23/05/2012 atualizado às 2:38
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Manuel Alegre quer o PS mas não o líder

Manuel Alegre resiste a assédio do primeiro-ministro e não se candidata nas legislativas. "Contra a direita, apesar de tudo", apoiará o PS.

Ângela Silva
9:57 Quarta feira, 15 de julho de 2009
Manuel mantém a dúvida: se o Zé é de esquerda, porque andará a ouvir liberais?
Manuel mantém a dúvida: se o Zé é de esquerda, porque andará a ouvir liberais?
Luiz Carvalho

Manuel Alegre já começou a arrumar a papelada para deixar o Parlamento. "Não tenho condições para rever a minha posição e não serei candidato a deputado pelo PS", afirmou ao Expresso.

Isto apesar de José Sócrates ainda não ter desistido de o convencer - na semana passada esteve para haver mais um almoço entre ambos - e de o próprio Manuel Alegre reconhecer que as eleições europeias mudaram muita coisa e que "as próximas eleições serão marcadas por uma ofensiva ideológica de direita".

Entre a direita e o PS, Manuel Alegre apoia o seu partido de sempre - "não quero a vitória do PSD e se puder fazer algo para o evitar, farei.

Porque entre o PS e a direita, apesar de tudo sou pelo PS", diz - mas é indisfarçável que não se sente motivado a dar o corpo ao manifesto além do obrigatório. O PS é o seu partido. Mas José Sócrates não é o seu líder.

Ir a um comício, fazer uma declaração pública, dar uma entrevista - há várias fórmulas possíveis para Manuel Alegre cumprir os mínimos antes do campeonato de Setembro. E é certo que o fará.

A menos que "algo de anormal aconteça", o poeta sabe que tem que ser leal (ainda que crítico) com o partido onde decidiu permanecer. Porque só assim poderá sonhar com uma candidatura presidencial em nome (e com o apoio) de toda a esquerda; e só assim manterá o poder de influência dentro do PS, que muitos consideravam ser um mito mas que a actual legislatura provou ser real.

O seu apoio ao Partido Socialista pressupõe, no entanto, o cumprimento de alguns pressupostos. A começar pela inclusão nas listas de deputados de alguns dos seus apoiantes.

Sucessão de José Sócrates já é tema


Qualquer que seja o resultado das legislativas, Manuel Alegre já tem a cabeça a trabalhar no day-after. Se José Sócrates perder, tentará condicionar os cenários da sucessão (que começaram a ser pensados no PS na noite da derrota nas europeias); e se Sócrates ganhar, não sendo crível uma maioria absoluta, Alegre quererá influenciar as soluções de Governo.

"Posso ajudar a forçar o diálogo à esquerda, nem que sejam acordos pontuais", assume o poeta. Que sobe de tom só de pensar que o líder do seu partido poderá ceder a entendimentos com o CDS ou o PSD. "Farei pressão com todas as minhas forças para evitar isso. Porque se isso acontecer há uma ruptura no PS", afirmou ao Expresso.

Este aviso pré-anuncia reboliço interno se os socialistas ganharem por pouco as eleições de 27 de Setembro. Manuel Alegre não esconde que, se assim for, "alguma coisa vai ter que mudar". E o título do artigo que decidiu publicar esta semana no Expresso diz isso mesmo: 'É preciso acordar'.

À primeira vista, Manuel Alegre fala para o momento actual. Mas quando confessa já "não ter ilusões" sobre o "sobressalto" que na sua opinião se exigiria à esquerda para as próximas legislativas, o poeta está a falar sobretudo para o novo ciclo que se abre a 28 de Setembro.

Mesmo que seja com José Sócrates, ele sabe que o "animal feroz" não será o mesmo. E espreita, indisfarçavelmente, a oportunidade. Um (previsível) governo de maioria relativa reforçará a sua margem de manobra, bem como a de Cavaco Silva, com quem poderá medir forças em 2011.

