Os trabalhos de limpeza e retirada de água do parque de estacionamento do centro comercial Anadia, no Funchal, prosseguem enquanto a Proteção Civil Regional ainda não confirmou a existência de vítimas mortais.
"Não confirmo a existência de vítimas mortais", disse à Lusa o presidente da Proteção Civil Regional da Madeira, Luís nery, adiantando que se houver novidades serão dadas pelo Governo Regional da Madeira na conferência de imprensa agendada para as 18h30.
No entanto, anteriormente, equipas da Proteção Civil tinham confirmado a existência de vítimas mortais, informou a Antena 1. Ao Expresso, fontes ligadas à Proteção Civil admitiram a existência de 19 mortos no interior das garagens.
Um milhão de litros de água por hora
No local, um elemento da proteção civil disse à Lusa que "está a ser retirado um milhão de litros de água por hora, não se tendo ainda conseguido esvaziar por completo o primeiro piso do parque de estacionamento".
"Estamos há 18 horas a bombar água e lama e sabemos que cada piso para ser esvaziado totalmente demora no mínimo 24 horas", disse aos jornalistas um dos elementos da equipa de proteção civil a operar no local.
O último balanço do Governo Regional da Madeira dava conta de 42 mortos, 24 já identificados, sendo que um deles é uma cidadã de nacionalidade britânica.
Quatro pessoas continuam desaparecidas, 18 estão hospitalizadas e 250 estão desalojadas.
Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
Nota da Direcção do Expresso
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Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.
O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.
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