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Estudo

Custos do TGV podem derrapar em 40%

O TGV ainda não arrancou, mas o seu preço já derrapa a uma velocidade superior à que dizem que circulará.

Daniel Rosário, correspondente em Bruxelas
12:13 Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
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Mário Lino, Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, José Sócrates, primeiro-ministro, e  Francisco Nunes Correia, Ministro do Ambiente, na apresentação do Projecto de Alta Velocidade, no Centro de Congressos da FIL, em Lisboa
Mário Lino, Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, José Sócrates, primeiro-ministro, e Francisco Nunes Correia, Ministro do Ambiente, na apresentação do Projecto de Alta Velocidade, no Centro de Congressos da FIL, em Lisboa
Ana Baião

De acordo com um estudo encomendado pela Comissão Parlamentar dos Transportes e Turismo do Parlamento Europeu (PE) a uma empresa de consultoria, o custo da ligação em alta velocidade entre Lisboa, Porto e Madrid pode ter uma derrapagem na ordem dos 40%.

A estimativa consta de um documento sobre a actualização dos custos das chamadas redes transeuropeias de transportes (TEN), 30 mega-projectos a realizar por toda a Europa, de que o TGV ibérico faz parte.

A PricewaterhouseCoopers estima que estes grandes trabalhos europeus, anunciados em 2004, vão sofrer uma derrapagem de custos média na ordem dos 11,6% e o seu custo inicial, 340 mil milhões de euros, atingirá os 379 mil milhões.

A alta velocidade entre Portugal, Espanha e com posterior ligação a França (o projecto nº3, conhecido como "Eixo de Alta Velocidade Ferroviária do Sudoeste da Europa) será o 9º mais inflacionado, com uma derrapagem de 13,7%. Mas a componente deste projecto entre a capital portuguesa e a do país vizinho e que passa pelo Porto salta dos 8 mil milhões de euros previstos em 2004 para quase 11 mil milhões e meio de euros, o que representa um aumento na ordem dos 40,6%.

O estudo em causa não entra em mais detalhes sobre a forma como estas derrapagens vão afectar os diferentes países envolvidos nos projectos, nem especifica as causas das diferentes alterações de preços. Apenas refere que as mesmas se podem dever a problemas na gestão dos projectos, na planificação, a alterações nas respectivas especificações, à falta de financiamento e a atrasos provocados por processos legais.

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Isto é completamente inaceitável! Chulos!!!
Viking3000 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:39 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Em nenhum país civilizado os orçamentos de obras públicas derrapam mais de 5%.
Em Portugal derraparam sempre 400 ou 500% no passado para os partidos poderem roubar à vontade. Agora com a vergonha ficam-se pelos 40%.

Isto é um crime! Estão a roubar os Portugueses. Por isso é que os Portugueses vivem mergulhados em impostos.
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    A eles!!!!!    Ver comentário
sex&binho&rock'nroll (seguir utilizador), 1 ponto , 18:35 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Fantástico
josealmiro (seguir utilizador), 1 ponto , 12:54 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Meu Deus não é possivel, só mesmo em Portugal, muita gente se governa neste país com estas derrapagens e são sempre os mesmos, nem vale a pena dizer quem são todos nós cidadãos comuns sabemos.
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10 a comentar..
Caparica Red Neck (seguir utilizador), 1 ponto , 13:25 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
10.000.000 a pagar.
300, os negativos do filme, exactamente, a arrecadar.

O Cidadao deve sair para a rua, deve preparar o fisico e a mente e correr com os corruptos posteriormente. A questao passa por assumir que aqueles com grande poder de convocatória, em todas as áreas, sao os piores corruptos, vendem-se p'las migalhas do que roubam aos Portugueses as figuras do instituido.

Está quase tudo comprado com o que ao Português foi "afanado", na mente despótica dos governantes, o povo, é como gado.

P.S.- Se ainda fosse gado bravo..
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Pontes
brasuca (seguir utilizador), 1 ponto , 14:18 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Li já há algum tempo, no CM, que a ponte Salazar, OPS!... 25Abr, saiu do seu orçamento inicial 1%(UM POR CENTO) e de quebra ainda foi entregue antes do prazo estipulado. Que diferença das pontes de hoje!...
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Incompetência quantificada
Manuel Almeida (seguir utilizador), 1 ponto , 14:21 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
A incompetência das elites governamentais e económicas portuguesas é bem conhecida nos outros países. Pelos vistos está até já quantificada internacionalmente.

Assim, se é expectável, com boa gestão, considerar uma margem de derrapagem de x% (existem sempre, e em todos os países, imprevistos), para Portugal a margem a considerar deverá ser 4 vezes superior (pela incompetência na organização e na gestão dos projectos)!

