Uma dívida de 12,5 milhões de euros foi considerada incobrável pelo BCP a um conjunto de cinco empresas de um dos filhos do fundador do BCP. Filipe Jardim Gonçalves e seus sócios beneficiaram de um perdão na sequência da falência das empresas que dirigiam.
Numa investigação feita ao longo das últimas semanas, Filipe Jardim Gonçalves disse ao Expresso que não houve qualquer situação de compadrio pelo facto de ser filho de Jardim Gonçalves.
O Expresso apurou que neste processo considerado polémico e estranho por accionistas e quadros do banco, estiveram também envolvidos, Filipe Pinhal, actual presidente do Banco e Alípio Dias, administrador.
Na edição de amanhã do Expresso, pode ler toda a investigação sobre um processo de dívidas que opõe o BCP a Filipe Jardim Gonçalves desde 2001.