22/05/2012 atualizado às 19:36
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Governo admite despedimentos na Função Pública

Em entrevista ao Expresso, o secretário de Estado de Administração Pública admite que a redução de pessoal é um imperativo e que os cortes podem ir ainda mais longe: despedimentos ou o pagamento de 12 salários anuais não estão afastados.

Rosa Pedroso Lima e João Silvestre (texto) e Nuno Botelho (fotos) (www.expresso.pt)
12:20 Sábado, 29 de outubro de 2011
"A redução da despesa com pessoal em 2012 será conseguida fundamentalmente pela via da redução salarial já anunciada"
"A redução da despesa com pessoal em 2012 será conseguida fundamentalmente pela via da redução salarial já anunciada"

A edição do Expresso deste sábado, 29 de outubro, inclui um dossiê especial sobre as mudanças a efetuar na Administração Pública. Para além da redução salarial -que pode atingir, em dois anos, 40% dos atuais rendimentos dos trabalhadores do Estado - o Governo vai reduzir em 2% ao ano o número de funcionários públicos.

A redução de pessoal pode ser atingida com a simples passagem à aposentação dos trabalhadores, mas, admite o Governo, "não poderão à partida ser excluídas quaisquer possibilidades ou medidas que possam vir a concretizar esse ajustamento".

Entrevistado pelo Expresso, Hélder Rosalino, secretário de Estado da Administração Pública, fala assim na possibilidade de o Estado poder despedir trabalhadores, assim como na hipótese - para depois de 2013 - de se integrarem nos 12 salários anuais os montantes equivalentes aos subsídios de férias e de Natal pagos à Função Pública. A redução salarial prevista no próximo Orçamento do Estado é "um imperativo" e uma necessidade de "ganhar tempo", até o Governo concluir uma profunda reforma da Administração do Estado.

A meta de redução de funcionários do Estado poder ser atingida através dos mecanismos da mobilidade geral e especial, ou pode o Governo ter de recorrer a despedimentos? Já admitiu essa possibilidade em entrevista recente...
No que respeita à redução do número de funcionários, a Lei do Orçamento reforçará muito significativamente o mecanismo de controlo das entradas de novos efetivos, admitindo-se que com as naturais passagens à situação de aposentação dos trabalhadores em funções públicas a meta de redução de 2%, prevista para 2012, seja atingida ou mesmo ultrapassada. Estamos num contexto de emergência nacional em que se impõem ajustamentos muito significativos para conter o défice orçamental no limite quantitativo que consta no Programa de Assistência Económica de que Portugal está a beneficiar. É nesse contexto que terá que ser encarada a série de medidas, muito restritivas é certo, que estão previstas no Orçamento para 2012 em matéria de Administração Pública, em que a redução das despesas com pessoal é uma das condições da necessidade imperativa de ajustar o peso do Estado às capacidades financeiras do país. A redução da despesa com pessoal em 2012 será conseguida fundamentalmente pela via da redução salarial já anunciada, mas esse não poderá ser o nosso objetivo final permanente. Temos que criar condições para reverter a médio prazo essas medidas, o que exigirá um esforço de ajustamento muito grande das Administrações Públicas, a concretizar em poucos anos. O Governo dará prioridade ao desenvolvimento de uma estratégia de médio prazo que venha a permitir que o ajustamento dos efetivos da Administração Pública se possa fazer de forma programada e sustentada nos próximos dois ou três anos, quer pela via da gestão criteriosa das entradas e saídas de efetivos, quer pela utilização de outros instrumentos de gestão de recursos humanos que terão que ser desenhados e implementados num futuro próximo. Neste capítulo não poderão, à partida, ser excluídas quaisquer possibilidades ou medidas que possam vir a concretizar esse ajustamento.

