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Mário Crespo (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 10 de março de 2012
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Mário Crespo (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 25 de fevereiro de 2012
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Mário Crespo (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 11 de fevereiro de 2012
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Mário Crespo (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 28 de janeiro de 2012
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Mário Crespo (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 14 de janeiro de 2012
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Mário Crespo (www.expresso.pt)
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0:00 Sexta feira, 30 de dezembro de 2011
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0:00 Sábado, 17 de dezembro de 2011
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Mário Crespo (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 3 de dezembro de 2011
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Não pode haver maior iniquidade do que ter condenado gerações de portugueses à indigência, num país com o futuro hipotecado por governações realmente iníquas.
Foi desconcertante ouvir o Presidente dizer que o Orçamento do Estado do governo eleito pela República continha iniquidades. O termo iniquidade é potente. O Dicionário da Porto Editora diz que significa grave injustiça, crime e perversão. Durante os seus mandatos no governo e na presidência Cavaco Silva não se manifestou contra a grave injustiça de condenar a juventude portuguesa a décadas de sujeição por dívidas que não contraiu.
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Mário Crespo (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 19 de novembro de 2011
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De fora de toda esta onda de coragem ficam menos de três milhões de pessoas no sector privado que vão trabalhar e que realmente pagam para os corajosos.
José Sócrates é quem tinha razão. E coragem. Porque conseguiu aumentar os funcionários públicos 2,9% quando já não havia dinheiro. E ele sabia. E conseguiu. E são 700.000 funcionários. Foi preciso muita coragem. E pelo que o Partido Comunista Português disse neste debate do Orçamento, Sócrates era quem tinha vergonha na cara. Porque conseguiu, também sem dinheiro, aumentar pensões a três milhões e meio de aposentados e pensionistas. E ainda teve coragem para criar umas centenas de milhar de complementos solidários e subsídios para inserir tudo e todos. Pagando 14 meses, todos os doze. E tudo isto sabendo que já não havia dinheiro. Foi preciso coragem. E o povo português admira essa coragem e há quem fale em nome do povo exigindo os subsídios a que temos todo o direito. Porque somos europeus. Há mil anos. E sem subsídios parecemos africanos.
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Mário Crespo (www.expresso.pt)
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0:00 Sábado, 5 de novembro de 2011
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É aí que os operadores de TV em Portugal têm de ir buscar recursos. A esse ingrediente mágico que se foi perdendo entre nós. A qualidade.
É crucial privatizar uma parte significativa da RTP. Porque é um sinal de responsabilidade fazer com que a comunicação social do Estado caiba dentro de limites orçamentais suportáveis. Porque é a única maneira de abrir um mercado de trabalho fechado e com tendência para se reduzir ainda mais nos anos de crise. Mais um operador no mercado criará centenas de postos de trabalho desesperadamente ausentes e tornará bem mais saudáveis as relações laborais entre empresários e trabalhadores alterando práticas que têm feito com que este seja um dos sectores mais mal pagos entre as profissões especializadas.
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