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A 'célebre' asfixia democrática

Há uma 'asfixia democrática' como diz Manuela Ferreira Leite? Há, sem dúvida! Mas já havia no tempo de Durão, de Cavaco, no de Soares e em todos os tempos. O que asfixia a democracia é o peso do Estado.

Henrique Monteiro (www.expresso.pt)
8:00 Segunda feira, 14 de setembro de 2009

Há uma condição para sermos livres: sentirmo-nos livres. Isto é verdade em qualquer regime ou latitude. O que há, também, é um preço a pagar por essa liberdade - que vai do insuportável ao insignificante - consoante quem nos governa.

Em Portugal, quando Manuela Ferreira Leite introduz o tema da 'asfixia democrática', tentando colar o Governo de José Sócrates à etiqueta, tem e não tem razão.

Tem razão, porque o Governo de Sócrates, fruto da maioria absoluta, é muito eficaz na asfixia. Não tem razão, porque a asfixia não é um exclusivo de Sócrates; existe e existiu por todo o país.

As pessoas têm medo de falar? Têm! (Quem trabalha num jornal sabe-o perfeitamente). Acham que colocam em risco os seus negócios, empresas ou empregos se fizerem determinadas críticas? É verdade! Os empresários temem perder contratos se forem demasiado cáusticos? Sim!

Porquê? Porque entendem que o poder neste país pode ser usado para fins ínvios. Mas isto é verdade para o Estado central e mais ainda para os governos regionais e autarquias locais. Experimentem ver o que acontece a quem se mete com certos presidentes de câmara...

A verdade é que em Portugal o sentimento de liberdade é tímido e raro. Alguns empresários (Belmiro, por exemplo) dizem o que pensam, apesar de tudo. O mesmo fazem certos políticos. Mas a maioria cala-se. Mesmo na comunicação social vêem-se muitos jornalistas com medo das consequências do que escrevem e dizem. Pessoalmente, sempre actuei com liberdade e penso que ninguém me prejudicou por isso. Sei, também, que ninguém me beneficiou. E este é o outro lado do problema: em Portugal, demasiada gente vive à espera de ser beneficiada, bafejada por um lugarzinho, uma distinção, uma comenda, uma prebenda. Esses são os que se calam! Sempre! Seja Sócrates, seja Durão, seja Santana, seja Cavaco, seja Soares (excluo Guterres, porque penso que ele era diferente, embora o mesmo não possa dizer dos seus ministros). Os únicos que falam são políticos - se for sobre os adversários, claro - e os que nada temem ou porque são assim ou porque nada têm a perder.

Esta atitude geral de chapéu na mão, subserviência, de bovinidade conjugada com o peso excessivo e demasiado poder do Estado, traça-nos o quadro da 'asfixia'.

Seja qual for o Governo que não mude o essencial de certas regras, nada disto melhora. Os mesmos que agora se calam calar-se-ão.

A única forma de quebrar este ciclo é reduzir o poder dos governos e municípios em nomeações, contratos e prebendas. E esperar que nasçam, como estão a nascer, gerações de cidadãos livres.

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Liberdade
cjours (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 13:36 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
Diz o amigo Henrique algo que resume muito bem tudo o mais: "Há uma condição para sermos livres: sentirmo-nos livres"
O resto é conversa! Como é possivel ouvir as pessoas com a treta da falta de Liberdade quando hoje se pode pegar num e-mail e descompor o Presidente da Republica ou o Primeiro Ministro? Eu, que o faço (ao PR, não ao PM com quem concordo ou dou o beneficio da duvida), acho alucinante dizer que há algo de errado na Democracia. Acredito que 99% destes bitaitistas que gostam muito de dizer mal do Sócrates, nem lhes passe pela cabeça mandarem-lhe um e-mail...
Eu, que não gosto do boçal do Cavaco, já lhe mandei vários e-mail e até já referi a alarvidade com que mastiga!
Há lá mais Liberdade que isto?
E ponho morada, BI e Contribuinte! E até moro ao lado do Palácio! Sabem porquê? Enquanto eu tiver os impostos em dia e não depender do Estado para nada, como nunca dependi, FALO!
Os que têm rabos de palha, falam aqui...
NUNCA HOUVE TANTA LIBERDADE EM PORTUGAL! O que fazemos aqui é questionar a própria imprensa. Querem mais liberdade? Agora, quem é capado, será sempre capado!!!
 
