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Os jornalistas e os blogues

19:33 Terça-feira, 14 de Ago de 2007
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Uma nova vaga de jornalistas está a abrir blogues. Nem sempre pelos melhores motivos, e com equívocos inevitáveis: um blogue não é uma coluna de opinião na net...

Podemos caracterizar a adesão de jornalistas à blogosfera em quatro tipos diferentes, consoante os objectivos e o comportamento que, aliás, correspondem a vagas temporais.

Um escalão aderiu porque de alguma forma se relacionava já com as áreas da tecnologia e da ciência. Neste grupo estão, para citar nomes portugueses, jornalistas como o Pedro Fonseca (free-lancer) ou o António Granado (Público, ver quadro final com links).

Depois, temos os jornalistas do ensino, de professores a estudantes de comunicação. Estes últimos vieram em duas vagas temporais, como veremos mais abaixo. Desde o Fernando Zamith (Lusa, Universidade do Porto) ao Manuel Pinto (Universidade do Minho) à Elisabete Barbosa, passando pelo Luis Santos (U. Minho), mas também pelo João Pedro Pereira, que de estudante passou já a profissional (Público).

O terceiro grupo é o dos early-adopters, como João Paulo Meneses (TSF) e João Morgado Fernandes (DN), entre muitos, muitos outros, de orgãos de informação de Lisboa e Porto, sobretudo, mas também de jornais e rádios da província. É o grupo mais numeroso.

O quarto grupo inclui nomes como Jorge Fiel (aqui no Expresso), Helena Garrido e João Querido Manha. Chegam mais por força da moda e de contratos com instituições do que por convicção pessoal e terão dificuldades de adaptação ao meio -- como tenho visto com o António Martins Neves, a quem vou dando a ajuda que posso.

O que é curioso é que praticamente nenhum jornalista português assume um blogue onde pratique a profissão. Quando muito, os mais aventureiros usam a ferramenta de uma forma complementar a algumas investigações que façam em assuntos específicos.

A vaga inicial ocorreu entre 2002 e 2003, no início do fenómeno dos blogues em Portugal e no mundo. Gente como António Granado (provavelmente o primeiro jornalista português a ter um blogue, ainda que alguns outros tivessem páginas pessoais antes) já usava a Internet e a web com toda a naturalidade para comunicar e informar-se. A adesão à então nova técnica de edição digital em rede era lógica.

Praticamente coincidente no tempo é a segunda vaga, que agrega estudiosos da evolução dos meios e do jornalismo, naturalmente atentos ao fenómeno e a ele aderentes desde logo, com graus de entusiasmo diferenciados. É curioso verificar os trajectos de alguns deles, que divergem a partir de 2005/2006: uns mantêm-se firmes nos projectos iniciais de pesquisa e de relacionamento com a comunidade de professores e alunos, enquanto outros evoluem para o uso da ferramenta de forma profissional, nomeadamente com projectos editoriais associados em regra aos estabelecimentos de ensino.

Ainda dentro deste grupo há um sub-grupo que vem mais tarde, por alturas de 2006/2007. São os estudantes das várias disciplinas de comunicação que fazem da blogosfera um uso mais modernizado, perspectivando já o mercado de trabalho. Muitos sabem, ou intuem, que o futuro profissional passa pelo bom domínio das ferramentas online e avançam por conta própria, uma vez que os currículos universitários ainda não oferecem cadeiras que os instruam na prática da comunicação em rede e no paradigma da pesquisa que substitui o da montra e do prime-time.

A terceira vaga aderiu à blogosfera na altura em que esta possuía um maior apelo de charme: 2004/2005. A grande maioria não estava nada à vontade com as tecnologias mas superou essa barreira, que afinal não era tão grande: os processos de edição do Blogger, em especial, e dos outros editores em geral são simples de entender e com um pouco de tempo e ajuda até se consegue editar a coluna dos links -- ou pelo menos copiá-la de outro blogue, razão pela qual existem tantas blogrolls iguais datadas desse tempo, com níveis de blogues desactivados ou mesmo "mortos" hoje elevadíssimos.

Nesta vaga contam-se jornalistas mais conhecidos e menos conhecidos, muitos deles fora dos maiores centros urbanos. Os principais denomimadores: textos pessoais e muito comentário político e de actualidade, pouca profundidade (sugerindo que o blogue é mais uma válvula de escape para o dia a dia na Redacção e menos um instrumento levado a sério).