"Estamos a promover uma transformação muito importante no modelo de funcionamento e de governação do Estado"
"Estamos a promover uma transformação muito importante no modelo de funcionamento e de governação do Estado"
Qual o número "ideal" de funcionários da Administração Pública necessários para que o Estado continue a poder cumprir as suas funções?
Mais do que pensar sobre o número ideal de funcionários da Administração Pública, importa sublinhar que a principal intenção e ação do Governo passa por reorganizar o Estado, quer ao nível das suas estruturas orgânicas, quer ao nível dos seus modelos de governação. Nestas áreas, penso que o Governo tem vindo a fazer um trabalho cujos resultados são já muito visíveis e impressivos, e que vão desde o PREMAC, que permitiu uma redução muito significativa de estruturas e de cargos dirigentes, passando pela revisão do Estatuto do Pessoal Dirigente e pela revisão que irá ocorrer nos próximos dias do Estatuto do Gestor Público e da Lei-Quadro dos Institutos Públicos, diplomas que se encontram já em fase de aprovação pelo Conselho de Ministros. Nesta matéria haverá importantes alterações. Estamos a promover uma transformação muito importante no modelo de funcionamento e de governação do Estado, num contexto muito difícil, mas em que a mudança é a única solução. Porém e não fugindo à questão, é minha convicção de que terá que ocorrer uma redução com significativa no número de efetivos da Administração Pública nos próximos anos, de modo a que seja possível acomodar uma redução sustentada dos custos com pessoal do Estado, que não seja exclusivamente baseada na variável preço (salários).Temos, por outro lado, que olhar para a estrutura de efetivos da Administração Pública e para as políticas salariais vigentes, no sentido de as compatibilizar devidamente. Temos, porventura, que melhorar a competitividade do Estado relativamente a alguns grupos profissionais e ajustar para os níveis de mercado a remuneração de outros grupos profissionais, relativamente aos quais a Administração pagará acima do que é a prática no privado. Essa análise tem que ser feita e, como disse, estamos a preparar uma estratégia de médio prazo que promova a requalificação da Administração e, simultaneamente, a redução do seu peso nos encargos gerais do Estado.

"Foi a situação de emergência nacional que obrigou a cortes transversais duros"
"Foi a situação de emergência nacional que obrigou a cortes transversais duros"
O Governo - e o seu Ministério em especial - continua preocupado com os eventuais "tumultos" e o acréscimo da tensão social, agora que estão anunciadas as primeiras manifestações e greves?
Tem havido uma preocupação grande de elucidar a população para o facto de a proposta de orçamento para 2012 ter subjacente a necessidade de evitar o colapso financeiro do país. Nesta matéria, o comprometimento de todos em matéria de coesão social é fundamental. Entendo que a redução do peso do Estado na Economia tem que ser efetuada de forma cautelosa e faseada. Foi a situação de emergência nacional que obrigou a cortes transversais duros, mas absolutamente necessários. Porém, a tónica deve ser dada ao facto de estes cortes permitirem ganhar algum tempo para que se possa definir e cumprir os ajustamentos necessários, no sentido de diminuir eficientemente o peso do Estado e a relançar a economia portuguesa. Penso que os portugueses têm a real perceção da situação de emergência nacional em que o país se encontra e que percebem que este Governo está a trabalhar no sentido de garantir o futuro das gerações futuras. Há a perceção de que é preciso passar por um processo de ajustamento muito difícil para garantir a sustentabilidade futura do país. O diálogo com os sindicatos tem sido muito franco nesta matéria. Este governo e eu próprio damos muita importância ao diálogo social, o qual é absolutamente indispensável no momento em que vivemos.

