21/05/2012 atualizado às 16:11
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Défice de €275 milhões no Serviço Nacional de Saúde

Contas da Saúde voltaram a fecharam no vermelho em 2011, mas 'buraco' diminuiu 18% em relação a 2009 e 39% face a 2010.

Ana Sofia Santos (www.expresso.pt)
21:56 Quinta feira, 9 de fevereiro de 2012

O défice do Serviço Nacional de Saúde (SNS) situou-se nos 275,2 milhões de euros em dezembro de 2011, segundo estimativas da execução financeira, publicada no sítio da ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde.

Em relação a 2009 e a 2010 regista-se uma redução do défice, em universo real (na lógica das contas nacionais, o que corresponde à despesa total), de 18,4% e de 38,7%, respetivamente. Ou seja, há dois anos o SNS apresentava um saldo de -337,1 milhões de euros, que se agravou para os -448,9 milhões de euros em 2010.

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Deixem-se de filmes...
jose carlos silva (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 22:44 | Quinta feira, 9 de fevereiro
O Benffica, o Porto e o Sporting devem mais! Tratando-se de uma assistencia para a vida não me parece muito... Cortem nos financiamentos...
 
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Todos à grande manifestação...
Resistente (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 23:22 | Quinta feira, 9 de fevereiro
o semanário "Espesso" - na semana em que a central sindical CGTP mudou de coordenador de direcção e se anuncia para o próximo sábado dia 11 uma grande manifestação de repúdio pelas politicas de traição, quebra de compromisso nos contratos sociais definidos pela Constituição e venda a retalho dos bens públicos nacionais - nem uma única referência faz, nem ao novo lider nem à manifestação. Em compensação dedica uma página inteirinha ao fait-diver do que fará Carvalho da Silva na sua nova vida de reformado....
 
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SNS: um luxo a que temos direito, e merecemo-lo!
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 23:12 | Quinta feira, 9 de fevereiro
Será que somos País para ter o SNS que tem?

Será que trabalhamos, produzimos e poupamos o suficiente para ter um SNS que temos?

É excelente podermos pensar numa doença sem medo de não termos dinheiro para tratamento.

É excelente não vivermos com receio de não termos dinheiro para pagar uma consulta ou uma operação.

Mas será que merecemos?
Será que os profissionais da saúde evitam desperdícios?
Será que os doentes ficam satisfeitos por não fazerem mais um exame desnecessário, só porque ele pouco paga?

O SNS é um luxo a que devemos ter direito, mas devemos merece-lo.
Cada um de nós deve fazer tudo por tudo, para que o SNS não definhe.

Desde a poupança em exames desnecessários, a consultas desnecessárias, a internamentos desnecessariamente prolongados, a recorrer a medicamentos mais baratos (genéricos) e igualmente eficientes, tudo isto terá de ser feito, para que o SNS continua a ser a nossa protecção contra o receio da nossa falta de capacidade financeira na doença e internamento.

Devemos lutar por um SNS sustentável.

Devemos exigir de todos os intervenientes as melhores atitudes, para manter o SNS pelo menos ao nível actual.
 
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    Re: SNS: um luxo a que temos direito, e merecemo-l    Ver comentário
BrincaNareia (seguir utilizador), 3 pontos , 2:39 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: SNS: um luxo a que temos direito, e merecemo-l    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 10:37 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: SNS: um luxo a que temos direito, e merecemo-l    Ver comentário
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 16:04 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: SNS: um luxo a que temos direito, e merecemo-l    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 22:58 | Sexta feira, 10 de fevereiro
OS DOENTES QUE EMIGREM.
toseixo (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 0:46 | Sexta feira, 10 de fevereiro
 
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    Re: OS DOENTES QUE EMIGREM.    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 10:38 | Sexta feira, 10 de fevereiro
Abordagem errada
poiz (seguir utilizador), 2 pontos , 9:42 | Sexta feira, 10 de fevereiro
1) Deficitário face a quê? Taxas moderadoras pagas pelos utentes vs custos? receitas da SS afectas à saude + taxas moderadoras?
Não tenhamos ilusões: o SNS será SEMPRE deficitário com os valores que os contribuintes descontam para a SS e o valor das taxas moderdoras. Não há nada contra isso. Só quer é dizer que o que se paga de segurança social não é suficiente para os gastos.
O que está mal é não se saber o que se pretende!

