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Argentina expulsa bispo que negou o Holocausto

O lefebvrista Richard Nelson Williamson tem 10 dias para deixar a Argentina. O bispo inglês negou a existência das câmaras de gás. (Veja o vídeo no final deste artigo)

Márcio Resende, correspondente em Buenos Aires
17:15 Domingo, 22 de fevereiro de 2009
Richard Williamson, o bispo no centro da polémica
Richard Williamson, o bispo no centro da polémica
Jens Falk/Reuters

"Celebramos a declaração do governo nacional porque é inaceitável negar o Holocausto num país que participa da International Task Force para a investigação do Holocausto. Não vamos tolerar mais acções anti-semitas e discriminatórias", afirmou Aldo Donzis, presidente da Delegação de Associações Israelitas Argentinas (DAIA).

"Não é possível negar o Holocausto. Creio que certa gente não favorece a convivência e a paz social da qual tanto necessita o nosso país", coincide Julio Schlosser, secretário-geral da Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), a mesma que em 1994 sofreu um atentado anti-semita que deixou 85 mortos e mais de 300 feridos.

"Sem comentários", limitou-se o porta-voz do Vaticano, Franco Lombardi.

Há quase seis anos na Argentina, Richard Williamson tem 10 dias para abandonar o país. Através de um comunicado, o Departamento de Migrações intimou o sacerdote a deixar a Argentina nesse prazo caso contrário será decretada a sua expulsão.

Tecnicamente, negar o Holocausto não é um delito no país. Mas o governo argentino encontrou um argumento legal. A resolução oficial sustenta que Williamson forjou a sua declaração de ingresso temporário à Argentina em Setembro de 2003, insistiu na irregularidade na renovação em Fevereiro de 2004 e na concessão de residência permanente em Fevereiro de 2008.

De acordo com os registos, declarou ser funcionário administrativo da Associação Civil "La Tradición", quando, na verdade, exercia como sacerdote e director do seminário lefebvrista que a Fraternidade São Pio X possui no município de Moreno, na periferia de Buenos Aires.

A fraternidade é uma ala ultra-conservadora e dissidente da Igreja Católica. A atividade religiosa não é reconhecida pelo governo argentino. A falsificação reiterada na informação foi mostrada pela comunidade judaica argentina -a maior da América Latina- como mais uma mentira do bispo.

"Para o governo argentino, é intolerável a presença irregular no país de uma pessoa que ofendeu a humanidade com manifestações anti-semitas", concluiu o ministro do Interior, Florencio Randazzo.

O texto da resolução não deixa dúvidas de que o argumento técnico é complementar ao verdadeiro motivo que levou as autoridades argentinas a expulsar Williamson.

"A República Argentina não deve perder esta oportunidade de reafirmar que o anti-semitismo é uma aberração ideológica que ao longo da história custou milhões de vidas de seres humanos e que a negação da Shoá implica o desconhecimento de uma verdade histórica comprovada", pode ler-se no comunicado em alusão às palavras do bispo Williamson.

Para o governo argentino, "as declarações que colocam em dúvida que o povo judeu tenha sido vítima do Holocausto são uma profunda agressão à sociedade argentina, ao povo judeu e à toda a Humanidade".

Na zona de quintas nos arredores de Buenos Aires, membros da Fraternidade rejeitaram a decisão do governo porque o sacerdote não teria cometido nenhum delito, segundo a lei argentina. "Se aplicarmos o mesmo pretexto administrativo, vamos expulsar todos os estrangeiros do país", alegou um membro da comunidade.

Pressão judaica


A decisão do governo argentino surgiu depois de pedidos da comunidade judaica. A Chancelaria argentina esclareceu que a medida não implica nenhum atrito com o Vaticano porque o sacerdote estava excomungado formalmente quando entrou na Argentina.

O Papa Bento XVI suspendeu essa excomunhão recentemente, mas a situação jurídica da Fraternidade São Pio X continua sem reconhecimento tanto da Igreja Católica quanto do governo argentino.

O Instituto argentino contra a Discriminação, contra a Xenofobia e contra o Racismo (INADI) havia pedido ao bispo que ratificasse ou que rectificasse as suas polémicas declarações. O sacerdote respondeu que o Instituto não tem competência para o julgar.

Na semana que vem, o INADI apresentará um projecto de lei que classifica como um delito a negação do Holocausto, o genocídio arménio e os crimes de ditadura argentina.

Onda de protestos


A anulação da excomunhão de Williamson e de outros três bispos lefebvrianos pelo Papa Bento XVI em 24 de Janeiro desencadeou uma onda de protestos pelo mundo e uma crise que ameaçou as relações da Igreja Católica com a comunidade judaica, além de afetar a imagem do Papa.

