O balanço do massacre perpetrado segunda-feira no Sul das Filipinas, na província de Maguindanao, por homens armados, no âmbito de um ajuste de contas entre clãs rivais, subiu para 52 mortes, anunciou hoje a polícia num novo balanço.
"O balanço atinge agora 52 mortos", declarou o chefe da polícia regional, Josefino Cataluna.
Um aliado político da presidente filipina Gloria Arroyo, filho do governador provincial, foi considerado hoje pela polícia como suspeito número um no massacre.