22/05/2012 atualizado às 19:43
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Grécia: austeridade ou crueldade?

Governo grego e partidos deverão chegar hoje a acordo sobre o novo pacote de ajuda. Troika quer mais austeridade. Economistas dizem que Portugal poderá sofrer ainda mais.

Liliana Coelho (www.expresso.pt)com agências
15:16 Terça feira, 7 de fevereiro de 2012
Manifestantes gregos queimaram a bandeira alemã frente ao parlamento em Atenas
Manifestantes gregos queimaram a bandeira alemã frente ao parlamento em Atenas
EPA/Orestis Panagiotou

Na Grécia multiplicam-se as manifestações e as greves contra as eventuais medidas de austeridade. Em causa está o facto de a União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) exigirem mais sacrifícios em troca de nova ajuda.

As condições impostas pelos credores internacionais para o Governo de Lucas Papademos receber 130 mil milhões de euros são designados pelos media gregos como "Dez Mandamentos", sendo recebidos pelo povo grego com muita revolta e desagrado.

Portugal é um dos países que está na linha da frente do contágio grego. Por isso, a pergunta impõe-se: será que vamos ter que renegociar a ajuda externa? O professor do ISEG, Luís Nazaré, disse ao Expresso que ainda é cedo para afirmar isso de forma perentória, mas acredita que é "razoável" supor-se que sim.

"Não creio que Portugal tenha condições, não só por razões internas, mas europeias. Nós estamos inseridos numa união económica, o que torna a nossa vida ainda mais complicada e, portanto, creio que não possamos escapar a uma renegociação do memorando ou à mesmo à execução de um novo acordo", afirmou Luís Nazaré.

Renegociar prazos e condições


"Não sei quando, nem em que moldes será, mas penso que a renegociação do acordo terá que passar inevitavelmente por uma renegociação de prazos e das condições de financiamento", acrescentou o professor universitário. 

Já João César das Neves, professor da Universidade Católica, defende que, neste momento, não devemos pensar na hipótese de uma nova ajuda para Portugal, sublinhando que seria uma situação "dramática", que traria mais sofrimento para o país. Em relação à situação grega, o economista classifica-a de "insustentável."

"Era bom para Portugal que a situação grega fosse resolvida e que  toda a Europa alcançásse uma situação estável. Esperemos que consigamos eliminar este pesadelo, porque a situação está quase insustentável e uma vez estando no mesmo espaço estamos a apanhar por tabela", disse o professor da Católica.

Cortes nos subsídios atingem o privado


Segundo o novo plano de ajuda à Grécia, a despesa deverá ser reduzida, sobretudo, nos sectores da Saúde e da Defesa, garantindo cortes adicionais na ordem dos 2,2 mil milhões de euros.

Os funcionários públicos deverão ser reduzidos em 150 mil até 2015. Estão ainda previstos novos cortes nas reformas do sector público e privado, que poderão rondar os 15%; enquanto o salário mínimo deverá ser reduzido em 20% ou 30%. 

O sector privado deverá deixar de pagar os subsídios de férias de de Natal. Além disso, o Governo grego deverá promover reformas a nível laboral e apostar na recapitalização da banca e nas privatizações.

O acordo da troika com a Grécia, aprovado na cimeira europeia no fim de outubro do ano passado, prevê um perdão de 100 mil milhões de euros da dívida do país.

Situação torna-se "insustentável"


Para Luís Nazaré, estamos a assistir a uma mudança do ponto de vista ideológico e da construção europeia, sendo vital encontrar ajustamentos. 

"A austeridade, ou melhor a crueldade das medidas da Grécia virá a alargar-se, mas penso que será insustentável as populações continuarem a assistir à degradação total e progressiva do estado das coisas", conclui o economista do ISEG.   

Por outro lado, João César das Neves realça que este problema se manifesta numa questão de "solidariedade" entre os países do euro.

Mecanismos de vigilância têm que funcionar


"Há, sim, um problema interno, uma vez que há um enorme excedente por parte da França e da Alemanha e um défice por parte da Espanha, Itália, Portugal, Irlanda e Grécia. É este desajustamento que está a criar um problema".

O economista defende que houve mecanismos europeus que falharam, porque não alertaram para os riscos desta situação e sublinha que são precisas algumas mudanças estrututurais a este nível para a mudança ser "credível".       