Admite a necessidade de adoção de mais cortes na Administração Pública para além de 2013? Ou mesmo a entrada em vigor de novas medidas, como, por exemplo, a integração dos subsídios de férias e de Natal nos vencimentos dos trabalhadores do Estado?
Retomo o raciocínio da resposta anterior. Os cortes salariais na função pública previstos no Orçamento de 2012 devem ser compreendidos pelos próprios funcionários (e pela sociedade em geral) como uma forma de ganhar tempo enquanto se põe o Estado a gastar menos. Tenho consciência que há muito por fazer, mas é importante ter presente que reformas demoram algum tempo. A redução do peso do Estado na economia tem que ser feita de forma cautelosa e faseada. A suspensão progressiva dos subsídios de natal e de férias, no contexto de emergência nacional, teve três grandes ordens de razão para incidir sobre os funcionários públicos: A primeira - incontornável - é que a redução de salários da função pública concorre para a consolidação do défice do Estado, na medida em que representa redução da despesa do Estado. A segunda, teve que ver com os incentivos relacionados com a proteção do emprego que existem para a maioria dos funcionários públicos e que não existe para o sector privado, o que tem como corolário, o facto de os trabalhadores do privado poderem perder a totalidade da remuneração em casos de redução dos postos de trabalho ou de encerramento de empresas. A terceira razão baseia-se na disfunção salarial conhecida entre a média dos salários na função pública e a média dos salários no sector privado. De facto, existem estudos que demonstram que o prémio é mais elevado no sector público do que no privado, embora isso não se verifique para todos os grupos profissionais do Estado, sobretudo para os mais qualificados. O estado actual da Administração Pública, e o seu peso incomportável que tem na despesa pública, teve o seu epílogo num corte salarial transversal que não distingue qualitativamente os trabalhadores. Foi uma decisão tomada num contexto de emergência nacional, em que o fator tempo não permitiu que outras variantes desta solução pudessem ser equacionadas. A integração dos subsídios de férias e de Natal nos vencimentos dos trabalhadores do Estado não é uma questão que se coloque no contexto atual, até porque esses subsídios estarão suspensos em 2012 e 2013, mas naturalmente não poderá ser afastada no futuro a discussão em torno desse tópico no quadro de reforma global da Administração Pública, no sentido em teremos que promover, de forma sustentada, o ajustamento do peso financeiro do Estado às reais condições financeiras do país. Neste contexto, todas as soluções terão que ser colocadas em cima da mesa. Mas, como disse, essa questão não está em discussão no momento atual.

O modelo de austeridade agora seguido para os funcionários públicos é extensível aos trabalhadores da Administração local, Governos Regionais e organismos e empresas do Estado? Prevê aqui que volume de redução no número de trabalhadores (incluindo rescisões, passagem a quadro de excedentários ou despedimentos?
O modelo de redução da despesa pública por via da redução remuneratória e da suspensão do pagamento de subsídios de férias e de Natal, para exemplificar duas das mais relevantes medidas, aplicam-se a todos os trabalhadores da administração direta e indireta do Estado, Regiões Autónomas e Autarquias Locais. Relativamente ao assunto da redução do número de trabalhadores importa sublinhar que o meio preferencial para atingir os objetivos de decréscimo de pessoal na Administração Central, Regional e Local, fixado para 2012 no valor mínimo de 2%, resulta da conjugação do reforço das restrições colocadas sobre a admissão de pessoal e das saídas de trabalhadores em funções públicas por motivos de aposentação ou reforma. A adoção de outro tipo de medidas em 2012 para alcançar os objetivos de decréscimo acima assinalados, como sejam as rescisões por mútuo acordo, despedimentos e outros mecanismos, não se encontram contempladas no Orçamento.



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Inevitável
Marradas Beligerante (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 13:56 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Compreendo que esta situação dos excedentários da FP deva ser tratada com algum cuidado e muita ponderação. Há no problemas bastantes variáveis que importa acautelar. Estamos numa fase em que, uma medida com impacto mal avaliado ou alguma especulação posta a circular, pode despoletar uma reacção desagradável.
Mas, quer queiramos quer não, é inevitável que os despedimentos cheguem à função pública. E os despedimentos em massa.
Chegou o momento em que temos que decidir se queremos "pouco para muitos" ou "muito para poucos". Por mim, prefiro que a organização dos serviços conte com o nº indispensável de pessoas, não acomodadas de preferencia, que transforme e acrescente valor ao serviço e acima de tudo aos utentes. A Função Pública, como qualquer outra actividade, não pode ser transformada em Santa Casa da Misericórdia que alberga indigentes preguiçosos e que se regem pelo "certinho, faça muito, pouco ou nada".
 
