curso, maior comunicação e entrosamento entre as empresas e as escolas de forma a formar os alunos nas competencias que realmente as empresas necessitam e procuram e assim integrá-los com sucesso, etc, etc...

Infelizmente não concordo com o facilitamento dos exames e afins, mas também compreendo o ponto de vista dos alunos aos quais muitas vezes não são fornecidos os meios e as ferramentas basicas para desenvolverem determinados conhecimentos.
 
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    Pisa e Friedman    Ver comentário
Calmeirão Esteves (seguir utilizador), 1 ponto , 12:17 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: Titulo interessante    Ver comentário
celios (seguir utilizador), 1 ponto , 16:57 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: Titulo interessante    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 17:10 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: Titulo interessante    Ver comentário
Icezero (seguir utilizador), 1 ponto , 8:11 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
Exames fáceis...
ruicamacho (seguir utilizador), 1 ponto , 10:22 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
e é dificil é porque é dificil, se é fáceil é porque é fácil, Mas afinal o que pretendemos.
Será que alguem comparou um exame similar de França ou de Espanha, pata termos um termo de comparação ? Porvavelmente não ?
então podemos dizer que o teste Português é fácil comparado com o quê??
Sr. Jornalista para efectuar uma comparação não podemos apenas basear num ponto de vista não é ? Ou estará a ser imparcial ?
 
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A mediocridade do nosso sistema de ensino,
TheDuck (seguir utilizador), 1 ponto , 10:35 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
já é subejamente conhecida desde à muitos anos... Fantástico é como mesmo assim ainda saltam pequenos génios todos os anos!

Mais do que um problema de políticas é um problema cultural de facilitismo e de aparentar...

Por esta razão sou também contra o aumento do ensino obrigatório. Eduquem, profissionalizem, inventem o que quizerem, mas não baixem mais o nível de exigência...
 
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.
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 10:52 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
"Relativamente ao exame do 9.º ano, a especialista considera que o grau de dificuldade é equivalente ao das provas apresentadas aos alunos espanhóis da mesma idade"
Os Títulos do expresso estão cada vez mais sensacionalistas.

É a velha questão do cobertor. Continua-se a apertar mais que os outros(no resto da Europa) e temos uma elite de 5% da população (como na minha geração e a anterior à minha) que é reconhecida em todo o mundo, com grandes competências e conhecimentos, como havia sida até aqui(é o que ouço de muita gente de diferentes lado na Europa, que não portugueses). Ou reduz-se a exigência e permite-se que mais gente estude mais tempo.
Se 50% chumba, ao 2º 3º chumbo provavelmente para de estudar, e o ensino para aí. Se 20% chumba, mesmo com menos exigência poderá continuar a adquirir conhecimentos.
O problema é que aqueles 5% que eram muito bons, vão ser um pouco piores.

 
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    Re: .    Ver comentário
Icezero (seguir utilizador), 1 ponto , 12:58 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: .    Ver comentário
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 13:19 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
É uma questão...
nonamenun0 (seguir utilizador), 1 ponto , 10:54 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
... de depois se fazerem as contas!

E depois andam para aí engenheiros, que nem falar sabem, quanto mais fazer contas ou mesmo escrever!!
 
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SE QUERIAM FAZER UMA COMPARAÇÃO SÉRIA
Santropez (seguir utilizador), 1 ponto , 10:59 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
Deveriam ter apresentado os nossos testes a alunos franceses e espanhois do 9º ano.
Esse, é que poderiam realmente competir com os nossos alunos e não os matemáticos.

A nivel de professores, porque não comparam o grau de exigência das suas avaliações como profissionais?
 
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    Também devia ser comparada...    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 8:14 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: Também devia ser comparada...    Ver comentário
Maria Mar (seguir utilizador), 1 ponto , 12:01 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: Também devia ser comparada...    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 14:16 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Meu caro, eu conheço o meio...    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 1 ponto , 10:46 | Sexta feira, 3 de julho de 2009
    Re: Meu caro, eu conheço o meio...    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 13:54 | Sexta feira, 3 de julho de 2009
    O que eu disse do privado...    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 1 ponto , 15:40 | Sábado, 4 de julho de 2009
    Re: Meu caro, eu conheço o meio...    Ver comentário
Maria Mar (seguir utilizador), 1 ponto , 12:32 | Segunda feira, 6 de julho de 2009
    Re: Meu caro, eu conheço o meio...    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 16:46 | Segunda feira, 6 de julho de 2009
    Re: Meu caro, eu conheço o meio...    Ver comentário
Maria Mar (seguir utilizador), 1 ponto , 15:57 | Terça feira, 7 de julho de 2009
Está decidido então...
Sebastião da Treta (seguir utilizador), 1 ponto , 11:46 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
O Sócrates tem que ir para a rua...
 
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    Re: Está decidido então...    Ver comentário
Cruzadas (seguir utilizador), 1 ponto , 17:55 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    Re: Está decidido então...    Ver comentário
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 19:54 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
    100% de votos em branco? Não seria preferível...    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 1 ponto , 8:25 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
    Re: Está decidido então...    Ver comentário
Sebastião da Treta (seguir utilizador), 1 ponto , 10:57 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
O meio-termo
Sr. João T (seguir utilizador), 1 ponto , 12:12 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
Temos que ter em atenção que não nos podemos basear linearmente na opinião das Sociedades de Matemática de cada País, porque são compostas por grandes especialistas na área que, muitas vezes, têm dificuldades em perceber as dificuldades que os "comuns mortais" têm com a aprendizagem da Matemática. E a verdade é que os exames de Matemática de 12º, por exemplo, eram demasiado complexos, antes de 2007. E isso é perfeitamente visível pelo gráfico que é apresentado.

A meu ver o grau de dificuldade ideial seria o do ano de 2007, que é bastante equilibrado e inclui a tal questão que diferencia os grandes alunos dos normais.
 
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OUTRA VEZ A MESMA NOTICIA?!?!?
Zaratustra70 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:27 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
ESTRANHO!!!!!!!!!!!!!!!!!
Cumprimentos
 
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Ensino
caprylm56 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:32 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
Mais uma conquista de Abril, o ensino no seu apogeu.
 
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E assim vai o Ensino Público português!
C$ (seguir utilizador), 1 ponto , 22:07 | Quarta feira, 1 de julho de 2009
E a Ministra não tardará em esclarecer que em Portugal fala-se português e que a matemática que se ensina em Portugal é portuguesa e não espanhola ou francesa!
 
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    Re: E assim vai o Ensino Público português!    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 8:22 | Quinta feira, 2 de julho de 2009
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