13/02/2012 atualizado às 16:42

Gripe A: "Improvável" a relação entre vacina e mortes fetais

A Agência Europeia do Medicamento encerrou o processo que analisava a relação entre a vacina contra a Gripe A e as mortes fetais. Uma ligação entre os dois factores foi considerada "improvável". Clique para visitar o dossiê especial gripe A (H1N1).

9:12 Terça feira, 24 de novembro de 2009

A Agência Europeia do Medicamento deu como encerrado o processo que analisava uma relação causal entre a administração da vacina contra a gripe H1N1 e as mortes fetais, informou hoje o Infarmed em comunicado.

Clique para aceder ao índice DOSSIÊ ESPECIAL GRIPE A (H1N1)

De acordo com a nota de imprensa, "após a análise de toda a informação disponível, a existência de uma relação causal entre a administração da vacina 'Pandemrix' e a ocorrência de morte fetal foi considerada improvável", pelo que o processo foi encerrado.

Dois casos em Portugal


O Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, acrescenta no comunicado que, até segunda-feira, recebeu duas notificações de morte fetal em Portugal após a administração da vacina contra a gripe H1N1, esclarecendo que não foi notificado sobre um terceiro caso, ocorrido no Hospital de Santo André, em Leiria, que circulou nos meios de comunicação social.

Na sequência das duas notificações, o Infarmed activou os grupos de resposta a situações de crise da Agência Europeia do Medicamento, nomeadamente o "Incident Review Network" e o "Pandemic Pharmacovigilance Rapid Response Expert Group", no  decorrer de uma reunião do Grupo Europeu de Farmacovigilância, no passado dia 17.

Vacina é positiva


Nesse encontro, o Infarmed recebeu informação sobre a existência de oito notificações de morte fetal a nível europeu após vacinação com 'Pandemrix'.

Na nota de imprensa, a Agência Europeia do Medicamento, os Estados membros envolvidos e o Infarmed consideram ainda que "a relação entre os benefícios e os riscos da utilização da vacina contra a gripe pandémica em grávidas se mantém positiva".   
 

Lusa
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improvável?... e encerra-se o caso?
B l u e S k y (seguir utilizador), 2 pontos , 12:38 | Terça feira, 24 de novembro de 2009
muito estranho...e pouco habitual.
 
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Drª Rauni Kilde da Finlandia
geoterror (seguir utilizador), 1 ponto , 9:47 | Terça feira, 24 de novembro de 2009
Será verdade?
http://www.youtube.com/wa...
 
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Palavras
vosley (seguir utilizador), 1 ponto , 10:00 | Terça feira, 24 de novembro de 2009
Será "improvável" ou "inconveniente"...?
 
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Causalidade ou coincidência?
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 1 ponto , 12:08 | Terça feira, 24 de novembro de 2009
Não sou médico, nem é preciso ser médico, para perceber que é muito fácil fazer um estudo estatístico comparativo entre a taxa de mortalidade fetal entre as mães que foram vacinadas e as mães que não foram vacinadas e, dos resultados do estudo, perceber se há relação entre a vacina e as mortes.
Uma de duas:
Ou a agência fez esse estudo, e este comunicado é honesto e fundamentado, e deve contribuir para tranquilizar o público e a comunidade médica...
...ou não fez, e o comunicado não passa de uma reles tentativa de desresponsabilização de quem tomou decisões que causaram mortes.
Tão simples como isso.
À comunicação social de nos informar melhor.
 
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O meu obstectra aconselha NÃO vacinação!!!
kukakente (seguir utilizador), 1 ponto , 14:54 | Terça feira, 24 de novembro de 2009
A Ministra da Saúde, o Director-Geral de Saúde, o Bastonário da Ordem dos Médicos, desfazem-se no aconselhamento da vacinação.

O meu médico, contrariamente, não aconselha a vacinação a nenhuma grávida e diz que a comunidade cientifica está dividida.
Refere ainda que não se pode acreditar, e muito menos seguir, todas as indicações emanadas da OMS, ou de autoridades europeias de saúde. Nas «margens» destas organizações ,actuam «actores» do mundo da farmacologia e da economia, cujos discursos são duvidosos.
 