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QUAL É O OBJECTIVO DESTA QUESTÃO?
odisseia na terra (seguir utilizador), 5 pontos (Interessante), 17:02 | Terça feira, 7 de fevereiro
Qual é o objectivos desta noticia? É assim q o Expresso contribui p a recuperação nacional? Com é o objectivo deste debate? Nesse jornal trabalham reputados analistas de economia e finanças q melhor do q ninguém poderão explicar as razões q conduziram Portugal a estar actualmente deitado em tão má cama. O q se impõe é racionalidade e austeridade e não crueldade. A simples utilização desta ultima palavra revela uma doentia propensão p o debate estéril. Jornais como o Expresso devem contribuir p a divulgação e mobilização d tudo o q há de bom e, não dar espaço a discussões inúteis. Saliente-se q a haver crueldade, ela está toda do mesmo lado. Quem pediu o q não podia, quem gastou o q não devia, que deu o q nunca devia ter dado é q foi cruel pois pouco ou nada na vida d um país é dado ou é d borla. No fim alguém paga e esses possuem sempre a mesma designação, contribuintes. Serão os gregos e só eles quem pode resolver a sua tragédia e, o mesmo se diga d Portugal. O caso grego é qualquer coisa d muito mau. Trata-se d um país q fez da mentira uma industria e q pensou q era muito mais esperto q todos os outros, principalmente os q lhe iam emprestando dinheiro. Os números do descalabro grego são pornográficos - 380 mil milhões d Euros, um endividamento de quase 180% do seu PIB. As incongruências e ineficiências gregas foram conscientemente cometidas por toda uma classe politica irresponsável e vigarista. Podemos estar solidários com a dor do comum dos cidadãos gregos mas nunca ...
 
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    Re: QUAL É O OBJECTIVO DESTA QUESTÃO? 2    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 4 pontos , 17:06 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: QUAL É O OBJECTIVO DESTA QUESTÃO? 2    Ver comentário
Monroe (seguir utilizador), 2 pontos , 17:10 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: QUAL É O OBJECTIVO DESTA QUESTÃO? 2    Ver comentário
Monroe (seguir utilizador), 2 pontos , 17:11 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: QUAL É O OBJECTIVO DESTA QUESTÃO? 2    Ver comentário
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:59 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Lá está mas é o fascista a sair do armário!!!    Ver comentário
ERA 2011 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:54 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: QUAL É O OBJECTIVO DESTA QUESTÃO? 2    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 18:24 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: NA SEMANA PASSADA    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 18:40 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: NA SEMANA PASSADA    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 21:32 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: QUAL É O OBJECTIVO DESTA QUESTÃO? 2    Ver comentário
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:53 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Em quê é que somos diferentes dos gregos ?    Ver comentário
JJFF (seguir utilizador), 2 pontos , 16:39 | Quarta feira, 8 de fevereiro
    moncarapacho, odisseia, galinhadois, ondinhas...    Ver comentário
ERA 2011 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:50 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: "POLITICA FASCISTA"???    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 22:48 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re:    Ver comentário
zéXXI (seguir utilizador), 1 ponto , 23:01 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Falidissimos    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 23:36 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: moncarapacho, odisseia, galinhadois, ondinhas.    Ver comentário
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:57 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Conversa de sonsos!    Ver comentário
ERA 2011 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:21 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Conversa de sonsos!    Ver comentário
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:27 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: QUAL É O OBJECTIVO DESTA QUESTÃO? 2    Ver comentário
zéXXI (seguir utilizador), 1 ponto , 23:12 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: QUAL É O OBJECTIVO DESTA QUESTÃO? 2    Ver comentário
tocaafalar (seguir utilizador), 1 ponto , 16:28 | Quarta feira, 8 de fevereiro
    Re: QUAL É O OBJECTIVO DESTA QUESTÃO?    Ver comentário
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:55 | Terça feira, 7 de fevereiro
Austeridade é sempre cruel para os trabalhadores
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 16:49 | Terça feira, 7 de fevereiro
Mas é preciso separar o trigo do joio: há por aí muito "trabalhador" que nunca soube o que eram "calos nas mãos".
 