Temos de decidir que SNS queremos, o que é que abrange; e depois ver quanto custa.
Ou fazer ao contrário: dizer quanto se pode disponibilizar e ver o que se consegue, maximizando a utilidade para os utentes.
Finalmente, tem de haver um pacto de regime sobre essa matéria, para manter uma continuidade. Idealmente entre todos os partidos e os diversos interessados (médicos, enfermeiros, pessoal e utentes). Na prática isso é impossível porque os partidos mais à esquerda não vivem neste mundo. Do outro lado, os profissionais têm interesses antagónicos. O melhor é mesmo se fazer um acordo entre os partidos que alternam no governo do País.
Só assim se poderá tornar o SNS eficiente. Sem objectivo é impossível.
 
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    Re: Abordagem errada    Ver comentário
Helder Antunes (seguir utilizador), 3 pontos , 10:25 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Abordagem errada    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 10:42 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Abordagem errada    Ver comentário
marcelanca (seguir utilizador), 1 ponto , 14:35 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Abordagem errada    Ver comentário
poiz (seguir utilizador), 2 pontos , 19:49 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Abordagem errada    Ver comentário
Raposo7 (seguir utilizador), 1 ponto , 1:12 | Sábado, 11 de fevereiro
    Re: Abordagem errada    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 10:51 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Abordagem errada    Ver comentário
poiz (seguir utilizador), 2 pontos , 19:45 | Sexta feira, 10 de fevereiro
Aparentemente,
esperanca69 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:18 | Sexta feira, 10 de fevereiro
O governo vai no bom caminho.
Se chegarem ao fim de 2012 sem défice, está um dos "buracos" tapado!!!

Finalmente um ministro que sabe o que anda a fazer!!
E ainda não cortou nos 6 milhões de isentos das taxas moderadoras... Como eu gostava de saber quem são!!
 
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    Tenha calma    Ver comentário
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 2:32 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Tenha calma    Ver comentário
esperanca69 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:52 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Tenha calma    Ver comentário
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 0:38 | Sábado, 11 de fevereiro
    Re: Tenha calma    Ver comentário
esperanca69 (seguir utilizador), 1 ponto , 1:21 | Sábado, 11 de fevereiro
    Re: Tenha calma    Ver comentário
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 1:52 | Sábado, 11 de fevereiro
    Re: Tenha calma    Ver comentário
ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 22:45 | Quarta feira, 15 de fevereiro
    Re: Aparentemente,    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 10:53 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Aparentemente,    Ver comentário
esperanca69 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:56 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Aparentemente,    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 0:26 | Sábado, 11 de fevereiro
    Re: Aparentemente,    Ver comentário
esperanca69 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:42 | Sábado, 11 de fevereiro
Quanto vale a saúde para um cidadão?
peixedaprrecefice (seguir utilizador), 1 ponto , 12:47 | Sexta feira, 10 de fevereiro
Temos um SNS de primeira linha, embora sejamos um país de segunda, em termos de PIB.
Os termos "déficit", "sustentabilidade" e outros de índole especificamente empresarial, devem aqui ser bem definidos e tratados com muito cuidado. O SNS não vende mercadorias. Presta serviços à sociedade, que desconhece o valor real do que consome.
Saberá um hemodialisado que custa ao SNS por mês 2.500€? Ou um paciente com certas leucemias saberá que o prolongamento da sua vida custa 100.000€/ano? Ou um doente com psoríase, que para evitar os cremes, consome ao SNS 100.000€ em medicamentos da última geração?
Não, não estou a por em causa a disponibilidade do Estado para atender à saúde e bem-estar dos cidadãos.
Apenas recordo que há duas opções extremas: manter este SNS de primeira linha, financiando o seu déficit, ou acabar com o déficit diminuindo o alcance do SNS.
Pelo meio há compromissos que atingirão inevitavelmente alguns grupos, que, temo, sejam os mais desfavorecidos.
 
