"As últimas previsões da Comissão Europeia revelam que haverá crescimento - é certo que moderado - em toda a União Europeia", afirmou Durão Barroso numa conferência de imprensa conjunta com a primeira-ministra da Austrália.
6:30 Segunda feira, 5 de setembro de 2011
Durão Barroso: «Está a ser feito tudo o que é possível para enfrentar os problemas orçamentais»
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, admitiu hoje na Austrália que a zona Euro registará nos próximos meses um crescimento económico moderado, mas descartou a possibilidade de recessão.
"Não antecipamos uma recessão na Europa", afirmou Durão Barroso numa conferência de imprensa conjunta com a primeira-ministra australiana, Julia Gillard, em Camberra.
"As últimas previsões da Comissão Europeia revelam que haverá crescimento - é certo que moderado - em toda a União Europeia", acrescentou o responsável no início de um périplo oficial pela Austrália e Nova Zelândia ao garantir que a União Europeia e o euro são fortes e resistentes.
Durão Barroso garantiu que "está a ser feito tudo o que é possível para enfrentar os problemas orçamentais subjacentes e fortalecer a governação da zona Euro desde o endurecimento da regulação financeira a melhorias na competitividade em geral".
Crise não chegou à Austrália
No que se refere aos problemas da dívida da Grécia, o presidente da Comissão Europeia explicou que a troika analisa atualmente os esforços do Governo de Atenas para cumprir as medidas de ajustamento, considerando, para já, "prematura" qualquer avaliação.
Barroso manifestou-se satisfeito com a cooperação entre a União Europeia e a Austrália para combater qualquer forma de protecionismo e aprofundar a liberalização dos seus mercados e elogiou o Governo de Camberra por a Austrália ter sido o "único país desenvolvido" a evitar os efeitos da crise financeira.
Gillard reconheceu os passos dados pelas autoridades europeias para fazerem face à crise da dívida soberana e pressionarem uma reforma.
"Sabemos e compreendemos que estas são decisões difíceis, mas sabemos que decisões duras são necessárias para estabilizar os mercados financeiros", afirmou.
A primeira-ministra australiana disse, porém, não concordar com Barroso quanto à necessidade de se criar um imposto sobre as transações financeiras.
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 9:28 | Segunda feira, 5 de setembro de 2011
Falou o homem que já nem é convidado para servir os cafés, quando a Senhora Merkel e o Senhor Sarkozy se reúnem sem dar cavaco a ninguém. Por tal facto não me parece que a recessão dê alguma importância às palavras deste senhor, que depois de fugir e de deixar o País de tanga arranjou um grande tacho. Numa coisa ele tem razão a recessão não acontecerá para ele e para muitos que tais. Uma coisa é certa aqui em Portugal para alguns que por aí andam, a culpa ainda continua a ser de Sócrates. Contra ventos e marés é a opinião de alguns entendidos, que muito dificilmente vamos conseguir evitar uma recessão pior que a anterior, que ainda estamos a viver. Disse-o aqui já por diversas vezes, mas desejo como todos que tal não aconteça como é óbvio. No entanto baseio-me no que tenho lido e ouvido de pessoas que se dizem peritos na matéria. Houve um sismo e pode vir a réplica que pode muito bem ser mais devastadora.
Só lhe falta mesmo ir embora,para a reforma dourada, como todos os "burocratas" de Bruxelas: dormiram demais,deixaram-se ultrapassar pelas crises e não tomaram a tempo e horas as medidas de politica que a Europa precisava, a tempo e horas.
Tá tudo dito! Tá à vista de todos! Como a Madamme Uva o designou, cherne (que é peixe de fundo),...ajudou a UE a ir ao fundo. Desde que para lá foi a Uniãi Europeia deixou de ser união... de europeia passou a ter só os interesses alemães e alguns do franco-hungaro, do Eliseu. Siga a Bana.
Sócrates passou seis anos a vender todos os dias uma realidade que não existia, contribuindo para um despesismo público descontrolado e para o aumento da dívida pública para o dobro ! Pagaremos a fatura por muitos anos enquanto ele tem o privilégio de estudar Kant em Paris tranquilamente e sem stress...
O Cherne é outro diletante da politica que passou de bar tender do Sr.Buch e do Sr.Blair para presidente de uma Comissão Europeia que não existe e anda a reboque do eixo franco-alemão. Enquanto instituições como o FMI e OCDE reafirmam que a crise está longe de estar ultrapassada o sr. Barroso sai-se com estas pérolas nos antípodas - down under na roo land - que era onde ele deveria de ficar bem sossegadinho...
Parte de um episodio da serie da BBC "Yes Prime Minister" que deu nos anos 80 e mostra como os politicos e as suas tecnicas continuam iguais, nomeadamente no que toca a control da opiniao publica e resgate de bancos. Acho que esta serie e' a biblia dos Politicos. video: youtube.com/watch?v=5gcA3_k-4eE
Este americanista ultra conservador (quem diria!) é um dos inimigos da Europa. Poderá parecer absurdo, mas o tempo o dirá! Só tenho dois desejos: que a breve prazo vague o lugar em Bruxelas e que se vier a candidatar-se a PR daqui a uns anitos, desta vez os eleitores não percam a memória e não se deixem levar, mais uma vez, por campanhas de marketing pagas a peso de ouro!!
Como cidadã portuguesa lamento que os comentarios deste politico não tenham consistencia porque a unica coisa que neste momento poderia fazer é ter um papel mais preponderante nas politicas europeias e com directrizes muito fortes sem medos de melindrar seja quem for ,isso é o papel de um presidente e não de um diplomatico que é figura que este senhor esta a fazer.Lamento que seja esta a imagem que da do nosso povo portugues o de aceitação total, quando a nossa historia diz o contrario