A quarta vaga é mais problemática. Por um lado, chega à blogosfera tarde, o que é mau: os terrenos estão ocupados, as listas feitas, os partidos tomados, os grupos desenhados. É muitíssimo mais difícil, hoje, impor um blogue do que era em 2004, quando bastava abrir a loja e cem ou duzentos entusiastas davam as boas vindas, em cascata de links que se prolongava às vezes por mais de uma semana. Em 2007 abrir um blogue envolve uma estratégia de promoção que vai desde o SEO (search engine optimization, conjunto de boas práticas que ajuda a surgir melhor posicionado nas pesquisas nos motores de busca, mas com o qual é preciso cuidado para não obter um efeito contrário) à citação recorrente de outros blogues, na esperança de provocar um visita de curiosidade e um link de volta. E, em muitos casos, ao investimento em publicidade!

Por outro, estes novos autores "blogam" sem convicção íntima, parecendo mais empurrados para a função por via da modernização de que os títulos precisam urgentemente, ou por portais que chegaram atrasados à web das multidões, para onde fugiram as suas audiências de ontem, e agora pagam para recuperar o tempo perdido.

Uns adaptam-se e rapidamente descobrem, com o auxílio de comunidades que praticamente lhes fazem o trabalho de social networking, que um blogue não é uma coluna de opinião com leitores, mas um exercício de diálogo com um conjunto de "co-autores", na prática. Repare-se no sucesso da Roupa para lavar.

Mas nem todos são o Jorge Fiel e as suas temáticas, digamos, populares, ou o António Martins Neves e o Fernando Peixeiro (Lusa, ambos), com a sua interessante correspondência transatlântica. A maioria fará uma travessia do deserto até descobrir que o peso da marca (pessoal ou do título) é muito menor nesta ecologia específica. Alicerçado na observação de alguns desaires americanos e ingleses, suspeito que muitos serão de todo em todo incapazes de "descer" ao nível da rua digital, mantendo a rigidez vertical típica da era emissor-receptor.

A blogosfera já foi um meio "macio". Hoje, porém, a fortíssima concorrência, a ocupação de espaços e a inércia e cansaço da parte activa da comunidade torna muito duro e moroso construir um projecto a partir do zero. É claro que ter por detrás o apoio de uma marca forte como o Expresso, ou de bolsos cheios como o Sapo e o IOL, ajuda bastante. Mas não é uma garantia: há mais dúvidas que certezas sobre as suas hipóteses de se estabelecerem.

A certeza que tenho, sem margem para dúvidas, é que as respectivas qualidades de análise e de escrita vêm enriquecer um meio onde se nota já alguma erosão, compreensível quer pelo cansaço dos mais antigos, quer pela quantidade astronómica de novos blogues sem valor que poluem hoje o circuito técnico sem o qual seria impossível seguir a publicação reticular (refiro-me aos motores de busca e agregadores).

Fica abaixo um quadro para ponto de partida, com função de exemplo e sem pretensões de exaustivo e do qual naturalmente excluo os blogues do Expresso. Aguardo contributos para enriquecer a lista, em especial no que toca ao recenseamento da quarta vaga. Aqui nos comentários ou por e-mail para paulo.querido@gmail.com. Se algum leitor dispuser de uma lista mais completa, o que é provável, cá a aguardamos!

primeira vaga António Granado (Público): Ponto Media
Fernando Zamith (Lusa): JornalismoPortoNet Weblog
Pedro Fonseca (à altura no Público): ContraFactos & Argumentos e, mais tarde, VideosAver


segunda vaga Luís Santos (Univ. Minho): Atrium - Media e Cidadania
João Paulo Meneses (TSF): Blogouve-se
João Pedro Pereira (Público): Engrenagem
Eugénio Queirós: Bola na área
João Morgado Fernandes: still kissin'


terceira vaga Hélder Bastos: Travessias Digitais
Luis Carvalho: instante fatal
Paulo Nuno Vicente: chão de papel


quarta vaga Helena Garrido: Visto da economia
António Martins Neves e Fernando Peixeiro: Atlântico expresso
João Querido Manha: Zona de ataque