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    Re: Inevitável    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:29 | Sábado, 29 de outubro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
Pinto14 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:05 | Sábado, 29 de outubro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 19:52 | Sábado, 29 de outubro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:23 | Sábado, 5 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 13:09 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:24 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 13:43 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Também vai ser criado um Campo de Extermínio !    Ver comentário
villegas (seguir utilizador), 1 ponto , 7:45 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
thais de noronha (seguir utilizador), 1 ponto , 18:19 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:25 | Sábado, 5 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
thais de noronha (seguir utilizador), 1 ponto , 23:51 | Sábado, 5 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 6:41 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 13:18 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:32 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 13:41 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:49 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 15:31 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 15:35 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Comandada por que gente?    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 22:42 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Comandada por que gente?    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:31 | Sábado, 5 de novembro de 2011
    Fala um especialista?    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 17:02 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Fala um especialista?    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:09 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Sou professor há 25 anos    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 17:16 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Sou professor há 25 anos    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:29 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Eu conheço as escolas.    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 21:10 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Eu conheço as escolas.    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 6:29 | Segunda feira, 7 de novembro de 2011
    Eu sou funcionário    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 0:30 | Terça feira, 8 de novembro de 2011
    Re: Eu sou funcionário    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 5:55 | Terça feira, 8 de novembro de 2011
    Não consigo    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 23:06 | Terça feira, 8 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
luarmina (seguir utilizador), 1 ponto , 22:23 | Sábado, 5 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 6:51 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Inevitável    Ver comentário
thais de noronha (seguir utilizador), 1 ponto , 23:53 | Sábado, 5 de novembro de 2011
Os funcionários públicos estão felizes...
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 14:21 | Sábado, 29 de outubro de 2011
... com o governo que elegeram!
 
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    Re: Os funcionários públicos estão felizes...    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:32 | Sábado, 29 de outubro de 2011
    Re: Os funcionários públicos estão felizes...    Ver comentário
luarmina (seguir utilizador), 1 ponto , 22:47 | Segunda feira, 31 de outubro de 2011
    Re: Os funcionários públicos estão felizes...    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 6:37 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Re: Os funcionários públicos estão felizes...    Ver comentário
luarmina (seguir utilizador), 1 ponto , 14:45 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Re: Os funcionários públicos estão felizes...    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 6:17 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: Os funcionários públicos estão felizes...    Ver comentário
luarmina (seguir utilizador), 1 ponto , 22:12 | Sábado, 5 de novembro de 2011
    Eu explico se você é lento    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 0:33 | Terça feira, 8 de novembro de 2011
    Re: Eu explico se você é lento    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 6:06 | Terça feira, 8 de novembro de 2011
    Ó meu grande urso    Ver comentário
L SKYWALKER (seguir utilizador), 1 ponto , 21:24 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Ó meu grande urso    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:20 | Sábado, 5 de novembro de 2011
    Confirma-se!    Ver comentário
L SKYWALKER (seguir utilizador), 1 ponto , 20:02 | Sábado, 5 de novembro de 2011
    Re: Confirma-se!    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:22 | Sábado, 5 de novembro de 2011
Governo
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:07 | Sábado, 29 de outubro de 2011
E quando chega a vez de reduzir os muitos inúteis deputados que existem na AR?
 
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    Re: Governo    Ver comentário
Expedita (seguir utilizador), 1 ponto , 21:45 | Sábado, 29 de outubro de 2011
    Re: Governo    Ver comentário
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:17 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Governo admite despedimento na Função Pública
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:38 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Não foi nada disto que Passos Coelho prometeu antes das eleições. Por isso não admira que haja pessoas que o considerem a maior fraude eleitoral que teve lugar depois de 74. Sendo assim podemos questionar se este governo é legitimo e tem direito a governar. Fez um contrato com o povo que não está a cumprir e sendo assim pode ser considerado nulo e ser dado sem efeito por dolo ou má fé. Pessoalmente nem questiono se as medidas são necessárias e as melhores. A questão é que devido a ter mentido e usado de má fé está a ocupar o lugar indevidamente.

http://www.youtube.com/wa...

http://www.youtube.com/wa...
 