Acresce que, nos outros países, por vezes corre tudo bem e não há derrapagem e em Portugal nunca corre tudo bem, e muitas vezes (túnel do Terreiro do Paço, ponte Entre os Rios, túnel do Marquês, etc.) corre tudo ainda pior do que o costume e a derrapagem é mesmo muito superior às piores expectativas.

Assim, de facto, não vamos lá.
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    Re: Incompetência quantificada    Ver comentário
JimmyTheSailor (seguir utilizador), 1 ponto , 15:40 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Obviamente!
OVIRIL (seguir utilizador), 1 ponto , 14:28 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Obviamente. E não tivesse o sr jorge coelho sido nomeado para a chefia da mota engil. Agora são 40, amanhã mais 40, depois de amanhã mais 40 e o povo pactua com isto tudo. Ou alguém tem dúvidas que é este o consórcio ganhador da obra?
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UM investimento Muito Caro
Bugattii (seguir utilizador), 1 ponto , 14:41 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Governo vai começar a pagar o TGV no final da próxima legislatura. O modelo de negócio da rede de alta velocidade, apresentado quinta-feira, determina que o Estado só começa a pagar este projecto a partir de 2013, ano de grandes dores de cabeça para quem estiver a governar o país. Só em compromissos financeiros já assumidos, com as SCUT e a Saúde, o Executivo terá de pagar 1122 milhões de euros – quase 20% do actual défice já este ano.
Valerá a pena o gasto para melhorar a ligação ferroviária entre as duas principais cidades do país? É um investimento demasiado alto para ser feito de ânimo leve até porque o país está falido. O preço da viagem de comboio actual só compensa se se viaja sozinho, caso contrário é preferível utilizar o automóvel. O TGV mudará esta tendência ou será ainda mais cara a viagem de modo a quase ninguém o utlizar?

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    Re: UM investimento Muito Caro    Ver comentário
mosava (seguir utilizador), 1 ponto , 15:20 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
    Muito mais caro do que o seu simples custo    Ver comentário
Manuel Almeida (seguir utilizador), 1 ponto , 0:05 | Quinta-feira, 10 de Abr de 2008
Sou contra o Investimento do TGV...
possivel (seguir utilizador), 1 ponto , 14:59 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Já algum tempo escrevi sobre o assunto. Sou contra o investimento do TGV. Os custos do investimento são elevadissimos e o seu retorno demorará muitos anos a ser reposto. Existem investimentos prioritários por exemplo, a recuperação das zonas ribeirinhas e a protecção da nossa orla maritima, as reformas da educação, da justiça, o ordenamento do território contra a desertificação do interior, apetrechar as forças de segurança e as forças armadas, dignificar a vida das pessoas sobretudo dos reformados em suma, apostar sobretudo nas capacidades dos portugueses...mas de verdade e não com promessas "balofas". Chega de "vaidades saloia"!... Recentemente li uma noticia sobre a reactivação dos "velhinhos" helicópteros Pluma...e queremos nós ter um TGV?... Recentemente vi uma reportagem sobre as péssimas condições de trabalho da PSP. Todos os dias se falam em encerramento de fábricas...ou será que o TGV é construido em Portugal?... Seria importante haver um debate publico sobre o TGV como houve para o aeroporto - talvez os portugueses ficassem mais esclarecidos - como eu.
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    Totalmente de acordo    Ver comentário
Manuel Almeida (seguir utilizador), 1 ponto , 23:59 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Comilões...
mosava (seguir utilizador), 1 ponto , 15:25 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
A não ser os amigos, filhos, enteados e financiadores de campanhas eleitorais habituais, ninguém precisa do TGV em Portugal.
Sobretudo não o povo que paga os impostos...
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    Re: Comilões...    Ver comentário
bgl (seguir utilizador), 1 ponto , 15:41 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
    Re: Comilões...    Ver comentário
mosava (seguir utilizador), 1 ponto , 18:56 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
A festa Continua...
Icezero (seguir utilizador), 1 ponto , 16:25 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
A média europeia foi cerca de 10%.... portugal foi 40%.... A grande país o nosso que gosta de tar sempre á cabeça da europa....

Será que a minha junta de freguesia pode fazer um hospital com um orçamento de 10000euros pq é facil de aprovar e depois ter uma derrapagem de mais de 1000%?? Pq pelos vistos o estado consegue aprovar tudo com um custo reduzido e depois qdo se vai a ver aqueles preços já não são bem os mesmos.