Paulo Querido, jornalista

75 comentários
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re: Os jornalistas e os blogues
raiodesol (seguir utilizador), 1 ponto , 23:15 | Terça-feira, 14 de Ago de 2007
olá, boa noite, gostei muito de ler esta espécie de histórico bloguístico.
Não se pode negar que até em sites de pesquisa, o que se passa nos blogues misturam-se a outras tantas coisas, observando a necessidade de saber realmente o que nos interessa.
Mas a que escrevo? sobre as vagas denominadas (gerações bloguisticas) de que falo.
Nem todos buscam títulos e textos interessantes, existem dias em que estamos não muito bons na escritura de algo e por aí segue a imensidão de abertura e fechamento de blogues. Espaços criados para opiniões e debates. Nem todos conseguem escrever com persistencia, digamos assim.
Abri um, exclusivo para alunos. Objetivo: existiam disciplinas com uma certa carga horária não presencial e imaginei os meus alunos a responderem minimamente a qualquer assunto, ligados ao nosso interesse mútuo e assim estariam acobertados de trabalhos acadêmicos e linkados ao PC. Afinal o sector educacional sabe da ferramenta que é um computador e sabe dos benefícios que a aproximação de livros, pinturas, artigos, videos, músicas etc, podem proporcionar. Mas sabem usar os professores estas artimanhas? Sabem que, por serem professores (não estão ali por acaso) possuem um conhecimento a mais, ou seja , o indicativo dos sites que interessam para que o aluno aprenda a ser diretivo na pesquisa e não perca tempo, digamos assim ou o mínimo de que escrevam suas opiniões e que todos leiam estas opiniões e o que os aflige, ou interessa.
Se a grande queixa dos ligados à educação é a perda de tempo com MSN, Orkut, onde proliferam a digitação super rápida entre amigos, questionei, onde moro obviamente, se a procura de outras vias
poderia ser oportunizada.
Poderiam oficializar a tentativa? a resposta foi negativa. Mas como já existiam alunos a responder aos escritos, descobri mais uma falha no sistema educacional, que além da pouca leitura e escrita existente, propiciou-se um estranhamento da metodologia aplicada.
Alguns gostaram, os que aderiram estavam fartos do bla-blá- blá de sempre. Outros nem sabiam acessar (sniff).
Mas existem os hierarquicamente resistentes, que apontaram, "ora, a nossa meta é realmente o aluno, ler e escrever, mas por metodos mais simples." Uau!, onde estou? a que mundo pertencerei?
para que existem 5, 6 salas laboratórios de informática, com acesso net? deduzi que sem dúvida eram unicamente para mails , MSN... e digitar (dactilograficamente) os textos.. As decepções acontecem em qualquer instância... e aí ? lavo as mãos? me retiro da arena dos toureiros sendo arrastada na areia? ou continuo a subversivamente contrariar os outros à custa de alguma pressão e possibilidades de : se já fui advertida ( não me pergunte pois não sei mais o que fiz..mas asseguro que sou inocente!:)),seguirei para a 2ª advertência e nado, nado e morro na praia!!!
imagino que vai achar graçola no que escrevi!!!!!
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re: Os jornalistas e os blogues
Rodrigo Costa Cruz (seguir utilizador), 1 ponto , 1:34 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
Cara raiodesol,

Com todo o respeito, não percebi nada do que escreveu. Percebi vagamente que está de alguma forma ligada à docência e concerteza não lecciona línguas ou afins.

Observei um tal chorrilho de disparates (semântico/gramaticais) no seu curto texto que me fez constatar a tal "pouca leitura e escrita existente" que assinala.

Imagino que não vai "achar graçola" ao que escrevi mas tinha mesmo de partilhar isto consigo. Ainda não abandonei o banco da escola como aluno e continuo a escandalizar-me com alguns professores.

Com os cumprimentos,

Rodrigo Cruz

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re: Os jornalistas e os blogues
Magri (seguir utilizador), 1 ponto , 19:35 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
Caro Paulo Querido

Os temas do Jorge Fiel não são "populares" no sentido de arraiais populares ou coisas de mau gosto. O Jorge Fiel consegue discutir temas delicados com tacto e um humor fantástico, alternando com pequenas/grandes coisas da vida. Sempre dentro de um respeito que seria impossível noutra pessoa.

Outros jornalistas e comentadores/"fazedores de opinião" gostariam de ter o talento dele, mas não é para qualquer um. Claro que já sabe que eu sou fã dele. Também gosto do seu blogue, mas não é comparável!