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    Re: o que e calos nas mãos?    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 19:49 | Terça feira, 7 de fevereiro
    É aquilo que o teu adorado Alforreca só deve ter    Ver comentário
ERA 2011 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:59 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 21:34 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
cefariazores (seguir utilizador), 1 ponto , 16:58 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
OpiniãoLivre (seguir utilizador), 1 ponto , 18:36 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
tocaafalar (seguir utilizador), 1 ponto , 16:38 | Quarta feira, 8 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
OpiniãoLivre (seguir utilizador), 1 ponto , 18:27 | Quarta feira, 8 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
tocaafalar (seguir utilizador), 1 ponto , 11:02 | Quinta feira, 9 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
OpiniãoLivre (seguir utilizador), 1 ponto , 17:09 | Quinta feira, 9 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
tocaafalar (seguir utilizador), 1 ponto , 18:59 | Quinta feira, 9 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
OpiniãoLivre (seguir utilizador), 1 ponto , 23:12 | Quinta feira, 9 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
tocaafalar (seguir utilizador), 1 ponto , 11:20 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Austeridade é sempre cruel para os trabalhador    Ver comentário
OpiniãoLivre (seguir utilizador), 1 ponto , 13:10 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    O Alforreca Facista, Henrique Fox e a Galinhadois    Ver comentário
ERA 2011 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:55 | Terça feira, 7 de fevereiro
Mania da superioridade
Spitzer (seguir utilizador), 2 pontos , 17:57 | Terça feira, 7 de fevereiro
Não é nem austeridade nem crueldade: é mania da superioridade. Os alemães simplesmente acham que os Gregos são um povo «inferior» e por isso merecem ser miseráveis.
 
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    Re: Mania da superioridade    Ver comentário
marita bastos (seguir utilizador), 1 ponto , 7:27 | Quarta feira, 8 de fevereiro
    Re: Mania da superioridade    Ver comentário
mano1961 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:08 | Quarta feira, 8 de fevereiro
Passos não conhece a realidade do País...
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 18:44 | Terça feira, 7 de fevereiro
Não estamos em tempo de estar a falar de tradições, mas de saber quem é que quer lutar para vencer esta crise e quem é que quer ficar agarrado às velhas tradições". A frase sobre o fim da tolerância de ponto no Carnaval é do primeiro-ministro, Passos Coelho. Mas é exactamente pela "tradição" dos acordos de empresa preverem este dia como feriado, que as maiores empregadoras nacionais não vão abrir portas no dia 21. Secil, Cimpor, Autoeuropa, Brisa ou Kyaia são exemplos desse fenómeno, tal como o conjunto dos bancos e construtoras em Portugal.
 
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    São empresas rentáveis? Privadas ? ...tudo bem.    Ver comentário
tábuarasa (seguir utilizador), 1 ponto , 2:19 | Quarta feira, 8 de fevereiro
Portugal ainda pior que a Grécia ?
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:00 | Terça feira, 7 de fevereiro
É que se o problema grego foi o Estado que se endividou negligentemente , parece que os consumidores e empresas gregas foram cautelosos ao contrário de nós , já que a divida privada portuguesa anda para aí nos 130% do PIB.

Quem é o responsável por isto ?

Lembram-se daqueles anúncios na televisão , a enganar os portugueses , a quase a dar a entender que o dinheiro emprestado era dado , ah pois é , houve muitos a encherem-se à conta disso , nomeadamente os banqueiros.

“Mientras que el Gobierno griego pidió prestado mucho dinero y en su mayoría lo despilfarró, los consumidores y empresas griegas fueron relativamente cautelosos. Los lusos no. Según las cifras del Banco Internacional de Pagos (BIS), la deuda portuguesa total alcanza el 479% del PIB (frente al 296% de Grecia). Y eso se traduce en 783.000 millones de euros, frente a los 703.000 de Grecia.
Los bancos europeos están más expuestos a Portugal que a Grecia. En total, las entidades tienen una exposición de 244.000 millones de dólares a Portugal, frente a apenas 204.000 millones de dólares a Grecia, también según los datos del BIS”.

http://goo.gl/en75x
 
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Re: Grécia: austeridade ou crueldade?
Rio Grande (seguir utilizador), 2 pontos , 0:40 | Quarta feira, 8 de fevereiro
 