Se bem me recordo dos meus tempos de universidade, qq projecto de investimento tem que ter sempre em conta a inflação dos preços, mas pelo que me parece isto so se aplica os projectos dos privados!!

So quero ver o que é que o Sr quase engenheiro nos vai dizer de quanto é a derrapagem do aeroporto.
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    Infelizmente não são subavaliados    Ver comentário
Manuel Almeida (seguir utilizador), 1 ponto , 23:46 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Têm que compreender o ponto de vista do governo
Icezero (seguir utilizador), 1 ponto , 16:30 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
Caros amigos...
Têm que ver que a estrategia do TGV está enquadrada com a de fechar as maternidades e escolas, pois com o TGV as gravidas e os putos conseguem tar num hospital ou escola espanhola em pouco tempo...
Certo sr ministro? Estou tão feliz, estes nossos ministros pensam em tudo!!!

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    Re: Têm que compreender o ponto de vista do govern    Ver comentário
mosava (seguir utilizador), 1 ponto , 18:57 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
O PARLAMENTO E A PRICEWATERWATERHOUSE COOPERS
NJP (seguir utilizador), 1 ponto , 22:38 | Quarta-feira, 9 de Abr de 2008
A notícia é parca em detalhes sobre a "encomenda" á consultora mas parece um acto de magia estimar-se os prejuízos de uma obra que ainda não começou, não estando concluídos os pormenores do projecto. Parece mesmo uma "encomenda".
O PE costuma ter procedimentos de transparência pública anunciando no Jornal Oficial o concurso. O trabalho é uma "encomenda" ou foi resultado da adjudicação de um concurso, ainda que restrito?
Depois importa precisar o conceito de "derrapagem", já que é aceitável uma correcção dos custos imprevisíveis numa obra que tem uma elevada contribuição de especialidades, com um período de execução bastante alargado e com materiais e equipamentos muito diversificados.
Será previsível o custo de um determinado durante toda a obra? Pensemos nas variações do custo das matérias-primas no mercado internacional, por exemplo do aço incorporado nos carris, nas pontes metálicas e no comboio. O mesmo para todos os restantes equipamentos.
É certo que existem modelos matemáticos para revisão de preços de empreitadas, mas serão fiáveis para uma construção com duração porventura superior a uma década.
Se o estudo se basear em suposições de uma acumulação de erros de planeamento, gestão, etc., não passa de uma "encomenda". Porventura antecipa eventuais derrapagens baseda nas más práticas passadas. Mas isso é garantido?
Até mais esclarecimentos, trata-se de um estudo opinativo com suposições conclusivas cujo valor é discutível em termos objectivos, mais parecendo tratar-se de um estudo de futurologia. Sem os detalhes necessários nem sequer se pode compreender em que cenários está assente. Será que a consultora posiciona-se, desde já, como pretendente á fiscalização da obra? Pelo menos parece tal.
Será um estudo mais que o futuro comprovará o que vale ou não vale. Obviamente que qualquer "derrapagem" é indesejável, seja por atrasos, por erros de projectos, por falta de financiamentos, ou por outras razões evitáveis. Mas isso poderá já ser antecipado neste momento?
Concluir a partir de hipóteses é coisa pouco confiável que os parlamentares deveriam recusar. Uma coisa é o rigor esforçado, outra coisa é a magia habilidosa, entre elas não é admissível a mínima permeabilidade.
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    Re: O PARLAMENTO E A PRICEWATERWATERHOUSE COOPERS    Ver comentário
Manuel Almeida (seguir utilizador), 1 ponto , 0:20 | Quinta-feira, 10 de Abr de 2008
    Re: O PARLAMENTO E A PRICEWATERWATERHOUSE COOPERS    Ver comentário
NJP (seguir utilizador), 1 ponto , 3:04 | Quinta-feira, 10 de Abr de 2008
Só 1 problema: governar, decidir
Eremitão (seguir utilizador), 1 ponto , 3:49 | Quinta-feira, 10 de Abr de 2008
.
simplesmente o trivial:
.
uma Decisão (intenção final) de governação é feita com as dados conhecidos no momento em que se decide. É assim a governar a casa, a empresa, a autarquia, a região ou o País,
.
se entre a Decisão e Começar o decidido houver alterações aos dados que anteriormente eram conhecidos só suicidas irresponsáveis começam o decidido,
.
pára, reavalia novamente tudo e toma outra decisão.
.
Não é recuo pejorativo, apenas seriedade e inteligência.
.
Também surge agora, entre outros, a questão dos sindicatos bancários que sustentem o novo Aeroporto, TGV e 3ª ponte sobre o Tejo em matéria de juros e alteraçãoi dos riscos mundiais. Talvez se esteja a "decidir" no mundo da fantasia e do irrealista.
.
Face a actual recessão mundial anunciada há anos (reajustamentos entre continentes e entre Países em termos de Economia e Competição mundiais), e as fortes medidas de revolução de impostos e fiscais que vão surgir para dar força competitiva ás Empresas internamente anulando importações e continental/mundialmente aumentando exportações,
.
resta haver o bom senso de encarar de frente a realidade de Portugal e fazer as fraturas de agendas e políticas decididas. Há poderosos FACTOS NOVOS peninsulares, europeus e mundiais que as tornam INEFICAZES e fortemente PREJUDICIAIS para o curto, médio e longo prazo para Portugal.
.
A Governação Nacional está entalada numa EMERGÊNCIA NACIONAL, perdeu a oportunidade de AGIR FORTE há pelo menos há 1 ano.
.
Até porque Espanha já está a arrancar com fortes medidas de impostos e fiscais para as suas Empresas (defesa do Emprego) ainda serem MAIS COMPETITIVA a nivel peninsular, europeu e mundial. Terão efeitos prejudiciais rápidos no mercado, interesses das Empresas, Emprego e Competitividade de Portugal no Munso a somar ao "pacote da recessão mundial" que nos toca pela porta.
.
Ao contrário do que se afirma a CONFIANÇA DOS CIDADÃOS PERDE-SE (investimento e consumo) com a verdade á frente dos olhos na carteira, e o discurso político surge ladainha fantasista aos olhos de todos.
.
Prepara-se um País, reforçasse a CONFIANÇA DOS CIDADÃOS quando o discurso político coincide com o que a Sociedade sente e os eleitores vêm os políticos a RESOLVER o PAÍS reformando, demitindo e revolucionado o que for preciso para a reviravolta que os FACTOS NOVOS MUNDIAIS implacavelmente obrigam.
-
E neste momento só GANHANDO OS CIDADÃOS e os ELEITORES DA DEMOCRACIA.
.
Portanto os Grandes Projectos Nacionais de que se está a falar surgem 2º plano. Quiçá até DESMOBILIZADORES DA CONFIANÇA dos Consumidores e Empresários.
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Unhas para agarrar e resolver o PROBLEMA NACIONAL em vez de cantos "de avestruz com a cabeça metida debaixo da areia"
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A eles!!!!!
sex&binho&rock'nroll (seguir utilizador), 1 ponto , 21:51 | Sexta-feira, 11 de Abr de 2008
Dêem-lhes chicotadas, arrastem-nos pela calçada, pontapeiem-nos na cabeça e nas partes baixas. Arranquem-lhes as tripas e pendurem-nas bem alto, qual estandarte da justiça do povo. Vertam o seu sangue diante das crianças para que conheçam a sina dos tiranos. Rufem tambores e cantem a de novo canção de Grandola (que me perdoe o Zeca). Bebam vinho e dancem sobre os cadáveres dos filhos da besta.