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    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
123leuname (seguir utilizador), 1 ponto , 8:26 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:35 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
Falsete (seguir utilizador), 1 ponto , 9:40 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:33 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 12:59 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:40 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 8:52 | Segunda feira, 31 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:43 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 8:59 | Segunda feira, 31 de outubro de 2011
    O PPC foi a votos dizendeo que isto estava afundad    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 22:46 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: O PPC foi a votos dizendeo que isto estava afu    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 10:52 | Segunda feira, 31 de outubro de 2011
    Duas observações    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 20:40 | Segunda feira, 31 de outubro de 2011
    Várias observações    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 11:01 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    PS: Observação final    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 13:16 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Atira a pedra e esconde a mão    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 17:00 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Re: Atira a pedra e esconde a mão    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 0:19 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Deus livre os jovens de professores como você    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 18:26 | Quinta feira, 3 de novembro de 2011
    Re: Deus livre os jovens de professores como você    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 19:58 | Quinta feira, 3 de novembro de 2011
    É para rir, não é?    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 23:42 | Quinta feira, 3 de novembro de 2011
    Re: É para rir, não é?    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 13:17 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
739 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:12 | Segunda feira, 31 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 10:58 | Segunda feira, 31 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 14:20 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:13 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 13:20 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 13:22 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 13:33 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:54 | Terça feira, 1 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 0:25 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 0:49 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 13:36 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 13:52 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 14:00 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 14:09 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 14:20 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 19:06 | Quarta feira, 2 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 19:52 | Quinta feira, 3 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 21:07 | Quinta feira, 3 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 9:41 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
julcal (seguir utilizador), 1 ponto , 20:28 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Governo admite despedimento na Função Pública    Ver comentário
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 13:30 | Domingo, 6 de novembro de 2011
os
vmpsantos (seguir utilizador), 1 ponto , 15:32 | Sábado, 29 de outubro de 2011
parasitas iluminados este país triste.fico preocupado com este pais,se a NASA descobre estes cérebros, vêm logo cá.nunca fizeram nada de útil na vida,agora para aparecer nas noticias, inventam.gostava de saber aonde é que esta gente esteve estes anos todos,será que tiveram em Marte,só pode.
 
 Regras da comunidade
O gajo sorri
o anão gigante (seguir utilizador), 1 ponto , 15:41 | Sábado, 29 de outubro de 2011
afirma tudo isto e sorri contente nas fotos. Uma pena que os pais dele não lhe tivessem pedido para fugir de casa na infância.

http://oanaogigante.blogs...
 
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    Re: O gajo sorri    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 17:14 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Demagogia feita à maneira ....
ampasantos2 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:42 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Então se a ordem é reduzir e cortar despesas com pessoal na FP porque é que TODOS os Ministérios contrataram tantos assessores, especialistas, secretárias, motoristas?
Afinal parece que não existem funcionários a mais, já que não foi possível encontrar nos actuais recursos humanos do Estado nem um motorista, ou secretária, ou especialista sabe se lá do quê capaz de ocupar estes cargos.
Infelizmente o que se diz na oposição e em eleições são palavras levadas pelo vento Lá diz a letra da canção "Demagogia à maneira é como queijo numa ratoeira".
 
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QUEM ACREDITA VAI PARA O CEU!!!
germano miranda (seguir utilizador), 1 ponto , 18:29 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Não são mas se fossem sérios não havia problema nenhuma em dizer abertamente que não têm alternativa!
Mas todos nós sabemos que não são sérios, pela simples razão que NÃO HÁ politicos sérios e são por norma como a serpente que nunca se sabe quando ataca!
Agora é um ataque aos funcionários publicos, mas não se riam porque a seguir será a toda a classe trabalhadora!
Não sonhem que ele nos vai deixar em paz!
Logo que veja uma possibilidade vai atacar como poder!
Para este politico muito acima de portugal estão as suas ideias, e os seus ideais!
Se daqui até Fevereiro os trabalhadores não o isolarem podem ter a certeza absoluta que fará o maior ataque da história a todos aqueles que produzem neste país!
Está muito apaixonado por ele mesmo!
NUNCA ESQUEÇAM QUE A MAIORIA RELATIVA QUE ESTE GOVERNO CONSEGUIU FOI DE 43% DOS PORTUGUESES QUE FOI VOTAR, O QUE QUER DIZER QUE 57% NÃO VOTOU LOGO NÃO ACREDITA NOS POLITICOS PORTUGUESES E ESTÃO SE MARIMBANDO QUE ISTO REBENTE TUDO!
QUEM SABE SE NÃO SÃO ELES QUE ESTÃO CERTOS
NÃO É DEMOCRACIA QUE DIZ QUA A MAIORIA TEM SEMPRE RAZÃO?
 