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George Rupp (seguir utilizador), 1 ponto , 19:16 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
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jotarebelo (seguir utilizador), 1 ponto , 21:28 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
TEM A RAZÃO TODA!
dedalo11 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 20:53 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
Esta é a síntese da verdade. mas daria para muitos livros... novelas, filmes, já agora a película "citizen Kane" é um excelente exemplo disto". Por isso direi sempre que só acredito na democracia quando votar de braço no ar e não for penalizado nem beneficiado por isso. Os problemas - muito sérios - que já tive com políticos, por tomadas de posição firmes, deram-me uma experiência vastíssima. Henrique Monteiro tem razão. E está implícito que muitas pessoas, sobretudo na comunicação social, se não forem contidas pela sensatez dos seus responsáveis máximos, durariam menos de uma semana no emprego. Os jornalistas são, sem sombra de dúvida, as maiores vítimas desta asfixia que era tão forte no tempo de Salazar como é hoje. E não vai ser fácil sair deste colete dr forças com tanto Estado demasiado presente. Apenas discordo de Henrique Monteiro num pormenor: ainda está para nascer a geração que há-de parir homens totalmente livres. Ele é mais positivista do que eu...
 
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A célebre asfixia democrática
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:39 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
Últimamente tenho andado eufórico só de pensar que vamos ter um governo cujos ministros serão mumias importadas do Egipto.

 
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caprylm56 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:54 | Terça feira, 15 de setembro de 2009
Editorial
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:04 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
Simplesmente brilhante este comentário do Director do Expresso.
Tocou nos pontos vitais.
É impossível, discordar do seu conteúdo !
Por isso limito-me a afirmar:
Caro Henrique Monteiro, continue na senda da verdade, não se preocupando em agradar, ou desagradar a A ou a B.
Isto, é não jornalismo de sargenta!
É JORNALISMO DE BRILHANTISMO IMPAR !
PARABÉNS !
 
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Henrique Monteiro
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:51 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
Permitam-me que transcreva o seguinte:
"Mesmo na comunicação social vêem-se muitos jornalistas com medo das consequências do que escrevem e dizem.
PESSOALMENTE, SEMPRE ACTUEI COM LIBERDADE E PENSO QUE NINGUÉM ME PREJUDICOU POR ISSO, MAS TAMBÉM NINGUÉM ME BENEFICIOU"
Esta parte do comentário é bem demonstrativo, de como o poder económico não interfere na informação do Expresso!
Por alguma razão ele é, de longe, o melhor semanário, que se publica em Portugal.
Também desmente, aqueles que afirmam que Pinto Balsemão, militante nº1 do PSD, interfere no Jornal.
A não ser que se queira pôr em dúvida a palavra de Henrique Monteiro...
Parabéns ao Expresso e a Henrique Monteiro
 
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Há sim asfixia democrática...
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:43 | Terça feira, 15 de setembro de 2009
... e começa em cada um de nós, quando deixamos de assumir o nosso lugar na sociedade e tentamos ser mais ou dexamo-nos ser menos do que aquilo que somos. A asfixia democrática começa quando alguém escreve, ou diz, a MFL ou o Sócrates, ou o Louçã, como se tivessem andado com ele na Escola. IISso arreda os políticos das pessoas que de forma agressiva já falam com as pessoas de forma pouco educada. E leva ao afastamento. A nossa falta de educação para com os outros reflecte-se todos os dias em tratarmos por tu pessoas que nem sequer conhecemos. E depois há os cobardes, os exaltados por tudo e por nada e os briguentos que apenas conhecem palavrões e os usam a toda a hora.
A asfixia democrática é "tocarmos nos outros" sem direito de o fazermos.
Mas há outras formas como as que Henrique Monteiro aqui deixou. E há sim, formas de os políticos com cargos manteram as ovelhas no redil sob pena de acabarem no formo. Mas isso há em todo o mundo. É inevitável porque a Democracia tem ainda muito para ser apurada e nunca será perfeita.
 
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Impecável...
vasil (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 11:56 | Terça feira, 15 de setembro de 2009
Mais uma vez uma intervenção demonstrando uma visão da realidade, mas para alguns, necessária para ser repetida, com exemplos concretos.

"A única forma de quebrar este ciclo é reduzir o poder dos governos e municípios em nomeações, contratos e prebendas. E esperar que nasçam, como estão a nascer, gerações de cidadãos livres."

Sublinho, até onde considero mais correcto. Concluíndo por cobro ao regime senhorial em que vivemos!
No entanto permita-me discordar da última frase: "como estão a nascer, gerações de cidadãos livres." Com certeza que não conhece a juventude de hoje, porque sei que não confunde liberdade com libertinagem...

