17/05/2012 atualizado às 0:39

Autópsia ao feto morto inconclusiva

O relatório da autópsia revela alterações da circulação sanguínea no feto de oito meses, que morreu três dias depois de a mãe ter sido vacinada contra a gripe A (H1N1) , mas não esclarece a causa que esteve na sua origem, diz o Hospital de Portalegre.

22:39 Segunda feira, 16 de novembro de 2009

A autópsia ao feto de oito meses que perdeu a vida, três dias depois de a mãe ter sido vacinada contra a gripe A, revela que a morte terá ocorrido na "sequência de alterações da circulação sanguínea"

Clique para aceder ao índice DOSSIÊ ESPECIAL GRIPE A (H1N1)

Os resultados da autópsia, realizada hoje, não permitem concluir se é possível associar a vacinação contra a gripe A (H1N1) à morte do feto ou não, confirmou à agência Lusa fonte do Hospital de Portalegre.

"Os resultados revelam que a morte do feto terá ocorrido 18 a 24 horas antes da extracção do mesmo. De acordo com a autópsia, o feto terá morrido na sequência de alterações da circulação sanguínea (anóxia aguda). No entanto, desconhece-se a causa que esteve na origem destas alterações", lê-se no comunicado emitido pelo hospital.

Apoio psicológico


O documento acrescenta que "foram colhidos tecidos fetais e da placenta para exames, que poderão vir a contribuir para o esclarecimento da causa da anóxia".

Prevê-se que "no final da semana" sejam conhecidos os resultados destes exames, revelou fonte do hospital, confirmando ainda que a família que perdeu o feto de oito meses está a receber apoio psicológico do Hospital de Portalegre.

Uma grávida de 34 semanas perdeu o bebé no sábado, três dias depois de ter sido vacinada contra a gripe A (H1N1), dois factos que os familiares suspeitam que estejam ligados, mas que o hospital diz não ser possível relacionar.

Lusa
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não somos médicos, não devemos avaliar
B l u e S k y (seguir utilizador), 2 pontos , 10:13 | Terça feira, 17 de novembro de 2009
Mesmo quando a causa possa ser demasiado evidente.
Estão a querer associar a vacina, a todo o tipo de efeitos secundários, sem qualquer fundamento científico.
E isso é que é lamentável.
 
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    Re: não somos médicos, não devemos avaliar    Ver comentário
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 12:56 | Terça feira, 17 de novembro de 2009
contra-indicações para a vacinação
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 12:57 | Terça feira, 17 de novembro de 2009
Quais as verdadeiras contra-indicações para a vacinação? Resposta do portal da saúde pública: No caso de vacinas vivas: gravidez. Nota: vacina contra gripe H1N1 é uma destas.
 
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    Re: contra-indicações para a vacinação    Ver comentário
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 23:27 | Quarta feira, 18 de novembro de 2009
vacinas vivas contraindicadas em grávidas
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 3:11 | Quarta feira, 18 de novembro de 2009
a vacina para o h1n1 e uma vacina viva, atenuada, obviamente, que ja e reponsavel por mais uma morte fetal numa grávida de termo.
 
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a vacina para o h1n1 e uma vacina viva, atenuada?
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 23:26 | Quarta feira, 18 de novembro de 2009
Normalmente a vacina da gripe não contem vírus vivos.
O vírus da vacina é injetado em diversos ovos que são incubados durante dois a três dias, durante o qual o vírus se multiplica. Este vírus parcialmente puro é morto comprodutos químicos.
Quando a vacina é produzida à pressa este processo pode não ser perfeito e podem passar para os lotes de vacinação alguns vírus vivos que irão trazer problemas a grávidas. Há relatos de mais abortos espontâneos e de mais partos prematuros seguindo-se às pandemias de 1918-1919 (gripe que ficou conhecida como gripe espanhola) e de 1957-1958. Na verdade os espanhóis comprovaram que o novo vírus H1N1 é 3 x mais letal nas grávidas do que na população em geral. Por outro lado, as vacina para as grávidas não deveriam ter adjuvantes como parece ser o caso espanhol mas não o português! Enfim, parece que a vacinação contra o H1N1 não parece estar a correr muito em Portugal bem pelo lado das grávidas!
 
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