Entre os fiéis de Sócrates, as presidenciais dão argumentos para tentar condicionar Manuel Alegre. A lógica é simples: se quiser avançar para Belém em condições de federar a esquerda, o poeta não pode brincar com o PS. E por vontade dos homens das distritais, Sócrates nem teria tanta paciência com o poeta.

"Se quer continuar no partido, Manuel Alegre tem obrigação de fazer connosco o combate das legislativas", assume José Junqueiro, presidente da distrital de Viseu e dirigente do grupo parlamentar. Em declarações ao Expresso, Junqueiro avisa que "não podemos ser guardiães dos princípios e depois não assumirmos as nossas responsabilidades".

Num tom mais diplomático, Augusto Santos Silva, dirigente de primeira linha do partido, diz acreditar que a decisão de Manuel Alegre "não é irreversível". E acrescenta: "O natural é que qualquer pessoa que seja convidada para as nossas listas dê a sua resposta em função do que nos propomos fazer nos próximos quatro anos. E o nosso programa eleitoral não será uma repetição do passado porque, no essencial, as reformas que provocaram feridas estão feitas".

José Sócrates tentou dizer o mesmo num jantar com deputados: que a sua grande aposta são agora as políticas sociais e que, essas sim, farão a diferença com o PSD. O pior é que Sócrates também disse que parte para as eleições "para defender as reformas feitas nesta legislatura" (Código do Trabalho incluído).

E é aqui que o caldo continua entornado. Manuel Alegre não entende, aliás, "como é que alguém de esquerda se aconselha com o Júdice, o Mexia ou o Carrapatoso". Por estas e por outras, ele não se admiraria nada se "um país maioritariamente de esquerda" acabasse "uma vez mais, governado pela direita".



Um imbróglio fora de horas

A decisão de José Sócrates de proibir os candidatos a presidente de Câmara de se candidatarem às legislativas foi um balde de água fria no grupo parlamentar do PS. A proibição de duplas candidaturas foi comunicada aos líderes das federações distritais, como consequência da polémica levantada nas europeias pelos casos de Ana Gomes e Elisa Ferreira - mas não se aplica nem a uma nem a outra.

Os presidentes das federações foram apanhados de surpresa e, embora nenhum discorde do princípio, vários contestaram a mudança de regras a meio do jogo - em particular aqueles que convenceram deputados a candidatarem-se, no pressuposto de que também seriam candidatos ao Parlamento. Renato Sampaio, Mota Andrade, Joaquim Raposo e José Junqueiro discordaram do timing da decisão, que, segundo soube o Expresso, também apanhou de surpresa o líder parlamentar, Alberto Martins.

Quinze deputados são apanhados pela mudança de regras e esta semana foi notório o mal-estar na bancada pela "falta de lealdade" de José Sócrates, nas palavras de um deles. Publicamente, dividiram-se entre o silêncio e as críticas ao modo como tudo aconteceu. Sónia Sanfona (Alpiarça) e Leonor Coutinho (Cascais) foram as primeiras a contestar aquilo que Vítor Pereira (Covilhã) classifica como "decisão extemporânea". Helena Terra (Oliveira de Azeméis) considera o timing "pouco curial" e Miguel Ginestal (Viseu) nota que "teria sido preferível esta regra ter ficado definida no congresso, para haver regras iguais em todas as eleições" - opinião partilhada por muitos.

Segundo o Expresso apurou, Miranda Calha, coordenador autárquico, ajudou a convencer alguns candidatos a Câmaras difíceis com o pressuposto de que poderiam continuar em São Bento em caso de derrota. Questionado pelo Expresso, Calha rejeita essa responsabilidade: "Tratei das listas autárquicas, não das listas às legislativas ou às europeias."

