17/05/2012 atualizado às 0:06

19 vítimas mortais em parque de estacionamento

Confirmam-se os piores receios no parque de estacionamento do centro comercial da Anadia, Funchal. Fontes da protecção civil contactadas pelo Expresso falam agora em 19 vítimas mortais.  Clique para visitar o dossiê Catástrofe na Madeira

Hugo Franco e Tiago Miranda, enviados à Madeira (www.expresso.pt)com Lusa
12:51 Segunda feira, 22 de fevereiro de 2010
Utentes do parque de estacionamento do centro comercial Anadia tentam recuperar alguns haveres depois do temporal ter submergido uma parte substancial da cave do edifício
Utentes do parque de estacionamento do centro comercial Anadia tentam recuperar alguns haveres depois do temporal ter submergido uma parte substancial da cave do edifício
Homem de Gouveia/Lusa

Os trabalhos de limpeza e retirada de água do parque de estacionamento do centro comercial Anadia, no Funchal, prosseguem enquanto a Proteção Civil Regional ainda não confirmou a existência de vítimas mortais.

Clique para aceder ao índice do DOSSIÊ CATÁSTROFE NA MADEIRA

"Não confirmo a existência de vítimas mortais", disse à Lusa o presidente da Proteção Civil Regional da Madeira, Luís nery, adiantando que se houver novidades serão dadas pelo Governo Regional da Madeira na conferência de imprensa agendada para as 18h30.

No entanto, anteriormente, equipas da Proteção Civil tinham confirmado a existência de vítimas mortais, informou a Antena 1. Ao Expresso, fontes ligadas à Proteção Civil admitiram a existência de 19 mortos no interior das garagens.

Um milhão de litros de água por hora


No local, um elemento da proteção civil disse à Lusa que "está a ser retirado um milhão de litros de água por hora, não se tendo ainda conseguido esvaziar por completo o primeiro piso do parque de estacionamento".

"Estamos há 18 horas a bombar água e lama e sabemos que cada piso para ser esvaziado totalmente demora no mínimo 24 horas", disse aos jornalistas um dos elementos da equipa de proteção civil a operar no local.

O último balanço do Governo Regional da Madeira dava conta de 42 mortos, 24 já identificados, sendo que um deles é uma cidadã de nacionalidade britânica.

Quatro pessoas continuam desaparecidas, 18 estão hospitalizadas e 250 estão desalojadas.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico

Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.


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É MENTIRA
O abreu dá cá o meu (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 18:18 | Segunda feira, 22 de fevereiro de 2010
Esta noticia não está confirmada. È uma mentira, ninguém sabe quantas pessoas lá estão, nem se estão algumas pessoas mortas. O Piso mais baixo está cheio de lama, ninguém, pode confirmar nada, nem é jornalismo honesto dar credibilidade aos indícios de cães, que dadas as circunstâncias não podem como é lógico cheirar mortos, num enorme mar de lama, e a dezenas de metros de "eventuais" corpos. Depois, não é a primeira vez que aquele estacionamento se enche de agua, e nunca ali morreu ninguém. Oxalá eu tenha razão. O EXPRESSO não está a proceder bem
 
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A credibilidade do Expresso morreu (Oficial)
jbota (seguir utilizador), 1 ponto , 16:13 | Terça feira, 23 de fevereiro de 2010
Esta noticia felizmente é falsa.
Não foram encontrados corpos no parque de estacionamento.

O jornal Expresso devia pedir desculpas.
 
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