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    Re: O meu obstectra aconselha NÃO vacinação!!!    Ver comentário
lsreis (seguir utilizador), 1 ponto , 16:21 | Terça feira, 24 de novembro de 2009
Não consigo ir de
lsreis (seguir utilizador), 1 ponto , 16:01 | Terça feira, 24 de novembro de 2009
Tinha prometido que ia de "férias", mas a minha consciência não deixou... Ou estou enganado, ou hoje voltou a ser noticiado a morte de mais um feto, agora às 39 semanas, após a grávida ter sido vacinada, em Portalegre. Sobre agências europeias, só vou dizer o seguinte! Há três ou quatro anos anos atrás, os portugueses no Verão foram "alertados" para o facto de que havia Hospitais que re-utilizavam materiais de uso único, colocando em causa a sua segurança. Na altura, a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu discutiam a revisão de uma Directiva Comunitária sobre o assunto. Numa investigação rápida, verfiquei que havia países europeus que também os re-utilizavam, outros que os proibiam. Os Estados Unidos, "país pobre", criou sob a observância de determinados parâmetros um "negócio" de re-esterilização desses dispositivos médicos, desde que as empresas garantissem não só a a sua "re-esterilização", mas também a sua fiabilidade técnica. Querem saber, o resultado final de tão "acérrimo" debate no Parlamento Europeu? A nova Directiva continua a ser omissa quanto à re-utilização de dispositivos médicos de uso único. Lavaram as mãos como "Pilatos"!
Voltando, à vacina até no nome foram infelizes! "Pandemerix"? Faz lembrar, infelizmente, a "poção mágica" dos livros do Astérix! Agora, foi também no Canadá, que um lote completo de 160 mil vacinas foi retirado, só porque houve seis casos de "alergia". E agora a AEM vem encerrar o assunto por uma questão de "improbabilidade"? Enfim!
 
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A falta que nos faz o professor Cayolla da Mota1
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 22:19 | Terça feira, 24 de novembro de 2009
DIZER QUE "a relação entre os benefícios e os riscos da utilização da vacina contra a gripe pandémica em grávidas se mantém positiva". É DIZER O QUÊ? SE FOSSE INTEIRAMENTE VERDE DE CIENCIA FEITA QUE "após a análise de toda a informação disponível, a existência de uma relação causal entre a administração da vacina 'Pandemrix' e a ocorrência de morte fetal foi considerada improvável", ENTÃO NEM SE DEVERIA FALAR EM RELAÇÃO benefícios e os riscos PORQUE TUDO SERIAM BENEFÍCIOS. OBVIAMENTE QUE HA RISCOS!
A mesma lógica que existe para negar nexo de causalidade entre vacinação para a gripe e morte fetal tardia poderia colocar-se entre gripe e mortalidade de grávidas! Normalmente as grávidas não morrem de gripe. Também muitas grávidas morrem anualmente. Presume-se que a mortalidade das grávidas seja um quarto da mortalidade fetal. Tanto uma como outra e em mais de 13% da mortalidade atribuída a abortos clandestinos. Nos países de aborto livre baixa a moralidade das grávidas mas sobe a mortalidade fetal tardia.
  Mesmo aceitando que o médico Filipe Froes tem razão quando afirma que as "grávidas têm um risco 10 vezes superior de ter complicações, necessidade de internamento, morbilidade e mortalidade em relação à pessoa não grávida", não se infere daqui que a mortalidade seja desta magnitude.
 
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A falta que nos faz o professor Cayolla da Mota2
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 22:20 | Terça feira, 24 de novembro de 2009
Os espanhóis que foram ao que mais azares tiveram neste campo (a mortalidade da gripe A H1N1 começou com uma grávida marroquina) referem apenas 3 x mais complicações (3 é bem menos que 10!) mas têm outras realidades mais estranhas. Aborto é a principal causa de mortalidade espanhola: um em cada 6,6 minutos. A nível mundial, a mortalidade das grávidas não difere da geral. Que faz então correr os obstetras atrás da vacinação das grávidas! Que promiscuidades obscuras existem entre os políticos e a política do fecho de maternidades?
POR OUTRO LADO, A MORTALIDADE FETAL TARDIA, APESAR DE ACONTECER, TÊM CAUSAS. UMA COISA E FALAR EM MORTE SÚBITA INFANTIL OUTRA É PENSAR QUE A INVESTIGAÇÃO POSTERIOR NÃO CONSIGA DESCOBRIR A CAUSA. De todos as causas ignoradas a mortalidade fetal tardia terá mais casos por foça do fenómeno recente do aborto tardio voluntário. Mesmo nos países em vias de desenvolvimento se sabe que a maioria de mortes fetais tardias é de causa previsível, que pode ser prevenida e tratável. Quer isto dizer que é muito estranho que as mortes fetais tardias ocorridas depois da vacinação sejam, depois de autopsiadas, de causa ignorada. Mais estranho ainda não aceitar que até melhor nexo causal a vacinação seja o evento responsável pela cadeia de alterações na evolução da gravidez que acabam na morte fetal pós vacinal! Mesmo a morte vagal tem um factor desencadeante. Não saber isso é não saber nada de nexo causal nem de causas de morte!
 