Os quatro tinham sido excomulgados por João Paulo II em Julho de 1988 por terem sido ordenados bispos pelo arcebispo Marcel Lefebvre (morto em 1991), quem protagonizou um cisma católico devido as suas posturas reaccionárias.

O perdão de Bento XVI sem uma retratação prévia envolveu na indignação até mesmo um chefe de governo europeu, a alemã Angela Merkel, quem pediu um esclarecimento ao Pontífice.

Dois dias antes da decisão da Santa Sé, foi relembrada uma entrevista de Novembro de 2008 à TV sueca na qual Richard Williamson declarava ter a convicção de que "as evidências históricas estão imensamente contra o facto de seis milhões de judeus terem sido assassinados em câmaras de gás". (veja o vídeo no final deste artigo)

"Não houve câmara de gás (...). Creio que 200 a 300 mil judeus morreram nos campos de concentração, mas nenhum nas câmaras de gás", afirmou então Williamson.

Posteriormente (12 de Fevereiro), o Papa condenou tais declarações porque negar o Holocausto era "intolerável e inaceitável". Bento XVI pediu que Williamson se retratasse, mas o sacerdote negou-se a pedir desculpas.

Numa entrevista à revista alemã "Der Spiegel", o bispo inglês disse que deverá estudar as "evidências históricas" e "não as emoções" antes de uma possível correcção das suas declarações. O Vaticano esclareceu que os lefebvristas continuam sem formar parte da Igreja Católica.

Há duas semanas, o bispo Williamson fora afastado do seu cargo à frente do seminário nos arredores de Buenos Aires, após o escândalo mundial que as suas palavras provocaram.



Veja aqui um excerto da entrevista a Richard Williamson TV sueca (em inglês)
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Genocídio
Rio Grande (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 19:04 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
Com base nessa lei, que vigora na Alemanha, devemos então pedir aos legisladores outras de semelhante teor, para incriminar o genocídio dos índios americanos perpetrado pela Espanha, Estados Unidos, Portugal, Brasil etc., bem como a escravidão a que foram submetidos os negros da África, a mortandade de chineses durante a ocupação ocidental, no séc. XX, dos ciganos, dos palestinos, dos curdos, dos hindús por dois séculos e tantas outras etnias, nem tanto minotárias, para preservar o padrão moral de que, diante da lei, somos todos iguais e, não, apenas o povo de Israel, que parece "mais igual". Não nego a existência de atrocidades contra judeus, mas apenas eles são beneficiados com uma lei que gera uma diferença racial, sem precedentes e totalmente fora de uma lógica. Se a Argentina legislar para incluir outros crimes contra os povos, dentro do conceito de genocídio, é aceitável o holocausto. Os negros que foram para lá, na quase totalidade, foram barbaramente aniquilados, de tal modo, que é raro encontrar um afrodescendente nacional daquele país. A justiça deve ser equânime, ou estaremos reconhecendo crimes apenas contra uns e, outros, não.
 
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    Re: Genocídio    Ver comentário
Rio Grande (seguir utilizador), 1 ponto , 19:45 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
    Re: Genocídio    Ver comentário
ZaraCruz (seguir utilizador), 1 ponto , 11:41 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
    Re: Genocídio    Ver comentário
Rio Grande (seguir utilizador), 1 ponto , 13:27 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
A Negação de Deus
Jorgesier (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 20:49 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
Olhando para a foto que a reportagem nos apresenta, fácil é estar em total acordo com as palavras do clérigo Richard Nelson.
Analisando a foto repara-se que naquela cara não estão marcadas as torturas sentidas por milhões de seres humanos às mãos das SS. Não se vê em seu olhos, os olhos esbugalhados de quem já sente os pulmões queimados de um gás asfixiante.
Mas também não se vê a demência duma mente atrofiada, pelos tumores arrasada, que afirma o que afirmou.
Triste, é triste que alguém com responsabilidades sociais, e de batina vestida, venha dizer, ao povo incrédulo que afinal nunca houve judeus mortos, nos campos de concentração da segunda guerra mundial.
Tenha dó. Dó, não daqueles que morreram nas mãos dos carrascos da Alemanha, que esses já dos mortos se ergueram, e o olhar do pai já olharam, mas tenha dó de si, dessa sua loucura sem fim, que quer negar o inegável.
Olhe para si e veja, e olhe com os olhos seus, que ao negar o holocausto, também está a negar a Deus
 
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Holocausto
ANPICAPA (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 18:59 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
É de lamentar que se queira branquear uma verdade. Mais grave é de quem pronúnciou tais afirmações. São negações impróprias. Nesta velha Europa temos muitos casos de holocaustos. Na Ásia, Continente africano,América do Sul, etc. São enúmeros que quase só os poderemos numerar se consultados os registos. Não vale, como vem sendo hábito nos diversos comentários que aparecem apontar este ou aquele porque ninguém é dono da verdade. Quando se não respeita a verdade é pela mentira que desejamos fazer com que os outros acreditem.
 