Filipe Santos Costa


Actualização de texto publicado na edição do Expresso de 11 de Julho de 2009

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QUE DIZER DESTE FADUCHO?
odisseia na terra (seguir utilizador), 3 pontos (Divertido), 10:26 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
A vaidade em demasia cega. Em alguns casos chega a ser egoísmo. O palavroso das frases bonitas mas sempre vazias anda cheio de si mesmo. QUALQUER DIA ESTOIRA...Acha-se a personificação de uns valores que nem ele sabe bem o que são. De modo a corporizar as suas mais profundas e descaradas ambições está disposto a insinuar, acusar, dividir, a optar pela via sectária para tentar não deixar de ser o tal farol que a ninguém guia. Sempre prometeu muito mas nunca nada fez para que tal acontecesse. Como todo o marialva e, neste caso envergonhadamente assumido é cobarde. É como diz o povo, cão que ladra mas não morde. Manuel Alegre é o expoente máximo do desnorte da esquerda dito moderna. Vazio de ideias. Pobre de iniciativas concretas, Ccheio, cheiíssimo de ideias que não passam disso mesmo. Sempre que o vejo ou ouço surege-me sempre alguém de muito bom ar, a dizer frases sem consistência, vazias, etéreas, irrealizáveis no mundo de hoje. Efectivamente trata-se de um poeta. Tudo nele tresanda a passado, a nostalgia de tempos que irremediavelmente já não voltam porque não podem voltar. Manuel Alegre é um faducho de muita má qualidade. Infelizmente é mais um especialista em nada mas com muito a dar a Portugal.
 
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    Re: QUE DIZER DESTE FADUCHO?    Ver comentário
Ci (seguir utilizador), 1 ponto , 14:01 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
    Re: QUE DIZER DESTE FADUCHO?    Ver comentário
golf (seguir utilizador), 1 ponto , 18:50 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Manuel Alegre
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:49 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Manuel Alegre, não pode se condenado, por emitir as suas opiniões. Faz parte de um partido democrático.
Uma coisa, porém, é certa: Com as atitudes que tem tomado, de há uns tempos a esta parte, está cada vez mais isolado, dentro do PS.
Mutos daqueles que foram seus apoiantes, deixaram de o ser e "viraram-se" para a linha de José Sócrates, que ele agora pretende substituir!
 
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    Manuel Alegre, a referência da esquerda    Ver comentário
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 12:34 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
    Re: Manuel Alegre, a referência da esquerda    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:11 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Tem graça...
Rafael Chust (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 10:53 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Tem graça... eu por mim não "quero" o líder, nem o PS... e muito menos o Manuel Alegre!

Fiquem lá muito bem perdidos no meio da ignomínia de onde jamais deviam ter saído e onde pontuam vários proto-governantes e maus poetas!
 
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    Re: Tem graça...    Ver comentário
Ricmadeira (seguir utilizador), 1 ponto , 17:51 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
É outro o despertar que temos de bradar!
ameijoafresca (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 10:54 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
É outro o despertar
que temos de bradar,
abjecto tem sido o apertar
que nos deixa a enfadar!

A razão da história
é mais do que justificável,
pois é pública e notória
uma democracia trocável!

Com o país “portugalizado”
vivendo das aparências,
um regime descredibilizado
por miseráveis ingerências!

Epílogo

Perdida a inteligência
e a consciência moral,
é abjecta a intransigência
desta democracia visceral!

Os costumes dissolvidos
e os carácteres corrompidos,
com políticos envolvidos
em negócios estrupidos!

A classe média abatida
e um fisco perseguidor,
a revolta está contida
agudizando a nossa dor!
 
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    Re: É outro o despertar que temos de bradar!    Ver comentário
Tito D'alva (seguir utilizador), 1 ponto , 18:11 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
    Re: É outro o despertar que temos de bradar!    Ver comentário
ameijoafresca (seguir utilizador), 1 ponto , 18:39 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
    Re: É outro o despertar que temos de bradar!    Ver comentário
Tito D'alva (seguir utilizador), 1 ponto , 18:43 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
    Re: É outro o despertar que temos de bradar!    Ver comentário
ameijoafresca (seguir utilizador), 1 ponto , 19:29 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
    Nem mais: É outro o despertar que temos de bradar!    Ver comentário
erika santiago (seguir utilizador), 1 ponto , 18:55 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
    Re: Nem mais: É outro o despertar que temos de bra    Ver comentário
ameijoafresca (seguir utilizador), 1 ponto , 19:32 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Sempre o mesmo...
ssopas (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 11:16 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Manuel Alegre já nos habituou coms estes seus devarios. Agora quer o PS mas não quer o Sócrates. Mas quando concorreu a PR não pretendeu nem o PS nem o Sócrates e muito menos o «seu amigo» de sempre Mário Soares.
Que contradições!
Por mim, o Alegre pode ficar com o PS, com o Sócrates, com o Santos Silva, com a sua poesia com esta política de esquerda encapotada que eu pretendo outros políticos e outras políticas.
De esquerda verdadeira!
 