Mas antes... dêem-se ao trabalho de ler o relatório.
Este não refere a que se deve o aumento dos custos. Tanto podem ter origem em erros de estimativa como em extensões do projecto e consequente aumento de trabalhos.
Após a leitura muito rápida que fiz do relatório fiquei com nitida impressão que este é um daqueles relatórios em se paga balúrdios para nos virem dizer aquilo que já sabíamos (nem se deram ao trabalho de traduzir o documento).

Em sitio nenhum fica claro que se trata de uma derrapagem.
Mesmo que assim seja, uma derrapagem, os 40% apenas acontecem numa parte do projecto. E não se trata de uma hipotese mas sim de um facto consumado ao contrari do que faz crer o artigo ao afirmar "podem derrapar em 40%".
Assumindo que se trata de uma derrapagem, deveriamos lembrar-nos que ainda não é esta a altura em que tiranos metem a mão na massa, uma vez que ainda estamos em fase de projecto.

Há que saber esperar e atacar na hora certa, para que os politicos, tiranos e déspotas deste país não nos tomem por parvos.
E aí sim: dêem-lhes chicotadas, arrastem-nos pela calçada...
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É tudo legal em Portugal
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 3:18 | Segunda-feira, 14 de Abr de 2008
E em 2010 quanto será a derrapagem? Já quanto à construção da nova ponte sobre o Tejo, por perda de trafego e receitas na ponte Vaco da Gama, o Estado poderá ter de pagar 35 milhões de euros por ano à Lusoponte. É tudo legal e aos gajos não lhs aconrece nada e continuam a debitar asneira e ainda são capazes de serem eleitos de novo...porque é tudo legal...
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