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Não acredito que o povo grego seja, por si mesmo,
Rio Grande (seguir utilizador), 2 pontos , 1:00 | Quarta feira, 8 de fevereiro
o culpado pelo descalabro que acontece naquelas paragens. Na verdade, o que estamos apreciando é uma inversão de valores calamitosa. O trabalho, os pequenos ganhos, os direitos sociais estão sendo os indicadores culposos de uma crise que, a bem da verdade, foi criada de cima para baixo. É tosco comentar que os gregos são uns safados, que gastaram acima daquilo que podiam consumir. O certo seria dizer que, uma elite balofa tomou o dinheiro que o Estado grego tinha para gerir sua economia, em proveito próprio. Extrapolou o limite de segurança e endividou o país, como um todo. Os políticos que pretendem redimensionar o valor do trabalho, para baixo, se aproveitam da oportunidade para ceifar direitos líquidos e certos do cidadão, reduzindo-os ao pó. Sim, neste caso em particular, é uma crueldade que está em andamento, que visa estabelecer quase uma escravidão, que retrocede nas conquistas dos povos, anegrejando o horizonte de jovens e futuras gerações. Uma disfarçada política de ananicar o Estado e agigantar o poder do capital, pulverizando a noção moral do trabalho como dignidade humana. Tal propaganda ideológica provoca certa anamnésia e consegue público para divulgar, entre as pessoas do povo, uma defesa despudorada desse malefício invulgar, invocando teorias e notícias manufaturadas para dar sustentáculo ao espetáculo circense de um anacrônico pacote de salvação, o qual é realmente um remédio mortal para a maioria. É insustentável e cruel. Rio Grande
 
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Desculpem!
GrandeInquisidor (seguir utilizador), 1 ponto , 16:55 | Terça feira, 7 de fevereiro
Desculpem. Esta msg não tem a ver com o tema desta notícia mas... queria perguntar:
Que se passa com a nossa comunicação social?
Olhemos para o Expresso online: Que relevo é dado ao que acontce na Síria?
Espreitemos os jornais internacionais. Todos noticiam que Espanha, Itália, França chamam os seus embaixadores em Damasco. Que alguns destes países chamam os embaixadores sírios no seu país.
E em Portugal?
Que se passa perante esta chacina humana?
Onde está o nosso Ministro dos N. Estrangeiros?
 
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    Olha-te no espelho, antes de falares da Síria.    Ver comentário
Spitzer (seguir utilizador), 2 pontos , 18:03 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Olha-te no espelho, antes de falares da Síria.    Ver comentário
GrandeInquisidor (seguir utilizador), 1 ponto , 20:08 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Desculpem!    Ver comentário
Filipe.ngra (seguir utilizador), 1 ponto , 17:05 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Desculpem!    Ver comentário
GrandeInquisidor (seguir utilizador), 1 ponto , 17:30 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Desculpem!    Ver comentário
inesvbsm (seguir utilizador), 1 ponto , 17:31 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: Desculpe!    Ver comentário
Mulhermãe (seguir utilizador), 1 ponto , 20:43 | Terça feira, 7 de fevereiro
Não tarda guerra civil na Grecia
Batatolas (seguir utilizador), 1 ponto , 17:07 | Terça feira, 7 de fevereiro
Como é possível um País como a Grécia ou até mesmo nós sairmos da crise com medidas destas havendo despedimentos cortes no salários etc. etc. no meu ponto de vista acho que Portugal esta a ir pela forma mais correta, nomeadamente ao sector privado, como reduzir feriados, ferias, e apesar de ter voltado atrás com mais meia hora também ia ser uma boa ajuda, e tudo isto é nome da competitividade e produtividade, mas infelizmente não vai sortir efeito, o único efeito vai ser o aumento de produtividade porque o factor competitividade não se vai alterar e estou em crer que vai agravar-se, e digo isto pelo seguinte, tenho alguns amigos empresários que já estão a preocupar-se com os novos carros para eles e família como também as ferias que poderão finalmente fazer.
O que me preocupa é de os trabalhadores e alguns empresários estarem a lutar para ajudar a tirar este país do lixo e ergue-lo, e outros já a pensar nas vantagens e proveitos que possam advir e pouco se importando para o resto, até agora o Povo Português tem demonstrado serenidade e compreensão com as medidas mas será sempre assim, não sei, estou com medo, uma coisa é certa a Grécia com as medidas que estão a impor não tarda esta uma guerra civil e estou em crer que também seremos contagiados, como aconteceu e esta a acontecer nos países árabes. ...
 