A juventude aparentemente livre, em pouco tempo vai querer um ditador, e esse desejo é já palpavel... Há um défice de consciência política, os valores que incorporam são "os da maioria, maria vai com as outras" nos concertos rock, ou nos grandes encontros de multidão. O facto de os país, a escola, a sociedade em geral nunca os ter reprimido, mostra a sua pseudo-liberdade, e nos momentos de dificuldade a alternativa vai ser o desejo de repressão... A questão é psicológica! A maioria dos jovens nunca se preocupou com a política, e quando são chamados às decisões, actuam tal como quando eram crianças, pelas crianças que são, e as crianças são seres terriveis quando libertinamente tratam os seus pares... ...
 
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Falta dizer que...
user178221 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:39 | Quinta feira, 17 de setembro de 2009
Desde sempre que em Portugal o poder (régio ou republicano) foi um peso pesado sobre a liberdade das pessoas. Aliás, são poucos os países do mundo que se orgulham de viverem uma democracia sentida por dentro, em plena liberdade de pensamento e de expressão. À frente destes países estão as democracias anglo-saxónicas que são as mais antigas democracias do mundo e em que o respeito pelas pessoas e pelo seu pensamento livremente expresso é um exemplo. Falta muito, muito para lá chegarmos.
De qualquer modo, valha a verdade que se diga que tem sido sob os governos PS que os cidadãos portugueses têm mais sentido a possibilidade de se exprimir livremente sem consequências...
De resto, é fácil de reconhecer, ao longo de várias dezenas de anos, que é no PS que os seus militantes têm mais possibilidade de se exprimir livremente sem que com isso venham a sofrer represálias (pelo menos visíveis...).
Nuno Costa
 
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Quem tem telhados de vidro ...
CãodaRosa (seguir utilizador), 1 ponto , 9:54 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
Todos os governos, sem excepção, tem dado o seu contributo decisivo para a falta de ar que afecta a nossa democracia e por isso apetece confrontar os responsáveis políticos do Partido Social Democrata, com a situação vivida na Madeira e com sua governação. O medo de falar é generalizado e não são as excepções que retiram algo a esta triste realidade, não é Belmiro ou Soares dos Santos que mudam o panorama, são apenas dois cidadãos cujo poder económico lhes permite, sem consequências, afirmar o que lhes vai na alma e, mesmo no caso do homem da Sonae a sua intervenção critíca teve uma causa, precisamente a dor de cotovelo gerada pela OPA sobre a PT,se outra tivesse sido a atitude do poder político, o seu discurso seria de agradecimento. Enfim, são os negócios e as dores que geram. Mas falarmos de dois portugueses, apetece perguantar onde estão os outros nove milhões, novecentos e noventa e oito mil, que se confronta diariamente com os asfixiantes apadrinhamentos, com a pressão das ameaças de perder o emprego, não ter qualquer hipótese de progredir numa carreira, se não são cordatos e bajuladores, se não fazem o favor ao chefe. Os raros, que tem a coragem de dizer não, são votados ao esquecimento, perseguidos, maltratados e injustiçados pela máquina que os tritura. No nosso país, "quem não tem padrinhos morre mouro" e os infiéis são atirados borda fora, quando os responsáveis começam "simpaticamente" a dizer "LÁ ESTÁ VOCÊ COM AS SUAS COISAS". Segue-se a luta solitária e o fim.
 
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Caciquismos
Pseudo... (seguir utilizador), 1 ponto , 11:09 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
é a política dominante neste país...
 
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Asfixias...
maria odete madeira (seguir utilizador), 1 ponto , 16:57 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
Na frase: “ asfixia democrática”, o termo asfixia tem o lugar do sujeito e o termo “democrática” tem o lugar do atributo do sujeito. Um atributo (do latim attributu) significa aquilo que é próprio de alguém, ou de alguma coisa.

Por sua vez, democrática é um adjectivo com raiz em “demos” que significa povo e “kratos” significa força ou poder.

A frase foi introduzida como um “slogan” com a intenção (pelos vistos bem sucedida) de que a interpretação fosse a de que O governo de Sócrates estaria a asfixiar a democracia.

Mas esta não é uma interpretação correcta da frase, o que a frase sinaliza é a existência de dinâmicas de asfixia que são democráticas, ou seja, esta asfixia, enquanto mecanismo activo de operatividade sistémica, pode, e deve, ser abordada como uma “asfixia justa”, considerando-se que a Democracia, geneticamente oposta a Aristocracia, diz respeito ao exercício justo do poder político, obtido através do voto de uma maioria de cidadãos.