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A infalibilidade do Papa
c barreiros (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 21:40 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
Infalibilidade de Bento XVI é no mínimo questionável.

Não consigo entender qual foi o desígnio que levou o Papa a retirar a excomunhão a este senhor.

Agora resta esperar que o receba no Vaticano, a ele a todos os membros da Fraternidade São Pio X. Deste modo, melhora substancialmente o ambiente em Roma.

Quem sabe se o Sr. Berlusconi não está precisando de conselheiros de Estado. É bom que fiquem à mão de semear.

Não haja a menor dúvida que caminhamos a passos largos para o colapso dos regimes...

Desejo e espero não ver o que vem por aí.
 
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O Holocausto não começou nas câmaras de gás.
Outubro1560 (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 4:26 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
Todo o processo que antecedeu a presença de judeus, nos campos de concentração, todas as experiências que levaram à morte e/ou incapacidade dos "pacientes" são parte integrante do alegado programa eugénico do regime nazi, produzindo uma lista infindável de atrocidades praticadas nos grupos alvo, mesmo sem câmaras de gás. O motivo porque os judeus se tornaram o maior grupo alvo é por demais conhecido e não tem a ver com questões de eugenia, mas sim com poder.

Em relação à notícia em questão, não ouvi o bispo negar o holocausto, ouvi-o apenas explicar os factos que fundamentam as suas conclusões, especificamente em relação à existência das câmaras de gás, o que não invalida que os seus propósitos sejam anti-semitas. Talvez a repetida insistência nas inconsistências dos relatos produza nas pessoas a duvida necessária, para as tornar permeáveis a outras ideias. Não é um método original.

A perseguição movida aos judeus, obedece exactamente aos mesmos motivos que servem de base ao anti-semitismo de hoje. Uma questão de poder. É também um facto que o holocausto nazi serviu grandemente o propósito de os tornar intocáveis e lhes emprestou ainda maior prestígio, permitindo que se convertessem no que são hoje: detentores do poder financeiro mundial.

Mas a boa manipulação constroi-se articulando hábilmente a mentira com a verdade. Sempre assim foi. A verdade serve frequentemente como parte integrante de uma mentira muito maior.
 
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AS BARBÁRIES
Musoko (seguir utilizador), 2 pontos , 23:15 | Terça feira, 24 de fevereiro de 2009
A Argentina tenta limpar a sua imagem pois foi país de acolhimento de nazis. A pressão sionista para que o assunto «holocausto» esteja sempre agendado é muito forte e é lógica e uma operação bem montada, digna dos «sábios de Sião».
Hitler especializou a sua repressão contra os judeus (e milhões de massacrados por Estaline na URSS?) mas não só. Lá estavam os ciganos, os homossexuais, os comunistas. É Isto um Homem, de Primo Levi, descreve a vida num campo de concentração, mas também a vida prisional da namorada de Kafka é importante (e aí se comprova a existência de prisioneiros comunistas).
Visitei, no sul da ex-Jugoslávia, os restos de um campo de concentração nazi e um museu com pertences dos presos. Eram judeus? Ciganos? Comunistas? Que me importa? Eram homens como eu, assim como eram homens como eu, merecedores de toda a dignidade, como aqui neste fórum já se disse, os exterminados «índios» do norte e do sul, os escravizados «negros» africanos levados para o martírio americano, os humilhados «chinocas» (cães). Há mais mas chega.
No norte da Eslovénia visitei uma cadeia nazi preservada até hoje. Os fuzilados foram todos aqueles que se opuseram à barbárie, representam o bom da humanidade.
Rui Ramos
 
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As palavras do Sr. Bispo são provocatórias.
B l u e S k y (seguir utilizador), 1 ponto , 19:37 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
O gesto do Governo Argentino é reprovável.
Liberdade de expressão é também o respeito por opiniões que nos chocam, como é o caso.
 