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Mas se Sócrates é que foi eleito!...
gataguta (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 12:34 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Mas se Sócrates é que foi eleito... e por grande maioria também no partido, o que é que O Manuel Alegre quer?
O melhor que fazia era falar só nos órgãos internos do PS, até que não seja expulso - já fez bem para isso, pelos males que tem feito ao partido.
É que ninguém é obrigado a permanecer num partido com que não se identifica.
Então, ou aceita as regras do jogo - nomeadamente quem o preside legítimamente - ou sai e... forma outro partido com as suas ideias... e logo vê o que dá.
Porque é muito bonito sonhar e criticar quando se tem o ordenado garantido, qualquer que seja a prestação!...
Não sou do PS, mas acho muito triste é ele criticar o partido da forma que o faz... apesar de só poder falar como deputado precisamente por ter sido eleito por esse partido!...
Coerente era se, não concordando nem conseguindo mudar internamente o rumo do PS, abdicásse do lugar de deputado!... Como do automóvel de luxo que recebeu da Assembleia da Répública. Assim... é igual aos outros apesar da diferença da forma de discurso!...
 
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Perdoem-me pela "cobrança"...
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:56 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
... mas desde o primeiro momento que disse que era precisamente isto o que MAlegre queria e foi tanto o que se escreveu contra o meu comentário. Estou agora a saborear o facto de ter entendido MAlegre desde a primeira hora. MAlegre não tem capacidade para perceber que a sua hora passou, e deveria ficar-se pelo desempenho, assaz nobre, que teve na altura própria. A liderança do PS nunca passará por ele. Para além de que, tal como qualquer valdevinos da política, jamais alguém lhe servirá de líder porque ele acredita que seria o líder ideal. É portanto uma espécie de noiva que procura incessantemente um ideal que não existe, e por isso o "casamento" nunca se realizará.
 
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    Re: Perdoem-me pela    Ver comentário
Ci (seguir utilizador), 1 ponto , 14:08 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Diferenças
Worldinare (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 13:33 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
A diferença entre o PS e o PSD nunca foi muito visivel, já com Mario Soares, que para mim nunca foi um politico de esquerda, mas de direita "disfarçado". O seu maior adversário nunca foi o PSD mas o PCP.
Esta liderança de Socrates é a prova dessa direita "disfarçada" de esquerda. Por isso é que a ala da esquerda dentro do PS não se revê nesta liderança e por isso é que ao longo dos anos, só existe troca de poder entre PS e PSD e as politicas são praticamente as mesmas, so mudam conforme os interesses de quem governa.
 
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Manuel Alegre quer o PS mas não o Lider
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:10 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Vejo as coligações como aqueles casamentos em que o rapaz é obrigado a casar, porque a namorada ficou grávida por acidente e depois do mal o menos. Regra geral acaba por terminar em divorcio. Fico com a sensação que Manuel Alegre e já não é de hoje, que anda a trabalhar para as Presidenciais. Dá-me a sensação que lá no fundo até dava jeito que o PS perdesse as Legislativas. Seria assim maior a evidência para forçar a esquerda a unir-se em redor de um candidato para não ficarem os ovos todos no mesmo cesto. Se não houver uma maioria absoluta nas proximas Legislativas o País vai ficar ingovernavel e vai ser o bom e o bonito. Será uma irresponsabilidade que os portugueses vão cometer. Não podemos dar-nos a esse luxo não só mas também pela crise Internacional que estamos a viver.