Uma outra coisa em que difere o blogue dele e muitos outros é que não há picardias de egos e opiniões que são típicos de tantos outros blogues e que tornam por vezes o ar irrespirável. Ou melhor, até há, mas são rapidamente neutralizadas e/ou ridicularizadas dentro de um respeito muito peculiar... tanto por ele mesmo como pela restante comunidade que habita a Roupa para Lavar. Eu incluída!

Dito isto, vou dizer-lhe que você lhe chamou velho e popular! ;-) Não sei se ele irá gostar!
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re: Os jornalistas e os blogues
raiodesol (seguir utilizador), 1 ponto , 22:18 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
Prezado Sr. Rodrigo,
como está o Verão? muito calor? e as praias? poluidas? que pena.
E o trabalho corre bem?
e o futebol? o que acha dos novos eleitos do Scolari? Hum?
e que mais posso perguntar? devo?
Saiba que os textos que não "percebo", não contesto! ;)
Mas quanto a mim, posso aprender muito com o que escreve. nada como aprender..
Olha, e a política? hum ? votou em Lisboa ou não é de Lisboa?
Vejamos, vai ao teatro, e que músicas gostas?
e então? com tantas maravilhas, vai logo se preocupar comigo?
Esqueça, como uma parva escritora para lá de medíocre, deixo um aperto de mão.
Não levo em consideração que me entendas, mas levo em muita consideração entende-lo sempre.
(sic!)

 
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re: Os jornalistas e os blogues
raiodesol (seguir utilizador), 1 ponto , 22:20 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
ou seja .. popularmente....................., não , não vou escrever isso.!
Mas pensei..
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re: Os jornalistas e os blogues
Magri (seguir utilizador), 1 ponto , 22:43 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
Caro Rodrigo Costa Cruz

Alguns "erros" que detectou na Raiodesol não o são: ela é brasileira, o que justifica alguma diferenla nos termos usados.

Raiodesol

Eu avisei já várias vezes que é difícil entendê-la! E olhe que não é por ser brasileira: falta-lhe capacidade de expressão! Parece que está a falar sozinha, pressupõe que sabemos coisas que na realidade não sabemos e depois... fica com um discurso... estranho! O facto de não fazer parágrafos suficientes não ajuda à clareza do discurso (e falamos 1000 vezes nisso no Roupa para Lavar).

O facto de entender o Rodrigo Costa Cruz não é superioridade sua: é só que ele exprimiu-se correctamente. Um pouco bruto, é certo (e possivelmente equivocado por causa da sua nacionalidade), mas gramaticalmente correcto.

A luta do Ricardo Cruz é a de muitos neste país e é também um pouco a minha: ter criaturas pagas para ensinar as crianças a exprimir-se, quando elas não o sabem fazer... é duro! Sobretudo porque algumas essas crianças são nossas e/ou vão substituir-nos. Se a Raiodesol vai candidatar-se a um doutoramento tem que saber que a sua tese tem que ser inteligível. Engula em seco e aprenda connosco. É duro mas é para o seu bem!

Pela minha parte, vi colegas a darem erros de palmatória ao longo da Faculdade. Alguns hoje são professores... e dói-me. Eu dou erros (de certeza que dei um por outro até aqui) e tenho sempre dúvidas em relação a uma coisita por outra, mas acho que tenho uma escrita mais ou menos honesta.

E mais uma vez o Paulo Querido gramou com comentários que não têm nada que ver com o tema que propôs... sorry! POde sempre pegar no tema "cibercidadania"...
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re: Os jornalistas e os blogues
raiodesol (seguir utilizador), 1 ponto , 22:44 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
Prezado Paulo Querido , ao que escrevi (pensamentos escritos) não tem obrigatoriedade de enviar respostas.
Mas foi de imensa validade, ler o que escreveu.
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re: Os jornalistas e os blogues
Exp_PauloQuerido (seguir utilizador), 1 ponto , 22:57 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
Cara Magri,
popular como em sexo, não popular como em arraial.
Quanto ao gosto ser bom ou mau, desculpar-me-á, mas o meu respeito pelos leitores do camarada Fiel impede-me de me pronunciar em público sobre este assunto. Posso apenas adiantar a minha filosófica posição: o bom gosto de uns é a piroseira de outros (ler como em: o lixo de uns é a riqueza de outros).

Não há nada de mau em ser popular. Sei que sou extraordinariamente impopular quando afirmo uma coisa destas, mas uma vez que o que me guia não é, definitivamente, ser ou não popular, afirmo-o com a calma toda.