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    Re: há gente muito distraida    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 18:43 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: há gente muito distraida    Ver comentário
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:04 | Terça feira, 7 de fevereiro
CUSTE O QUE CUSTAR
joão.malheiro (seguir utilizador), 1 ponto , 18:06 | Terça feira, 7 de fevereiro
É NECESSÁRIO QUE O POVO SE REVOLTE CONTRA A GRANDE FINANÇA E OS SEUS CRIADOS (PSD/CDS/PS)
 
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    Re: VAI LANCHAR, que as torradas ficam frias    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 18:42 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: VAI LANCHAR, que as torradas ficam frias    Ver comentário
Rogério Maestri (seguir utilizador), 1 ponto , 21:17 | Terça feira, 7 de fevereiro
    Re: VAI LANCHAR, que as torradas ficam frias    Ver comentário
joão.malheiro (seguir utilizador), 1 ponto , 15:57 | Quarta feira, 8 de fevereiro
A história da Europa devia continuar a ser de ....
umZe (seguir utilizador), 1 ponto , 18:39 | Terça feira, 7 de fevereiro
A história da Europa devia continuar a ser de liberdade, aprendizagem e amizade.

Nesta desunida Europa, todos os dias assistimos a mudanças, em tudo diferentes da esperança.
O plano alemão e francês para submeter as finanças gregas é chauvinista e latismavel. Os vampiros insaciáveis, aí estão na sua plena função, explorando as fragilidades dos países.
Nós também não teremos hipoteses, apesar de todo o cisnismo colocado pelo PPCoelho no seu oco discurso, que afirma a sete pés "custe o que custar"...... Enfim uma tragédia, esta bem grega ......
 
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Os assalariados vão pagar, tudo bem,mas os outros?
Rogério Maestri (seguir utilizador), 1 ponto , 20:50 | Terça feira, 7 de fevereiro
Todos este planos tem em mente um arrocho salarial sobre quem ganha salário mínimo ou os demais assalariados.
Tudo bem, se é para o bem do país!
Agora a pergunta que se põe, os que não são assalariados,os patrões e rentistas, vão sofrer um confisco de 20% a 30% de seus bens pessoais?
Se deve haver sacrifício, este sacrifício deve ser repartido com todo, não exatamente sobre aqueles que vivem de seus salários e precisam da assistência pública (saúde, educação, etc.), estes pagarão dobrado.
Acho que as classes dominantes europeias estão brincando com fogo, para não perderem os anéis estão entregando os dedos dos outros, mais um pouco eles vão literalmente perder a cabeça.
 
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Pergunta Pertinente?!
marluz (seguir utilizador), 1 ponto , 14:28 | Quarta feira, 8 de fevereiro
Eu acho uma pergunta pertinente ... para mim são as duas palavras ... apesar de uma ser substantivo e outra adjectivo ... porque uma é a causa e outra é o efeito dessa causa...

Stop ...
  A recessão, a fome, a pobreza... de um povo recessão/repressão/concessão/ ... estão vidas em jogo e se joga com essas mesma vidas... Os paradoxos de um sistema que causa muitas vitimas ...

Sucede que nos tempos indefinidos vividos na actualidade se vive um súbito apagão e estamos a sucumbir ás e nas escuras de um obscuro praticado... Este obscuro não se coaduna no plano de disputas de fronteiras, de conflitos raciais nem de líder megalómano, infelizmente trata-se pura e simplesmente de dinheiro e da voracidade de uns quantos estados Europeus subverterem e que vivem à custa de outros Estados Europeus, parasitas ... eo mais triste e grave à custa das Pessoas... Caso da Alemanha ...
Numa prepotência que age em termos de puro interesse Nacional e à nefasta financeirização da vida económica na União Europeia ...

Tantas perguntas que surgem em catadupa? Porquê? Porque a Europa no actual panorama são vários pontos de ???
 
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