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TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 19:50 | Sábado, 29 de outubro de 2011
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germano miranda (seguir utilizador), 1 ponto , 8:41 | Domingo, 30 de outubro de 2011
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TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 22:53 | Domingo, 30 de outubro de 2011
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thais de noronha (seguir utilizador), 1 ponto , 0:07 | Domingo, 6 de novembro de 2011
Pois...
calleigh (seguir utilizador), 1 ponto , 18:46 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Gente que pouco faz, cada vez irá fazer menos ... agora é só juntar alguma dose de "raiva" sobretudo contra o cidadão mais á mão...
 
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Grande açorda que este País se tornou!!!
Brilhantina (seguir utilizador), 1 ponto , 19:35 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Cada ministro, secretário de Estado, Presidente da Junta de Frequesia, Comentador Político, Pintelho etc... etc... próximo do Governo/PSD vem à TV anunciar novas medidas de austeridade...
Cada um fala como tivesse o rei na barriga, como reisinhos a quererem o devido protagonismo para arranjarem curriculum!
Ca ganda açorda!!!!
 
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Governo anda a fazer jogadas de xadrez
TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 20:03 | Sábado, 29 de outubro de 2011
1º reduz a retribuição da mobilidade especial.
Depois cortam o 13º e 14º a título provisório, com o argumento que os funcionários públicos não podem ser despedidos e portanto são priveligiados. A seguir vêm dizer que o provisório para a definitivo. E no fim dizem que não podem garantir que não despedem, que é o mesmo que dizer que vão despedir e em massa !!! Ora bem, se para o corte a condição da diferenciação afinal não se verifica, PORQUÊ É QUE NÃO SE CORTA A TODOS !!! Esta malta neoliberal ainda não percebeu (vão precisar de mais 20 anos) para compreender que as técnicas de gestão do privado não funcionam no Estado: Se derem autonomia aos gestores, só vai haver mais despesa; se despedirem, continuam a pagar o vencimento do FP (mais reduzido), para não trabalhar... A táctica é restringir admissões. O problema é que isso supostamente já é feito há 20 anos. Mas todos os anos se lê - "é este ano que as admissões estão mesmo congeladas". E depois até motoristas se contratam em incumprimento da Lei.... NÃO BRINQUEM COMIGO, QUE O MEU BOLSO JÁ NÃO AGUENTA MAIS....
 
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marqant (seguir utilizador), 1 ponto , 0:57 | Domingo, 30 de outubro de 2011
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Rochaman (seguir utilizador), 1 ponto , 12:05 | Domingo, 30 de outubro de 2011
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happylady (seguir utilizador), 1 ponto , 15:15 | Domingo, 30 de outubro de 2011
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TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 23:07 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo anda a fazer jogadas de xadrez    Ver comentário
marqant (seguir utilizador), 1 ponto , 23:59 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo anda a fazer jogadas de xadrez    Ver comentário
thais de noronha (seguir utilizador), 1 ponto , 0:50 | Domingo, 6 de novembro de 2011
    Re: Governo anda a fazer jogadas de xadrez    Ver comentário
TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 23:06 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Não seja um triste    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 23:08 | Domingo, 30 de outubro de 2011
    Re: Governo anda a fazer jogadas de xadrez    Ver comentário
thais de noronha (seguir utilizador), 1 ponto , 0:29 | Domingo, 6 de novembro de 2011
Sorriso na cara do Secretário
kotinos (seguir utilizador), 1 ponto , 20:05 | Sábado, 29 de outubro de 2011
O secretário diz-nos com um sorriso de rapazinho que os funcionários públicos devem compreender a remoção salarial como uma forma do estado ganhar tempo. O secretário também nos podia dizer com o mesmo sorriso que os estudos sobre a reforma do estado indicam um periodo de 5 a 10 anos como o necessário para o fazer. O secretário sorri e mente. Este governo carcateriza-se por ser sorridente, mentiroso e inconsciente nos impactos que gera nas famílias.
 