Na realidade, eu referia-me a temas populares dentro do grupo considerado de leitores do Expresso e de media online, o que exclui as largas fatias da população a que a Magri alude quando a sua cabecinha se lembra dos arraiais populares.

Quanto aos off-topics: comes with the job. Tanto por dizer sobre este tema... Mas -- lá está -- isso sou eu e os leitores podem pensar diferentemente.
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re: Os jornalistas e os blogues
raiodesol (seguir utilizador), 1 ponto , 22:58 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
Magri, como não simpatizar com uma pessoa tão cordata, pior, sempre a salvar-me de atos danosos à Lingua -mãe. OU mais , sempre a salvar-me de desencontros "linguísticos" !!!! risos! (valei-me...!!)
Mas estarei sempre aqui, no meu lugar de origem.. e nada tenho a temer..!
O meu orientador, aposto que vai querer saber mais dos dados encontrados e da possibilidade de aplicação para com os nossos seCtores emergenciais, inclusão, áreas de risco social adaptável em qualquer região geográfica que necessite dela, do que outro facto..
mesmo assim , beijim..
(Dr. Rodrigo isso significa beijinhos simpáticos entre pessoas conhecidas, afinal conheço a minha amiga Magri dos pés à cabeça, (sic!)incluso os dedos dos pés e mãos!! ( valei-me...!) , agora não escrevo mais nada que conte com um duplo sentido.. mas logo aqui? no Paulo Querido ( desculpa.)
  Pronto, danos à minha pessoa, vão mais uma vez pensar que ..... não, não vou escrever .
 
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re: Os jornalistas e os blogues
Exp_PauloQuerido (seguir utilizador), 1 ponto , 22:59 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
Cara raiodesol,
obrigado pela consideração.
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re: Os jornalistas e os blogues
raiodesol (seguir utilizador), 1 ponto , 23:10 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
Pronto , vamos acabar com estas prosopopeias, que o Paulo Querido segue a Doutrina Fielosófica dos mandamentos:
1- viva e deixe viver.
2- todos diferentes e todos iguais.
  O Paulo Querido se prende e é fidelissmo, ao que é de seu interesse, as questões Cyber-net.
Afinal, quem disse que não se aprende em tudo o que se lê?
as boas causas e as más causas.. e realmente o povo bem que necessita dar uma risadinha!! A vida é tão amarga!
Uma para todos saberem o que é "graçola" , descobri que o meu querido presidente Lula, foi baPtizado, de "O O grande molusco"!
Nosso povo não tem jeito, são todos uns pobres "lavadores de roupa".

tema popular que até o Paulo vai dar um sorriso!
bye .
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re: Os jornalistas e os blogues
Magri (seguir utilizador), 1 ponto , 23:56 | Quarta-feira, 15 de Ago de 2007
Caro Paulo Querido

Não se desculpe: não tem que gostar! Assim como assim a gente escreve na mesma!

O Jorge Fiel não escreve só sobre sexo. Um dos posts que mais comentários teve foi sobre... o clip e o corta-unhas! Outros são sobre as viagens dele, que têm muita aceitação (possivelmente porque ele escreve muito bem e é um javardo).

Pior que sobre sexo é quando se fala em futebol: ao menos no primeiro tema todos têm mais ou menos o mesmo objectivo. É curioso como há mais faltas de respeito com o futebol que com o sexo. Não sei se isto será bom!

Em relação aos outros blogues, tenho que confessar que conheço o seu, que modestamente não colocou mas existe e eu gosto de ler, de vez quando (não tenho lá ido, confesso), mas os outros não conheço. Um dia destes hei-de os visitar: pode ser que haja algo interessante.

Já agora, o José Milhazes estava sediado no blogger, mas está agora aqui http://blogs.publico.pt/d... (com alguns problemas de formatação, mas adiante).
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re: Os jornalistas e os blogues
Exp_PauloQuerido (seguir utilizador), 1 ponto , 1:29 | Quinta-feira, 16 de Ago de 2007
Cara Magri, a lista é apenas um ponto de partida. Existem centenas de jornalistas em Portugal que "blogam".
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Paulo Querido - Jornalistas e Blogs
Anonymous (seguir utilizador), 1 ponto , 12:20 | Quinta-feira, 16 de Ago de 2007
PingBack from http://fractura.net/?p=41...
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??? Certamente! A blogosfera e a opini??o
Anonymous (seguir utilizador), 1 ponto , 16:43 | Quinta-feira, 16 de Ago de 2007
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