Ainda não percebi porque é que o PS “engoliu a frase” tal como lhe foi servida. Se tivesse interpretado correctamente a frase, certamente que a teria tomado como um elogio. Convém olhar criticamente para os “slogans”, MFL tem mais como este.

 
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    Re: Asfixias...    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:14 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
    Re: Asfixias...    Ver comentário
maria odete madeira (seguir utilizador), 1 ponto , 23:36 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
    Re: Asfixias...    Ver comentário
Annia (seguir utilizador), 1 ponto , 16:06 | Sábado, 19 de setembro de 2009
    Re: Asfixias...    Ver comentário
maria odete madeira (seguir utilizador), 1 ponto , 16:34 | Segunda feira, 21 de setembro de 2009
No Porto sabemos bem do que se fala
António Da Rocha (seguir utilizador), 1 ponto , 20:51 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
Antes de mais, parabéns. Esse é o ponto:sentirmo-nos livres, para sabermos reconhecer e apreciar a liberdade. Aqueles que tiverem dúvidas experimentem afrontar o vice-presidente do PSD Rui Rio. Enquanto não "acomodou" o ex-IPPAR, na guerra absurda que lhe moveu àcerca da saída do túnel de D. Manuel II, junto do Museu Soares dos Reis, não descansou. Sempre que é publicada qualquer notícia que não lhe agrada, o coitado do jornalista e do jornal não podem mais ficar descansados. Passam a constar da longa lista de "suspeitos". Deixo aqui uma sugestão a todos os jornalistas e órgãos de comunicação social para que contabilizem quantas "respostas" foram coagidos a publicar para deixar de ter Rio à perna. Visitem a cidade e falem com as pessoas do meio artístico, que vos dirão como é ser submetido à mordaça. Quando o "atrevimento" é repetido, corta-se-lhes o pão, que é como quem diz, o salário. Não há subsídios para ninguém, para nenhuma instiituição artística ou actor que cometa o pecado de criticar ou sequer de não apoiar Rio. O PSD sabe bem do que fala quando se refere à asfixia da democracia. Não vou citar mais exemplos para não vos arrepiar. É que é nestes momentos que as nossas memórias sobem ao sótão do terror vivido por este País durante demasiado tempo.
Obrigado Henrique Monteiro, pela sua objectividad e coragem.
Cumprimentos
 
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    Re: No Porto sabemos bem do que se fala    Ver comentário
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 6:35 | Terça feira, 15 de setembro de 2009
    Re: No Porto sabemos bem do que se fala    Ver comentário
António Da Rocha (seguir utilizador), 1 ponto , 10:24 | Terça feira, 15 de setembro de 2009
Desapareceu a gravação da Judite Sousa
fpsc (seguir utilizador), 1 ponto , 22:21 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
Há cerca de duas horas tinham uma noticia com link de uma gravação da Judite Sousa a gozar com os assessores de José Sócrates e que comentei. Entretanto fizeram-no desaparecer.
Diga-me senhor director, é um favor? ou houve engano?
 
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    Re: Desapareceu a gravação da Judite Sousa    Ver comentário
maria odete madeira (seguir utilizador), 1 ponto , 22:36 | Segunda feira, 14 de setembro de 2009
    Re: Desapareceu a gravação da Judite Sousa    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 9:31 | Terça feira, 15 de setembro de 2009
E esta tudo dito
caprylm56 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:13 | Terça feira, 15 de setembro de 2009
Exmo Sr.
Henrique Monteiro
Se me permite subscrevo inteiramente a sua opinião, pois é clara e elucidativa.
Cumprimentos
 
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Asfixia ou calculismo ?
Jotaquêj (seguir utilizador), 1 ponto , 15:51 | Terça feira, 15 de setembro de 2009
A afirmação de que "Acham que colocam em risco os seus negócios, empresas ou empregos se fizerem determinadas críticas" a mim parece-me calculismo ou jogo de interesse e não asfixia democrática. Em qualquer emprego ou actividade, há sempre quem procure atravéz de palavras ou silêncios, da acção ou da inacção, cair nas boas graças, do chefe, do patrão, ou da administração, (enfim, do poder). Sempre existiu e há-de existir. Também me parece natural que alguém que tem de fazer escolhas, dê preferência a quem lhe é simpático e não áquele que o agride ou hostiliza. Chamar a isto "asfixia democrática" é desonestidade ou calculismo político.
 
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