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Disfarçada hipócrisia
Boldt.Manuel (seguir utilizador), 1 ponto , 21:20 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Discute-se muito o público e o privado, elaboram-se teorias e teses, cada qual tentando ser a mais original e genial possível, doravante não passam do simples e mero "bestial".
Penso que há serviços que devem continuar a ser públicos, caso contrário, vai-se por água abaixo a estratégia e controlo do governo numa Nação.
Pelo que observo, não vejo que o privado seja mais eficiente que o público. Apenas alguns talvez ganhem mais dinheiro. Podem existir honrosas excepções, mas também as haverá decerto no público.
Este clima de ameaças de despedimentos e cortes em subsídios de férias e Natal, nâo passa de uma hipocrisia do governo ao serviço de lobies para reajustar os níveis de riqueza nas populações, "Haver menos ricos e mais pobres e necessitados". Assim, a caridadezinha funciona e as histórietas de benfeitoria serâo mais vulgares na comunicação social. Assim, esta terá matéria de diversão para deste modo comover as populações e desviar a atenção das pessoas para certas negociatas vantajosas, para grupos restritos da sociedade.
Quanto ao excesso de funcionários públicos, essa é culpa dos vários governos que para darem tacho aos seus "boys", criaram lugares fictícios.
Concluindo, este governo anda a tapar buracos. A castigar brutalmente a população, como se fosse esta a culpada da situação de défice e até hoje, não vejo estratégia de recuperação da economia. A não ser pequenas notícias ao estilo do governo Sócrates, como foi o caso da mina de oiro. Não há motivação.
 
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TEEZR (seguir utilizador), 1 ponto , 13:25 | Domingo, 6 de novembro de 2011
muito curioso
teixeiranet (seguir utilizador), 1 ponto , 21:57 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Não deixa de ser curioso que quem vai para a rua é quem não meteu "prego nem estopa" no assunto e os políticos que fizeram gestão danosa vão à sua vida sem ter que prestar contas a ninguém!
Estão a ver porque faz tanta falta a Justiça Divina?
É que essa entre um mendigo e um ex-primeiro ministro, dá muito mais importância ao mendigo, ao qual recompensa, enquanto prepara os castigos a aplicar ao ex-primeiro ministro. É toda uma diferença!...
 
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funcionários preguiçosos
clash (seguir utilizador), 1 ponto , 22:15 | Sábado, 29 de outubro de 2011
Sou quadro superior na função pública vai para 20 anos. Lembro-me que, quando comecei, também tinha a ideia preconcebida de que aquilo era uma papa, que ninguém fazia nenhum. Não podia estar mais enganado. No setor público trabalh-se tanto ou mais do que no privado. Claro que também há os sornas, que dão má imagem à classe e à pála deles somos todos vilipendiados e feitos bodes expiatórios dos males do país, o que dá muito jeito aos governantes populistas que têm ocupado o poder. O verdadeiro problema da função pública está na falta de organização e na sobreposição dos interesses particulares dos dirigentes face ao interesse público. Mas, quanto a isso, nem uma medida. A avaliação dos funcionários não passa de um meio de premiar os acólitos, em detrimento dos que realmente merecem. É tudo uma autêntica farsa. A desmotivação é geral e a perseguição de que temos sido alvo é um ultraje. Se ao menos os verdadeiros culpados não passassem impunes. É por isso que lanço o seguinte apelo: sim ao protesto apartidário e ao voto em branco ou nulo em massa.
 
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Rio Grande (seguir utilizador), 2 pontos , 21:29 | Domingo, 30 de outubro de 2011
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