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    Re: Quanto vale a saúde para um cidadão?    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 13:59 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Quanto vale a saúde para um cidadão?    Ver comentário
peixedaprrecefice (seguir utilizador), 1 ponto , 14:57 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Quanto vale a saúde para um cidadão?    Ver comentário
esperanca69 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:59 | Sábado, 11 de fevereiro
    Re: Quanto vale a saúde para um cidadão?    Ver comentário
poiz (seguir utilizador), 2 pontos , 19:55 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Quanto vale a saúde para um cidadão?    Ver comentário
peixedaprrecefice (seguir utilizador), 1 ponto , 9:45 | Sábado, 11 de fevereiro
    Re: Quanto vale a saúde para um cidadão?    Ver comentário
Helder Antunes (seguir utilizador), 1 ponto , 14:46 | Sexta feira, 10 de fevereiro
    Re: Quanto vale a saúde para um cidadão?    Ver comentário
esperanca69 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:49 | Sábado, 11 de fevereiro
Entendamo-nos!
MOVC (seguir utilizador), 1 ponto , 20:35 | Sexta feira, 10 de fevereiro
Quando se diz que o SNS é deficitário, entendo que gasta mais do que o orçamentado, não sei se estou correcta. Não me passa pela cabeça que tal se relacione com as receitas das taxas moderadoras, ou algo similar. Assim, de seguida, fico a pensar que este será, por excelência, um destino prioritário dos impostos que pagamos.De outro modo, se não fosse para custear o SNS, a educação , a assistência a velhos e doentes, para que serviriam os impostos? (Já quanto às reformas e aposentações, é diferente, são custeadas pelas contribuições que os próprios fizeram, ao longo da sua vida activa, bem como pelos respectivos rendimentos resultantes de aplicações escolhidas.) Temos pois que , mais do que queixarmo-nos das taxas moderadoras, das comparticipações nos medicamentos, etc., o que é vital é permitir, financeiramente, que actos médicos imcomportaveis para a maioria de nós, tais como intervenções cirúrgicas, hemodiálise, tratamentos oncológicos e outros, não deixem de ser praticados a quem deles precisa, porque o SNS os não comporta. Este é um destino prioritário dos impostos de todos nós, falte para o que faltar. Terá em suma de se clarificar - o SNS é deficitário porquê? Possivelmente, porque está a ser suborçamentado, a par de vultuosas verbas desviadas para outras áreas muito discutíveis, que agora não cabe enumerar. Pois é, são tudo opções, nesta vida: por isso é que votamos nuns ou noutros, não é indiferente, temos que assumir as nossas escolhas colectivas...
 
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SNS e actualidade
espectadoratento1950 (seguir utilizador), 1 ponto , 10:05 | Sábado, 11 de fevereiro
É considerável o número de comentadores que por aqui (e não só) surgem a manifestarem a sua opinião pondo em causa o SNS.
Fundamentam os seus pontos de vista em défices permanentes e, quantas vezes, em insuficiências e deficiências com que o SNS nos presenteia quase diariamente. Não são despiciendas também as opiniões sem fundamento que não seja a maledicência, ou o ataque a um sector que tem sido em Portugal uma espécie de estandarte de qualidade que poucos outros sistemas apresentam, sendo um modelo até para outras organizações internacionais semelhantes.
Actualmente tudo parece fundamentar-se no lucro. O paradigma actual assim o parece exigir, esquecendo que a saúde e um serviço de qualidade são um enorme suporte do desenvolvimento das nações sendo até um indicador privilegiado nesse sentido.
A discussão actual em torno do défice do SNS tem feito correr muita tinta e dado a palavra discursiva a uns quantos "novos crânios" através dos meios de comunicação social. As suas teorias parecem (todas elas) assentar na impossibilidade de manutenção dos chamados "privilégios" existentes no SNS, apontando para o aumento dos custos a serem suportados pelo utente. Parece-me no entanto, que a primeira discussão sobre tais défices do SNS deveria começar pela abordagem aos seus gastos internos, incluindo todos os contratos elaborados, e benefícios de que goza muita gente que na sombra das nomeações dele se vai aproveitando. A utilidade e a qualidade do SNS não deve ser posta em ...
 
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