 
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Esta é boa...
user178221 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:36 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Até parece que Sócrates é secretário-geral porque saiu na rifa ou foi escolhido numa tombola. Sócrates foi eleito por larga maioria e Alegre perdeu por larga maioria. Se Alegre gosta do PS e quer o PS tem que aceitar o resultado das respectivas eleições feitas em congresso. De outra forma, o mais correcto que tem a fazer é sair.
Só lhe fata dizer que é democrata mas só se vencer...
Nuno Costa
 
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    Re: Esta é boa...    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 0:07 | Quinta feira, 16 de julho de 2009
Ui Ui
forevertheuni (seguir utilizador), 1 ponto , 10:44 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Ui ui, o parlamento e governo portugueses vão se transformar no imbróglio como o que aconteceu em Itália.
Há duas hipoteses.
O PSD ganha as eleições e a direita (PSD+CDS) não têm maioria absoluta...que iria ser lindo de se ver. Apesar de tudo o PS na oposição não parece ser bota a baixo como o PSD, pelo menos no tempo do Durão não mostrou a "sede" de poder pelo poder, o que levava a um empurra barriga ao longo da legislatura.
O PS ganha as eleições, havendo uma maioria absoluta à esquerda. E aqui está um problema ainda maior. Se se coliga com o CDS para ter maioria absoluta parlamentar, o PS parte em dois. Coligar com o PCP....não me parece. Com o BE...muito difícil. Com o PSD..só iria prejudicar o PS no futuro.
Se se coligar com o BE tem de ser o Manuel Alegre a fazer a ligação. Lá vai o homem para ministro da cultura. O problema é que o Louçã é muito crispado e inflexível à opinião dos outros grupos políticos. Se ainda fosse alguém do estilo Miguel Portas como líder do BE.......
Não me parece que o próximo governo vá governar 4 anos.
Como já aqui referi...é preciso o PS ir um pouco mais para a esquerda e haver um partido entre o PS e o PSD(os verdes, no estilo "verdes" como há na Europa seria o ideal, mas não me parece que desatem o nó com o PCP). ...
 
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És livre meu pensamento
roze (seguir utilizador), 1 ponto , 11:05 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
A pensão da reforma é suficiente para ser livre? Se é, vamos ter vento a dizer muito, nomeadamente que as forças da natureza nunca ninguem as venceu: ver para crer.
 
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Quem é arrogante então?
Sebastião da Treta (seguir utilizador), 1 ponto , 11:11 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Sempre pensei que Manuel Alegre e ala esquerda do PS, tinham uma função fulcral no partido... Evitar que o PS resvalasse para a direita, ou seja, continuasse no centro-esquerda.

À medida que se aproxima o Dia D, a atitude de Manuel Alegre parece revelar que este está mais interessado em focar as atenções na sua pessoa, do que em defender o partido e o próprio país das garras da Coligação Fascista.

Mas pode não ser... Pode ser mais um daqueles truquezinhos eleitorais.

Independentemente do que acontecer nas legislativas, acho que Manuel Alegre ficará a falar só, se a sua atitude for genuína e não politiqueira.
 
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    De fascista tem mais Manuel Alegre do que o CDS!    Ver comentário
Bruno_Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 12:27 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
    Re: Quem é arrogante então?    Ver comentário
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 16:08 | Quinta feira, 16 de julho de 2009
Perdedor em toda a linha
João Félix (seguir utilizador), 1 ponto , 11:51 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Na vida de Manuel Alegre não bastam uns poemas e uns hinos à liberdade para revelar que a realidade é feita de cobardia e derrotas...

Um serôdio bolurento a quem a vida sorriu.
 
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Sim, eu sei
cmfaria (seguir utilizador), 1 ponto , 12:08 | Quarta feira, 15 de julho de 2009
Que Manuel Alegre já é trova do vento que passou.
Tudo isto não passa do estrebuchar de um muribundo politico.
 
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