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A falta que nos faz o professor Cayolla da Mota3
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 22:22 | Terça feira, 24 de novembro de 2009
Qualquer iatrogenia pode ser responsável por um choque vagal. No caso da vacinação o coque anafiláctico é mesmo o mais provável. Sempre aconteceu, sempre foi um risco e este pode acontecer em campanhas de vacinações novas que, como qualquer outra terapêutica deve ser precedida de testes para avaliar a tal relação entre os benefícios curativos e os riscos iatrogénicos. As vacinas vivas são um risco absoluto para grávidas e as mortas, um risco relativo. Neste caso aprece que o pandemónio da pandemia atrapalhou muitos destes processos (as divergências nos processos de licenciamento de várias destas vacinas em diversos países permite a dúvida legítima – Os EU não licenciaram a vacina europeia, A suíça proíbe o Pandemrix em grávidas, a Espanha usa uma sem aditivos, etc.)!
Mas há uma coisa que é muito mais confrangedora. O Infarmed recebeu informação sobre a existência de oito notificações de morte fetal a nível europeu após vacinação com 'Pandemrix'. No entanto nada disse sobre notificações deste fenómeno relativas a outras marcas. No mesmo período em que morrerem 8 fetos pós vacinais tardios quantas grávidas morreram pós gripe A? Enfim, muita volta estará a dar na tumba o professor Cayolla da Mota com estes estudos epidemiológicos a negarem correlação estatística significativa entre 8 mortes pós vacinais por Pandemrix só porque a mortalidade fetal tardia tende a ser a principal causa de morte nos países desenvolvidos por libertinagem da lei do aborto!
 
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AS VÍTIMAS A MOLOC1
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 20:59 | Sábado, 28 de novembro de 2009
Em Portugal morrem por ano quatro a cinco mulheres grávidas, uma das mais baixas taxas do mundo. Mas com a baixa adesão das grávidas à vacinação contra a gripe A, Portugal arrisca-se a ver este número aumentar, uma vez que já morreram duas e várias estão em cuidados intensivos, alerta o presidente do Colégio de Especialidade de Ginecologia e Obstetrícia da Ordem dos Médicos, Luís Graça, em declarações ao jornal Público. No mínimo, que se seja coerente com a informação epidemiológica disponível. As estatísticas mundiais referem que o H1N1aumenta a gravidade da infecção em 3/1 (e não 10/1) mas que a mortalidade específica das grávidas é sobreponível à geral. Pela lógica que foi usada para desculpar a vacinação pelas 3 mortes fetais tardias eu diria que nada prova que as grávidas referidas foram vítimas do H1N1. Eram esperadas 5 grávidas mortas e só aconteceram 2, se calhar nem foram mortas pela gripe. A gripe mata em 3-5 dias e todas as grávidas referidas morreram depois de longos dias em cuidados intensivos seguramente em consequência de graves infecções hospitalares multirresistentes. Os hospitais portugueses são focos de graves infecções nosocomiais multirresistente há já vários anos e nada tem sido feito. Com isto é que a D.G.S se deveria preocupar a sério!
 
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AS VÍTIMAS A MOLOC2
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 21:04 | Sábado, 28 de novembro de 2009
Quando a Ministra da Saúde diz zangada à frente das câmaras da TVI que os médicos que não recomendam a vacina às suas grávidas deveriam ser responsabilizados pelo menos eticamente esta a revelar a sua face de lobo neo-estalinista debaixo da pele de cordeiro de mulher frágil e pediatra. O PS está longe de poder dar lições de ética a quem quer que seja. As decisões médicas não são irresponsáveis como as dos juízes. Os médicos actuam com independência técnico-científica e respondem deontologicamente junto do seu Bastonário e não perante a ministra da Saúde. Se estes entenderem que a vacinação pode aumentar a mortalidade fetal tardia e se colocarem este dilema às grávidas só estarão a fazer o seu papel e a cumpri a sua obrigação penal. Na verdade, como a vacinação tem que cumprir com o previsto no C.P.P Artigo 156º 1 - As pessoas indicadas no artigo 150º que, em vista das finalidades nele apontadas, realizarem intervenções ou tratamentos sem consentimento do paciente são punidas com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa. Artigo 157º Dever de esclarecimento, Para efeito do disposto no artigo anterior, o consentimento só é eficaz quando o paciente tiver sido devidamente esclarecido sobre o diagnóstico e a índole, alcance, envergadura e possíveis (Nota: aqui a independência técnico-científica implica que o médico escolha a opinião que entende mais certa e não a da Ministra da Saúde ou do D.G.S.) consequências da intervenção ou do tratamento (…).
 
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