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Um "nega o Holocausto"....
LuisR (seguir utilizador), 1 ponto (Divertido), 20:05 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
....outro nega os Homosexuais, é tudo um caso de Negação. A "Bispalhada" precisa urgentemente de ir tratar as cataratas. É que por um lado ofendem-se os mortos, por outro os vivos, quem falta?
 
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Católicos Apóstólicos Romanos
Sakata (seguir utilizador), 1 ponto , 20:17 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
Mais um prego no caixão da Cristandade Católica Apostólica Romana !
 
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Parece Impossível!
Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 22:17 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
Depois de ouvir esta entrevista, não dei conta que o homem em momento algum negasse o holocausto.
Ele apenas se reportou às evidências históricas comprovadas.

Que não houve câmaras de gás nos campos nazis isso está mais do que demonstrado técnica e cientificamente.
Que nos campos nazis morreram milhares de judeus, também o sabemos. Mas também sabemos que ali morreram milhares de cidadãos alemães não judeus que se o punham ao regime, nomeadamente marxistas, que eram o principal alvo dos nazis mesmo antes da guerra começar.

A minha convicção de que a existência de câmaras de gás foi uma monstruosa encenação dos judeus para se vitimizarem e com isso irem eles próprios perpetrando crimes contra os não judeus até aos dias de hoje. Tive um amigo com quem trabalhei muitos anos e que foi prisioneiro num desses campos, era soldado italiano e combateu a ocupação nazi da Italia quando esta se libertou de Mussolini. Negou-me que ali houvesse câmaras de gás e que nem sequer se fazia especial perseguição aos judeus. Eram tão prisioneiros quanto ele. Morreram muitos prisioneiros, sim, mas indescriminadamente, e íam morrendo com o tifo, tuberculose e outras doenças. Mas mortandade maior foi com a fome quando os nazis abandonaram os campos recuando para Berlim deixando lá os prisioneiros sem alimentos, sem medicamentos e sem assistência de qualquer espécie.
Quando os aliados chegaram limitaram-se a abrir os campos e a dar a liberdade aos prisioneiros sem qualquer tipo de assitência...
 
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ZeBode (seguir utilizador), 1 ponto , 7:41 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
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ZeBode (seguir utilizador), 1 ponto , 7:44 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
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Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 22:01 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
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ZeBode (seguir utilizador), 1 ponto , 15:22 | Terça feira, 24 de fevereiro de 2009
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leitura (seguir utilizador), 1 ponto , 16:38 | Terça feira, 24 de fevereiro de 2009
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Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 18:53 | Terça feira, 24 de fevereiro de 2009
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Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 19:41 | Terça feira, 24 de fevereiro de 2009
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leitura (seguir utilizador), 1 ponto , 21:55 | Terça feira, 24 de fevereiro de 2009
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Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 9:37 | Quarta feira, 25 de fevereiro de 2009
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leitura (seguir utilizador), 1 ponto , 16:16 | Quarta feira, 25 de fevereiro de 2009
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ZeBode (seguir utilizador), 1 ponto , 20:24 | Quarta feira, 25 de fevereiro de 2009
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ZeBode (seguir utilizador), 1 ponto , 21:09 | Terça feira, 24 de fevereiro de 2009
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miguelvieira (seguir utilizador), 1 ponto , 12:22 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
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ZaraCruz (seguir utilizador), 1 ponto , 12:46 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
Parece Impossível!
Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 22:34 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
...esse italiano quando foi libertado pesava 45 kgs e estava tuberculoso. Caminhou ao longo das estradas, à boleia, de qualquer maneira, e conseguiu chegar ao seu país onde lhe amputaram um pulmão e curaram o outro. Hoje é um inválido de guerra de 1ª classe. Não é um judeu mas sofreu o cativeiro mesmo sem motivos que não fossem os de ser soldado do seu país.
Ninguem nega a morte de judeus, mas 6.000.000 ? Ó meus amigos, hoje nem Israel tem seis milhões de habitantes. Sejamos racionais, controlemos as emoções, paremos para pensar e não nos deixemos enganar. Meditemos sobre os interesses do sionismo e pensemos no estado em que puseram o mundo de hoje. Todos somos contra os horrores da intolerância. Mas não será que a seita mais intolerante no mundo são mesmo os judeus sionistas? A sua história está plena de crimes, roubos, humilhações de outros povos. Não são eles que dizem que matar um 'gentio' (não judeu) que não é pecado perante o seus deus javeh? Até na sua fuga (épica) do Egipto saquearam todo o ouro que apanharam. Se são o povo maldito é porque cometem maldades contra os não judeus.
Não embarquemos nas suas berrarias estéreis quando se quer falar verdade contra as suas mentiras. Esta seita (sionista) decidiu há muitos anos tomar conta do mundo pelo assambarcamento do poder financeiro global e repare-se no estado em que o puseram. Ou será que B.Madoff, Greespan e outros não são judeus?
 
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Durruti Blak (seguir utilizador), 2 pontos , 6:15 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
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papadk (seguir utilizador), 1 ponto , 23:32 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
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gatonicolau (seguir utilizador), 1 ponto , 2:15 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
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Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 22:11 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
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gatonicolau (seguir utilizador), 1 ponto , 23:27 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
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Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 23:57 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
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gatonicolau (seguir utilizador), 1 ponto , 15:31 | Terça feira, 24 de fevereiro de 2009
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ZeBode (seguir utilizador), 1 ponto , 20:33 | Quarta feira, 25 de fevereiro de 2009
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Jaime V. (seguir utilizador), 1 ponto , 9:01 | Quinta feira, 26 de fevereiro de 2009
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ZeBode (seguir utilizador), 1 ponto , 22:41 | Quinta feira, 26 de fevereiro de 2009
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ZeBode (seguir utilizador), 1 ponto , 22:44 | Quinta feira, 26 de fevereiro de 2009
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leitura (seguir utilizador), 1 ponto , 18:16 | Sexta feira, 27 de fevereiro de 2009
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ZaraCruz (seguir utilizador), 1 ponto , 13:10 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
Tens um lugar assegurado no "inferno".
ilumimado (seguir utilizador), 1 ponto , 22:49 | Domingo, 22 de fevereiro de 2009
Como bispo (inglês) tens um lugar assegurado no "inferno" , então isso diz-se? Podia um comum dos homens dizer isso, mas tu Eminência não. Podes (como eu) não concordar com certa política israelita, e com a conduta de alguns dos seus cidadãos, mas negar o holocausto, não é correcto, tal afirmação nem o diabo se lembra.
 
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Mundo de fantasia
cjours (seguir utilizador), 1 ponto , 11:06 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
A Igreja, a sua hierarquia e os seus fiéis vivem num mundo de ilusão. Não sei porque é que o homem é expulso por não acreditar no holocausto. Não sei o que é mais grave: não acreditar no holocausto, ou acreditar que há deuses.... ou acreditar na Biblia... ou no Corão... ou no Paulo Coelho.... ou na Cientologia ... e outras imbecilidades semelhantes.
Objectivamente, esta gente vive num mundo de ilusão, de fantasia, por isso ou os deixamos viver essa ilusão, ou lhes cortamos essa possibilidade e, nesse caso, deveriam expulsar todos os crentes em deuses...
Eu, não desdenharia essa possibilidade!!!
 
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JUDEUS...OS COITADINHOS
THUNDERSSTORM (seguir utilizador), 1 ponto (Despropositado), 14:45 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
FACTO)Os judeus foram gazeados,torturados quase exterminados ás mãos dos nazis...morreram mais judeus ás mãos dos nazis do que realmente existiam.

FACTO)só os judeus é que morreram ás mãos dos nazis!!

FACTO)os palestenianos roubaram a Palestina aos judeus

FACTO)os judeus estão quase á beira da extinção devido aos ataques massivos do poderoso exercito Palestiniano.

coitadinhos dos judeus
 
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    Re: JUDEUS...OS COITADINHOS    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 17:33 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
    Re: JUDEUS...OS COITADINHOS    Ver comentário
THUNDERSSTORM (seguir utilizador), 1 ponto , 18:00 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
    Re: JUDEUS...OS COITADINHOS    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 18:08 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
    Re: JUDEUS...OS COITADINHOS    Ver comentário
THUNDERSSTORM (seguir utilizador), 1 ponto , 18:57 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
    Re: JUDEUS...OS COITADINHOS    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 19:11 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
    Re: JUDEUS...OS COITADINHOS    Ver comentário
THUNDERSSTORM (seguir utilizador), 1 ponto , 20:04 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
    Re: JUDEUS...OS COITADINHOS    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 6:07 | Terça feira, 24 de fevereiro de 2009
SOB RESERVA!!!
DANAMONA (seguir utilizador), 1 ponto , 15:14 | Segunda feira, 23 de fevereiro de 2009
TAMBÉM PENSO QUE NAO FORAM 6 MILHOES,POIS O TIPO DO BIGODINHO NAO TEVE TEMPO PARA TANTOS.

ACREDITO QUE FORAM 5.999.999.

ALGUÉM ME INFORMA QUAL É O TOTAL DE RIQUEZA ACUMUILADA NO MUNDO PELOS DESCENDENTES DE MOISÉS???
 
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